<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742</id><updated>2012-01-23T17:01:28.166Z</updated><title type='text'>ladrar é morder</title><subtitle type='html'>Este é um blogue de pensamento crítico, que se quer corrosivo, incomodo e desprovido de qualquer espécie de censura.
É um bloque à esquerda, mas na esquerda que incomoda, que denuncia!
É um bloque que quer ladrar e morder, porque se outra coisa não fizer, ladra e morde!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116058625637751535</id><published>2006-10-11T16:57:00.000Z</published><updated>2006-10-11T17:04:16.386Z</updated><title type='text'>Intervalo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por razões políticas, pessoais, quimicas, fisicas, económicas, exógenas, intrinsecas, ideológicas, pragmáticas, biológicas, geográficas, intestinas, cardiacas, sentimentais, emocionais, entre mais algumas que não recordo neste momento...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, porque não terei acesso frequente à rede nos próximos tempos, este Blog vai Ladrar menos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que os raivosos que por aí andam, continuem a Morder e a enviar textos para o mail do costume:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:rrennatto68@yahoo.com"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;rrennatto68@yahoo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A redacção&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ladrar é Morder!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116058625637751535?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116058625637751535/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116058625637751535' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116058625637751535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116058625637751535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/intervalo.html' title='Intervalo...'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116040258075445311</id><published>2006-10-09T13:51:00.000Z</published><updated>2006-10-09T14:03:00.773Z</updated><title type='text'>A segunda volta no Brasil - Nem Lula Nem Alckmin</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Lula%20da%20Silva.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Lula%20da%20Silva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O segundo turno anuncia uma enorme polarização eleitoral no país. Lula e Alckmin vão para uma disputa acirradíssima. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma eleição que estava praticamente ganha por Lula no primeiro turno transformou-se em uma disputa apertada por dois erros grosseiros do presidente e do PT. A montagem do dossiê contra José Serra e a ausência no debate na Globo causaram um terremoto na campanha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste momento, mesmo os trabalhadores mais conscientes ficam na dúvida se não deveríamos apoiar Lula contra Alckmin. “Apesar de tudo, Lula era operário, e Alckmin representa a burguesia”. Ou ainda: “Lula é ruim, mas é de esquerda, enquanto Alckmin é de direita”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Respeitamos muito a opinião e o sentimento desses trabalhadores, mas queremos explicar por que opinamos que a classe trabalhadora não deve apoiar nem Alckmin, nem Lula, e por que defendemos o voto nulo no segundo turno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alckmin é o candidato da direita tradicional, corrupta e antioperária...Temos em comum com muitos trabalhadores a rejeição aos banqueiros, à direita, a Alckmin e ao PSDB-PFL. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alckmin é um candidato burguês, apoiado por uma parte dos banqueiros e da direita tradicional. Quem se lembra do que foi o governo Fernando Henrique não pode deixar de repudiar sua nova versão com Alckmin.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tucano tem a cara de pau de se dizer “contra a corrupção” e pelo “desenvolvimento econômico”, mas é a continuidade do governo FHC, o responsável por um dos maiores (talvez o maior) escândalos de corrupção de todos os tempos. Só com as privatizações da Vale do Rio Doce e da Telebrás, o país foi roubado em cerca de 220 bilhões de reais, metade da atual dívida externa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse dinheiro foi enriquecer as multinacionais e os políticos do PSDB e do PFL.O “desenvolvimento” defendido por Alckmin é o modelo neoliberal do FMI, imposto pelos governos Collor e FHC e também, infelizmente, por Lula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um projeto que destrói a soberania do país, privatiza estatais, a educação e a saúde, dá bilhões a banqueiros e grandes empresários e retira direitos e renda dos trabalhadores. ...mas Lula não representa os interesses dos trabalhadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A polarização entre Lula e Alckmin não é entre os trabalhadores, de um lado, e o capital, do outro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governo de Lula, infelizmente, não governou para os trabalhadores e a maioria do povo, mas sim para banqueiros e grandes empresas. As migalhas distribuídas no Bolsa Família têm a mesma explicação e o mesmo objetivo dos programas “sociais” dos governos de direita em todo o mundo: garantir uma base eleitoral e a aceitação do modelo neoliberal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Querem que o povo se iluda com pouquíssima coisa e aceite um plano econômico a serviço de banqueiros, empresários e latifundiários.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é por acaso que os banqueiros e a burguesia estão divididos neste segundo turno. Nas eleições de 2004, os banqueiros e grandes empresários financiaram tanto PT como PSDB, e agora estão apostando em Lula e Alckmin. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até Olavo Setúbal, o dono do Itaú, reconheceu que ``tanto faz`` quem ganhe.Bush, o maior representante do imperialismo, segue apoiando Lula. No próprio governo, existem grandes representantes da burguesia e da direita, como José Alencar (dono da maior empresa têxtil do país) e Henrique Meirelles (BankBoston).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Alckmin é de direita e Lula não é de “esquerda”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No passado, Lula foi de esquerda, mas hoje faz um governo de direita. Como podemos definir um governo que seguiu o mesmo plano neoliberal de FHC? É de esquerda? Como definir um governo que manda tropas para o Haiti, a serviço de Bush? De esquerda? Como definir quem tem aliados como José Sarney, Maluf e Jader Barbalho? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a corrupção espantosa do governo Lula, não é a mesma da direita? A realidade é que tanto Lula como Alckmin são representantes da grande burguesia e da direita neste país. Apesar de Lula ter uma origem operária e de esquerda, defende os mesmos planos de Alckmin. O voto em Lula agora é um voto em quem vai atacar duramente os trabalhadores com as reformas trabalhista e da Previdência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lula e Alckmin vão atacar os trabalhadores. Precisamos organizar a luta!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Câmara dos Deputados já aprovou, por proposta de Lula, o decreto do Supersimples, que retira dos trabalhadores das microempresas o direito ao 13º salário e a férias. Os donos dessas empresas podem, alegando dificuldades financeiras, retirar estes direitos históricos dos trabalhadores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto Lula como Alckmin já se comprometeram a ampliar esta reforma a todos os trabalhadores. O argumento é o mesmo usado por governos de direita em todo o mundo: “retirar estes direitos estimula os investimentos”. Uma mentira, confirmada em todos os países em que a reforma trabalhista ocorreu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os donos das empresas embolsam um lucro maior, e não existe “desenvolvimento” a mais. A outra reforma, já definida tanto por Lula como por Alckmin, é da Previdência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objetivo é elevar a idade mínima da aposentadoria para 65 anos. Há uma enorme disputa eleitoral entre Lula e Alckmin. Mas não existe nenhuma diferença em seus projetos contra os trabalhadores, porque ambos defendem as mesmas propostas exigidas pelas grandes empresas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Lula representasse os trabalhadores e Alckmin a burguesia, teriam diferenças em seus programas. Mas não têm.O voto nulo é a alternativa realAfirmamos que votar em Alckmin é aceitar a volta da direita tradicional, que está tentando se aproveitar da falta de memória do povo em relação ao governo FHC. Afirmamos que o voto em Lula é um cheque em branco para quem já demonstrou servir aos interesses dos banqueiros e está preparando um grande ataque contra os trabalhadores, caso reeleito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O voto nulo não indica somente a falta de alternativas eleitorais para os trabalhadores neste segundo turno. Uma grande soma de votos nulos enfraqueceria as duas candidaturas e o futuro governo eleito. Estivemos juntos com o PSOL e o PCB na Frente de Esquerda no primeiro turno das eleições, com a candidatura de Heloísa Helena. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chamamos esses partidos, assim como os militantes independentes, a afirmarem conosco a defesa do voto nulo no segundo turno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;em &lt;a href="http://www.pstu.org.br/"&gt;http://www.pstu.org.br/&lt;/a&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/alckmin_kkk.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116040258075445311?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116040258075445311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116040258075445311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040258075445311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040258075445311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/segunda-volta-no-brasil-nem-lula-nem.html' title='A segunda volta no Brasil - Nem Lula Nem Alckmin'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116040148312567612</id><published>2006-10-09T13:39:00.000Z</published><updated>2006-10-09T13:49:54.893Z</updated><title type='text'>O Enxofre</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AEoJYLt3NTc" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://resistir.info/venezuela/suite_discurso_chavez_p.html"&gt;http://resistir.info/venezuela/suite_discurso_chavez_p.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116040148312567612?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116040148312567612/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116040148312567612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040148312567612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040148312567612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/o-enxofre.html' title='O Enxofre'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116040089053013504</id><published>2006-10-09T13:29:00.000Z</published><updated>2006-10-09T13:34:50.533Z</updated><title type='text'>Os invisíveis</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/9999999999.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" height="183" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/9999999999.jpg" width="247" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Nepal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;por Francisco M. Rodrigues&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A nossa esquerda sente-se manifestamente embaraçada para falar da crise no Nepal. A razão: a guerrilha. O Avante, ao noticiar os últimos acontecimentos, diz discretamente que "povo, oposição e guerrilha lutam…" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do lado do Bloco de Esquerda, o Combate e a Comuna ignoram simplesmente o assunto. E o Ruptura da FER, que se pretende mais radical, atribui numa pequena nota o levantamento popular apenas às actividades da oposição parlamentar, como se a guerrilha não existisse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, tudo o que tem acontecido nas últimas semanas resultou de largos anos de luta de guerrilha, conduzida pelo Partido Comunista (Maoísta). Foi ela que levantou os camponeses contra a opressão e deu uma força avassaladora às reivindicações de República, Assembleia Constituinte e Reforma Agrária – reivindicações até há pouco tempo consideradas "lunáticas" pela oposição legalista (em que se inclui um falso PC), essa mesma oposição que agora procura apropriar-se dos frutos da luta de massas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Interessados em conseguir acesso ao aparelho de Estado, deixaram que o exército massacrasse durante anos os camponeses em armas. Só entraram no carro da luta radical quando a guerrilha chegou às portas da capital e o poder real começou a desmoronar-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito revelador, este pudor da nossa esquerda em reconhecer que a luta armada popular tem sido o motor da libertação do povo nepalês. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116040089053013504?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116040089053013504/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116040089053013504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040089053013504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040089053013504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/os-invisveis.html' title='Os invisíveis'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116040048039574452</id><published>2006-10-09T13:21:00.000Z</published><updated>2006-10-09T13:28:00.400Z</updated><title type='text'>O BE segundo a PO</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/capa105.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/capa105.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bloco de Esquerda&lt;br /&gt;MODERNOS, PÓS-MODERNOS E CAVERNÍCOLAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em Politica Operária&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.politicaoperaria.net/textos/artigo105_2.html"&gt;http://www.politicaoperaria.net/textos/artigo105_2.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está em curso no Bloco uma reflexão sobre o rumo estratégico do partido. Enquanto não se chega a conclusões, temos que nos contentar com o que vai saindo a público. Segundo Gil Garcia (Ruptura, Abril), o debate na Mesa Nacional foi manchado por "inúmeras provocações, calúnias e acusações" dirigidas aos que discordaram da proposta oficial. Por contestarem o objectivo de chegar ao governo por via eleitoral e não revolucionária foram acusados de querer "regressar à caverna". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas o debate foi muito além da oposição entre "cavernícolas" e "modernos", porque os próprios "modernos" estiveram por sua vez debaixo do fogo da facção "pós-moderna". É assim que João Teixeira Lopes, a pessoa do Bloco menos suspeita de "conservadorismo", desabafa no Combate: "Alguns camaradas gostariam de nomear esta esquerda de pós-moderna (...). Seria um convite para um salto mortal, no qual não entro: o de nos considerarmos pós-comunistas ou mesmo pós-socialistas, à semelhança do que acontece com a Refundação Comunista em Itália".Em defesa da posição oposta, ao que se depreende, dois outros militantes, Hugo Dias e J. Luciano Vieira, explicam, no mesmo número do Combate, porque não lhes serve o conceito de "esquerda moderna": "A noção de modernidade encontra-se intrinsecamente associada ao contexto do século XX, à ideia de um bem absoluto, de um programa político máximo, de uma ordem social que poderia (assim se acreditava) ser caracterizada a régua e esquadro". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ora, o Bloco, defendem, tem que se inserir na "lógica da movimentação", ou seja, da "prevalência do processo sobre a estrutura, da dinâmica e da interacção sobre programas e dogmas preestabelecidos, da mutação sobre o definitivo..." Liberdade total, reclama a novíssima geração bloquista, para quem a própria opção reformista tradicional já se torna um espartilho intolerável. E explicam porquê: o desafio do Bloco não é a "clássica questão da tomada do poder" mas tornar-se maioria social, ou seja, "criar em Portugal um movimento político capaz de ser catalisador da efervescência social e tornar-se um fórum capaz de agregar de forma aberta a maioria dos activistas do pais"; "um projecto que, mais do que exercer o poder tal como ele é concebido, visa operar uma transformação radical nas relações desiguais de poder existentes". Os seus activistas deverão "disputar o território do aparelho de Estado, da mesma forma que disputam o espaço das vivências sociais de base".&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com esta linguagem "inovadora", convenientemente impenetrável, salpicada de engodos para atordoar os papalvos ("efervescência social", "fóruns", "maioria social"), os pós-modernos varrem tudo o que possa ainda sugerir ligação à luta de classes. Querem as mãos livres para "disputar o território do aparelho de Estado". Num primeiro comentário, cabe-nos saudar a clarificação em curso no Bloco. E anotar que só nos surpreende que alguém se surpreenda com os últimos desenvolvimentos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As queixas da FER são injustificadas. Como assinalámos desde o início, o surgimento desta nova força pela associação puramente comercial de três organizações em processo de decomposição ideológica só podia potenciar o que de mais retrógrado existia em cada uma delas. O Bloco apenas consagrou e deu autoridade à tendência, que vinha crescendo imparavelmente nos partidos seus constituintes, para abandonar a postura revolucionária, geralmente considerada como "não operativa" nas circunstâncias actuais. O seu programa implícito foi, desde o início, ganhar peso eleitoral para poder disputar a participação no poder. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Só por lirismo imperdoável poderia alguém esperar que o contrato de 1999 desse lugar a uma inflexão de esquerda a meio do percurso. Os bloquistas libertaram-se do sinal de alarme que há 30 anos era o sustentáculo da extrema-esquerda: cuidado com os que nos convidam a trocar os referenciais de classe por noções democráticas gerais, porque esses querem levar-nos às boas para o campo do inimigo. As experiências dos Verdes, do PT brasileiro, da Refundação Comunista italiana, etc., não os abalam, pelo contrário, enchem-nos de confiança. O que interessa é avançar "audaciosamente" à "conquista da maioria social".&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ora, precisamente, este objectivo da "conquista da maioria social", em período de contra-revolução, contém todo um programa de cooptação pelo sistema. As "audácias" do Bloco trazem à memória a velhíssima aventura das moscas que se lançam denodadas à conquista do papel mata-moscas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/logo_bloco_de_esquerda.0.png" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116040048039574452?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116040048039574452/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116040048039574452' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040048039574452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116040048039574452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/o-be-segundo-po.html' title='O BE segundo a PO'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116039968424769184</id><published>2006-10-09T13:08:00.000Z</published><updated>2006-10-09T13:16:34.406Z</updated><title type='text'>National Impeachment Movement</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/jpark_protest_bottomleft.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/jpark_protest_bottomleft.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; National Impeachment Movement &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/quitindia.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;National Impeachment Movement Ignored by Corporate Media&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;By Peter Phillips&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;If a national movement calling for the impeachment of the President is rapidly emerging and the corporate media are not covering it, is there really a national movement for the impeachment of the President?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Impeachment advocates are widely mobilizing in the U.S. Over 1,000 letters to the editors of major newspapers have been printed in the past six months asking for impeachment. Pittsburgh Post-Gazette letter writer George Matus says, “I am still enraged over unasked questions about exit polls, touch-screen voting, Iraq, the cost of the new Medicare…who formulated our energy policy, Jack Abramoff, the Downing Street Memos, and impeachment.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;David Anderson in McMinnville, Oregon pens to the Oregonian, “Where are the members of our congressional delegation now in demanding the current president’s actions be investigated to see if impeachment or censure are appropriate actions?” William Dwyer’s letter in the Charleston Gazette says, “Congress will never have the courage to start the impeachment process without a groundswell of outrage from the people.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;City councils, boards of supervisors, and local and state level Democrat central committees have voted for impeachment. Arcata, California voted for impeachment on January 6. The City and County of San Francisco, voted Yes on February 28. The Sonoma County Democrat Central Committee (CA) voted for Impeachment on March 16.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The townships of Newfane, Brookfield, Dummerston, Marlboro and Putney in Vermont all voted for impeachment the first week of March. The New Mexico State Democrat party convention rallied on March 18 for the ”impeachment of George Bush and his lawful removal from office.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The national Green Party called for impeachment on January 3. Op-ed writers at the St. Petersburg Times, Newsday, Yale Daily News, Barrons, Detroit Free Press, and the Boston Globe have called for impeachment. The San Francisco Bay Guardian (1/25/06) The Nation (1/30/06) and Harpers (3/06) published cover articles calling for impeachment. As of March 16, thirty-two US House of Representatives have signed on as co-sponsors to House Resolution 635, which would create a Select Committee to look into the grounds for recommending President Bush’s impeachment.Polls show that nearly a majority of Americans favor impeachment. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/October_2005"&gt;October of 2005&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Public_Affairs_Research&amp;action=edit"&gt;Public Affairs Research&lt;/a&gt; found that 50% of Americans said that President Bush should be impeached if he lied about the war in Iraq. A Zogby International poll from early November 2005 found that 53% of Americans say, "If President Bush did not tell the truth about his reasons for going to war with Iraq, Congress should consider holding him accountable through impeachment." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/March_16"&gt;March 16&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2006"&gt;2006&lt;/a&gt; poll by American Research Group showed that 42% of Americans favored impeaching Bush.Despite all this advocacy and sentiment for impeachment, corporate media have yet to cover this emerging mass movement. The Bangor Daily News simply reported on March 17 that former US Attorney General Ramsey Clark has set up the website Votetoimpeach.org and that other groups are using the internet to push impeachment. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The Wall Street Journal, on March 16, editorialized about how it is just “the loony left” seeking impeachment, but perhaps some Democrats in Congress will join in feeding on the “bile of the censure/impeachment brigades.” The corporate media are ignoring the broadening call for impeachment — wishing perhaps it will just go away. Television news and talk shows have mentioned impeachment over 100 times in the past 30 days, mostly however in the context of Senator Russ Feingold’s censure bill and the lack of broad Democrat support for censure or impeachment. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nothing on television news gives the impression that millions of Americans are calling for the impeachment of Bush and his cohorts. The Bush Administration lied about Iraq, illegally spied on US citizens, and continues war crimes in the Middle East. Despite corporate media’s inability to hear the demands for impeachment, the groundswell of outrage continues to expand.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Peter Phillips is a Professor of Sociology at Sonoma State University and Director of Project Censored a media research organization. Impeach the President: The Case Against Bush and Cheney by Dennis Loo and Peter Phillips is scheduled for release this summer by Seven Stories Press.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/impeachbush_long.4.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/impeachbush_long.3.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116039968424769184?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116039968424769184/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116039968424769184' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039968424769184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039968424769184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/national-impeachment-movement_09.html' title='National Impeachment Movement'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116039500992943903</id><published>2006-10-09T11:51:00.000Z</published><updated>2006-10-09T11:59:39.313Z</updated><title type='text'>Mais verdades para ir matando o embuste!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/hardy-ecke-superman-twin-towers-911.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/hardy-ecke-superman-twin-towers-911.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/66666666666.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/66666666666.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/555555555555555.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/555555555555555.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/44444444444444.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/44444444444444.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/3333333333333.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/3333333333333.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/2222222.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/2222222.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.scholarsfor911truth.org/WhyIndeedDidtheWorldTradeCenterBuildingsCompletelyCollapse.pdf"&gt;http://www.scholarsfor911truth.org/WhyIndeedDidtheWorldTradeCenterBuildingsCompletelyCollapse.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scholarsfor911truth.org/"&gt;http://www.scholarsfor911truth.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.projectcensored.org/"&gt;http://www.projectcensored.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;descoberto por Délio Prá-ky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116039500992943903?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116039500992943903/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116039500992943903' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039500992943903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039500992943903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/mais-verdades-para-ir-matando-o.html' title='Mais verdades para ir matando o embuste!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116039075699383979</id><published>2006-10-09T10:39:00.000Z</published><updated>2006-10-09T10:48:49.383Z</updated><title type='text'>Mc "paciência": o Jogo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/umac%20donalds.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/umac%20donalds.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mcvideogame.com/index.html"&gt;http://www.mcvideogame.com/index.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixa de ser melhor do que jogar a paciência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;descoberto por Pedro Vicente&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116039075699383979?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116039075699383979/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116039075699383979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039075699383979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116039075699383979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/mc-pacincia-o-jogo.html' title='Mc &quot;paciência&quot;: o Jogo!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116038982728616777</id><published>2006-10-09T10:23:00.000Z</published><updated>2006-10-09T10:39:08.423Z</updated><title type='text'>Filho(a) de peixe mesmo que não saiba... nada!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Politico_sampaioREFORMAzita.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Politico_sampaioREFORMAzita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Politico_sampaioREFORMAzita.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se hoje, dia 27 no Público que a jovem distinta advogada Vera Sampaio (terminou o curso com média de 10 valores) com uma carreira de "dezenas de anos e larga experiência" foi contratada como assessora pelo membro do Governo Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira, distinto Ministro da Presidência....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a tarefa não é muito cansativa foi autorizada a continuar a dar aulas numa qualquer universidade privada onde ganha uns tostões para compor o salário e poder aspirar a ter uma vidinha um pouco mais desafogada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto de ser filha do Senhor Ex-Presidente da República das Bananas que também dá pelo nome de Portugal, não teve nada a ver com este reconhecimento das suas capacidades, juro pela saúde do Engenheiro Sócrates. Há famílias a quem a mão do Senhor toca com a sua graça. Ámen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso soube-se há tempos que o filhote depois de se ter formado foi logo para consultor da Portugal Telecom, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós. Agora, como já ontem se disse, calhou a sorte à maninha e lá vai ela toda lampeira em part-time para o desgoverno, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o papá para não fugir à regra, depois de escavacar uns bons centos de milhares de euros, na remodelação do um palacete ali para a Ajuda, onde instalará um gabinete, para onde será transportado pelo nosso carro, com o nosso motorista e onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta arranjar um tacho para a matriarca que de momento tem que se contentar com as da cozinha.Isto tudo passa-se num sítio mal frequentado onde um milhão e duzentas mil pessoas vivem com uma reforma abaixo dos 375 Euros por mês. Parece mentira, não parece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ESTE É APENAS UM CASO, ENTRE MUITOS, QUE TÊM SIDO REVELADOS E DIVULGADOS ATRAVÉS DA INTERNET... PORQUE AS TELEVISÕES DESTE PAÍS ESTÃO BEM CONTROLADAS POR UMA FORÇA OCULTA(???)... DIZEM TODAS O MESMO...SEMPRE MAIS DO MESMO... E O MESMO DEMAIS...E NO FIM SABEMOS O MESMO DE NADA...E ISTO TEM ACONTECIDO EM TODOS OS GOVERNOS...L.S.)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Contributo de Raquel Varela e José Lança&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116038982728616777?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116038982728616777/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116038982728616777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116038982728616777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116038982728616777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/filhoa-de-peixe-mesmo-que-no-saiba.html' title='Filho(a) de peixe mesmo que não saiba... nada!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116034524435321884</id><published>2006-10-08T21:50:00.000Z</published><updated>2006-10-08T22:09:02.383Z</updated><title type='text'>Personagens da pobre política tuga II</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo19.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="294" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo19.jpg" width="431" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; outros papas:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;o papa Alegre&lt;br /&gt;o papa Jerónimo&lt;br /&gt;e o papa Rat(o)zinger&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo18.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="292" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo18.jpg" width="482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; o obsceno Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo17.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 543px; CURSOR: hand; HEIGHT: 365px; TEXT-ALIGN: center" height="285" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo17.jpg" width="452" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; a múmia Soares&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo16.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; o jurásico Soares&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo15.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 503px; CURSOR: hand; HEIGHT: 345px; TEXT-ALIGN: center" height="319" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo15.jpg" width="480" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;o Louçã do Soares e do futuro&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo14.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 487px; CURSOR: hand; HEIGHT: 424px; TEXT-ALIGN: center" height="65" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo14.1.jpg" width="70" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; o (zé) de ninguém&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo13.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo12.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="319" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo12.1.jpg" width="479" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; o kalifa do Louçã e da Joana Amaral Dias&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo11.3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a estátua do Sócrates&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo10.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="260" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo10.3.jpg" width="421" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em &lt;a href="http://jumento.blogdrive.com"&gt;http://jumento.blogdrive.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116034524435321884?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116034524435321884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116034524435321884' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116034524435321884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116034524435321884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/personagens-da-pobre-poltica-tuga-ii.html' title='Personagens da pobre política tuga II'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116034417143968769</id><published>2006-10-08T21:27:00.000Z</published><updated>2006-10-08T21:49:31.446Z</updated><title type='text'>Personagens da pobre política tuga</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo9.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sócrates Cagão&lt;br /&gt;Sócrates Gates&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo7.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sócrates e Cavaco&lt;br /&gt;o casal maravilha&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo8.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O pequeno Mendes Pinto&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sócrates Hanks&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cavaco e Sócrates Nureyev&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cavaco Nureyev&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sócrates Nureyev&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo1.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo1.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O casal maravilha volta a atacar&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Sem%20t??tulo2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Sem%20t%3F%3Ftulo2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116034417143968769?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116034417143968769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116034417143968769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116034417143968769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116034417143968769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/personagens-da-pobre-poltica-tuga.html' title='Personagens da pobre política tuga'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116033708659838530</id><published>2006-10-08T19:49:00.000Z</published><updated>2006-10-08T19:51:26.600Z</updated><title type='text'>Uma mijadela no imperialismo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/bambino%20piss%20e%20soldato.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/bambino%20piss%20e%20soldato.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116033708659838530?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116033708659838530/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116033708659838530' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116033708659838530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116033708659838530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/uma-mijadela-no-imperialismo.html' title='Uma mijadela no imperialismo!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116033483238265253</id><published>2006-10-08T18:55:00.000Z</published><updated>2006-10-08T19:49:10.670Z</updated><title type='text'>Manifesto anti-praxe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porque vemos na praxe uma prática que atenta contra os mais elementares direitos humanos, nomeadamente a liberdade, a igualdade, a integridade física e psicológica e a livre expressão da individualidade, ao mesmo tempo que exalta os valores mais reaccionários da nossa sociedade.&lt;br /&gt;Porque não vemos qualquer motivo para a existência de hierarquias entre estudantes, tendo em conta que todos devem ser tratados por igual nas relações interpessoais.&lt;br /&gt;Porque acreditamos que a tradição nunca poderá ser um entrave à mudança, muito menos, poderá alguma vez legitimar um comportamento inaceitável emqualquer sociedade.&lt;br /&gt;Porque não aceitamos o poder auto-instituído e nada democrático dos organismos da praxe, que se constituem em estruturas paralelas com regras próprias.&lt;br /&gt;Defendemos que a recepção aos novos alunos, sempre que se justifique a sua existência, se deve basear em relações de igualdade.&lt;br /&gt;Nesta iniciativa, os estudantes olhar-se-ão nos olhos e tratar-se-ão por "tu", construindo um conjunto de redes de solidariedade e de camaradagem não exclusivas.&lt;br /&gt;Todos se divertirão por igual, deixando a diversão de uns de ser a humilhação de outros.&lt;br /&gt;Desta forma, incentivar-se-á o verdadeiro altruísmo que consiste em ajudar osoutros sem exigir qualquer contrapartida. Defendemos igualmente que a faculdade deve ser uma instituição aberta ao mundo que a rodeia, transformando-o e sendo por ele transformada.&lt;br /&gt;Uma instituição quedeve proporcionar a livre intervenção e fomentar a criatividade, não impondo códigos de conduta nem promovendo a segregação. Mas este ideal nunca será concretizável enquanto o espírito da praxe reinar na faculdade. Exigimos ainda que as instituições de Ensino Superior tomem sobre si a responsabilidade de prestar todas as informações e aconselhamento necessáriosaos estudantes, quebrando assim com o princípio paternalista do "apadrinhamento" que compromete e fragiliza a autonomia dos recém-chegados.&lt;br /&gt;Exercemos desta forma o nosso direito à indignação. Como parte da sociedade civil pensamos que o que se passa no interior das faculdades diz respeito a todos. Logo, jamais poderemos fechar os olhos à triste realidade das "tradições académicas". E juntamos a nossa voz à voz de todos os que lutam diariamente contra o cinzentismo da praxe e se batem por uma faculdade crítica, aberta e democrática!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elaborado pelos Antipodas, MATA, República das Marias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Subscrito pela República Prá-kys-tão, e algumas dezenas de intelectuais e músicos portugueses como Sérgio Godinho, Prado Coelho, Luís Afonso, e mais uns quantos que a memória não recorda...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116033483238265253?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116033483238265253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116033483238265253' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116033483238265253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116033483238265253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/manifesto-anti-praxe.html' title='Manifesto anti-praxe'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-116017420597130730</id><published>2006-10-06T21:43:00.000Z</published><updated>2006-10-06T22:36:46.516Z</updated><title type='text'>Brecht</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Brecht-Weill.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Brecht-Weill.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Bertolt Brecht…&lt;br /&gt;…Quando a arte transforma!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Nos tempos sombrios também se cantará?&lt;br /&gt;Também se cantará sobre os tempos sombrios.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Shakespeare brindou, com o seu drama, a chegada da cruzada das luzes burguesas e a partida dos crápulas do obscurantismo, do credo, do feudo, e das ideias, Brecht apagou a fogosidade da revolução dos “melhores”, para brindar o povo com a luta contra o fado operário, contra o drama dos “piores”, cantando a libertação dos oprimidos.&lt;br /&gt;                Mais filho do seu tempo, do que filho da sua classe, Bertol(d)t Brecht abandona simbolicamente uma das letras do seu nome, como quem abandona a teia social que o viu nascer, recusando o aliciamento para uma vida mais facilitada...&lt;br /&gt;                Em prosa ou em verso, Bertolt Brecht acreditava que, com o teatro e a musica como ferramentas, combateria a alienação, pilar fundamental do regime capitalista. Se foi no papel que ficou o legado do seu génio, foi e ainda vai sendo, em palco, que mais a sua obra transformou e transforma.&lt;br /&gt;                Revolucionário na vida e na obra, pois é acima de tudo através da obra que pretende ajudar na revolução, BB cedo constatou que não só estava falida a estética e a moral burguesa, (moderada ou radical, consoante se demonstrava democrática ou fascista), como cedo também se apercebeu das limitações do realismo soviético. Brecht, revela, na forma como gradualmente vai rejeitando a estética do realismo soviético, a sua extrema clareza não só quanto à forma mas também ao conteúdo que a Revolução começara a ter com a chegada dos oportunistas.&lt;br /&gt;                No seu pouco mais de meio século, Brecht lutou acima de tudo contra o Nazismo que lavrava um dos maiores pesadelos da Historia do continente Europeu, contra a estética burguesa que aprisionava toda a arte em sumptuosos e inacessíveis museus e pela libertação da classe operária que definhava como havia definhado a escravatura no tempo de Shakespeare.&lt;br /&gt;                Atacando no coração dos tiranos da sabedoria, Brecht cunha cada fragmento do seu trabalho, do seu subtexto, para alertar os operários, primeiro da urgência da Revolução, depois da chegada dos oportunistas. Preferindo combater o nazismo exilado nos Estados Unidos da América, do que combater Estaline na União Soviética, BB torna-se referência da vanguarda intelectual dos “aliados”, sem por isso passar a produzir (como tantos o fizeram) para o ego do seu mundo, mas para continuar a transformar, o próprio ego do Mundo.&lt;br /&gt;Mergulhar no universo de Brecht é perceber que tudo o que ele pensava da sociedade era aplicável ao processo criativo. O processo criativo era o momento ideal, segundo Brecht, para violar o dogmatismo dos criadores e a sua pretensa genialidade, era visto como o palco privilegiado para ensaiar as suas concepções sobre o colectivismo, o ataque à hierarquia e a desmaterialização do privilégio de classe, na produção artística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando Brecht se cruza com Weil…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bertolt Brecht dizia “… O objectivo do teatro deveria ser alterar a sociedade. Os locais de diversão devem tornar-se órgãos de comunicação de massas…”&lt;br /&gt;Kurt Weil dizia “… Quero chegar às pessoas reais, a um público mais representativo. Se a música estiver confinada à sala de espectáculos, a sua existência não se justifica…”&lt;br /&gt;E quando em 1927 estas duas mentes se encontraram, a poesia de um e a música do outro, os momentos de criação a dois que se seguiram foram de perfeito enlace, e levaram a algo profundamente novo.&lt;br /&gt;Deste duo resulta uma nova concepção de ópera. Weil e Brecht utilizaram uma linguagem musical e poética acessível à maioria das pessoas, utilizando a sua arte para denunciar as desigualdades da sociedade em que viviam, encorajando as suas audiências a pensar, a inquietarem-se, a questionarem. Era convicção de ambos que o seu papel como artistas era o de exercer uma função transformadora e actuar revolucionariamente sobre a sociedade. Ou seja, não queriam apenas explicar o mundo, mas também transformá-lo.&lt;br /&gt;Das obras de Brecht e Weil destacaram-se “A Ópera do Três Vinténs”, “Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny” e  “Os Sete Pecados Mortais”. Destas obras aquela que mais impacto e sucesso causou foi a “Ópera dos Três Vinténs”.&lt;br /&gt;                A “Ópera dos Três Vinténs” estreou em Berlim em 1928. Esta ópera, baseada na “Ópera do Mendigo” de John Gay, foi originalmente produzida em 1728. O texto aborda questões sociais, e o estilo musical é aquele dos cabarets de Berlim.&lt;br /&gt;Nesta ópera, o mundo é amoral e profundamente capitalista, sendo que os negócios transcendem o próprio amor – facto que constitui um verdadeiro ataque à sociedade capitalista, no qual as emoções se submetem ao poder económico. Por outro lado, os personagens considerados criminosos acabam por ser recompensados, constituindo este facto uma ilustração daquilo que se passa numa sociedade capitalista.&lt;br /&gt;A repressão da sociedade capitalista é retratada de tal modo, que até os mendigos só podem existir dentro desse sistema, ou seja, que ser mendigo se tornou uma profissão.&lt;br /&gt;“…A comida vem em primeiro lugar. Só depois vem a moral…” – é uma das frases que serve de base à maioria da acção nesta ópera, e que funciona como uma provocação para o espectador, pois colocando a comida antes da moral, apela-se para que se considere as actuais circunstâncias de vida de cada uma das personagens (ladrões, prostitutas, pedintes), em vez de julgá-los no abstracto.&lt;br /&gt;As canções/árias que surgem ao longo desta ópera representam um novo estilo, são operáticas na sua apresentação, mas o seu estilo de cabaret inverte a percepção comum de ópera. Estas canções/árias muitas vezes servem para interromper a acção, e fazer com que o público se desligue dos personagens – funcionando como testemunhos sociais. O objectivo era o de levar os espectadores a pensar sobre a peça, e a sentir que a mudança da sociedade em que viviam era urgente.&lt;br /&gt;Quando Brecht escreveu o texto para esta ópera, o seu interesse pela teoria marxista era recente, e talvez por isso os elementos políticos e sociais da peça não são tão claros como noutros trabalhos que desenvolveu posteriormente. No entanto trata-se de uma obra brilhante, que foi central no sucesso dos trabalhos de Brecht e de Weil.&lt;br /&gt;A colaboração entre estes dois homens termina com a subida de Hitler ao poder, e com o inevitável exílio de ambos… os trabalhos que realizaram em tempo de convulsões sociais, tão provocadores e agitadores política e filosoficamente, deixaram bem claro ao regime de Hitler que a presença de ambos era perigosa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entrevista imaginária a Bertolt Brecht nos tempos modernos…&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(A partir de textos poéticos)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como retratas o tempo em que vivemos?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“… Vivemos em tempos sombrios… Uma fronte sem rugas denota insensibilidade. Aquele que ri ainda não recebeu a terrível notícia que está para chegar.””Os tempos modernos não começam de uma vez por todas…, o meu avô já vivia numa época velha, o meu neto talvez ainda viva na antiga. A carne nova come-se com velhos garfos. Épocas novas não a fizeram os automóveis, nem os tanques, nem os aviões sobre os telhados, nem os bombardeiros. As novas antenas continuam a difundir as velhas asneiras. A sabedoria continuou a passar de boca em boca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E quem é o responsável pelas sombras dos tempos (pós)-modernos?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“O que tem fome e te rouba o último pedaço de pão chama-lo teu inimigo, mas não saltas ao pescoço do teu ladrão que nunca teve fome.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Num contexto em que a grande maioria dos direitos está em causa, o que pensas da privatização do ensino, da saúde, da segurança social...?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Privatizaram a tua vida, o teu trabalho, a tua hora de amar e o teu direito de pensar. É da empresa privada o teu passo em frente, teu pão e teu salário. E agora não contentes querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que dirias aos jovens de hoje que não se interessam por política?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, da renda, dos sapatos e dos remédios dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, o pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda achas que é possível mudar o mundo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não aceites o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os resistentes de todo o mundo começam a dar uma resposta, muitas vezes radicalizada, contra as infra-estruturas do poder. O que achas das formas de luta que têm vindo a ser adoptadas por grupos como os sem terra no Brasil, dos estudantes mexicanos que ocuparam a sua universidade quase meio ano ou mesmo do movimento anti-globalização que não para de perseguir cada reunião das grandes instituições do poder politico como o G8, a NATO, a ONU ou a UE?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Sobre a Violência…, a corrente impetuosa é chamada de violenta, mas o leito do rio que a contém, ninguém chama de violento. A tempestade que faz dobrar as bétulas, é tida como violenta, e a tempestade que as faz dobrar os dorsos dos operários na rua?”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por: Ana Filipa e Renato Prá-ky&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-116017420597130730?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/116017420597130730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=116017420597130730' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116017420597130730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/116017420597130730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/brecht.html' title='Brecht'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115997240353043430</id><published>2006-10-04T14:29:00.000Z</published><updated>2006-10-04T17:21:08.656Z</updated><title type='text'>Ai como está o mundo bem acompanhado...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/bushhome.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/bushhome.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Coreia reforça o seu poder dissuasor&lt;br /&gt;por KCNA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Ministério dos Negócios Estrangeiros da RDPC esclarece a posição do país acerca da nova medida para reforçar a dissuasão à guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PYONGYANG, 03/Outubro (KCNA) -- O Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Democrática e Popular da Coreia emitiu em 3 de Outubro a seguinte declaração esclarecendo solenemente a posição da RDPC acerca da nova medida a ser tomada para reforçar a dissuasão à guerra para a sua auto-defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA aumentam diariamente a ameaça de uma guerra nuclear e as suas sanções e pressões viciosas provocaram uma situação grave na Península Coreana pela qual os supremos interesses e a segurança do nosso Estado são seriamente desrespeitados e a nação coreana é posta na encruzilhada da vida e da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA tornaram-se mais frenéticos nos seus exercícios militares e na concentração de armas na península e nas suas vizinhanças para o objectivo de lançar a Segunda Guerra da Coreia uma vez que fez de facto uma "declaração de guerra" contra a RDPC através da banditesca adopção de uma resolução no Conselho de Segurança das Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, estão a fazer esforços desesperados para internacionalizar as sanções e o bloqueio contra a RDPC não poupando meios e métodos covardes ainda não experimentados numa louca tentativa para isolar e asfixiá-la economicamente e derrubar o sistema socialista escolhido pelo seu próprio povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actual administração Bush chegou ao extremo de fazer o ultimato de que puniria a RDPC se esta se recusasse a capitular aos EUA dentro do calendário estabelecido por este. Sob a actual situação em que os EUA movimentam-se para isolar e sufocar a RDPC esta chegou à pior fase, indo para além de todos os extremos. A RDPC não pode mais permanecer como espectadora dos desenvolvimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDPC já declarou que tomaria todas as contra-medidas necessárias para defender a soberania do país e a dignidade da nação frente às viciosas acções hostis da administração Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério dos Negócios Estrangeiros da RDPC é autorizado a declarar solenemente o que se segue em conexão com as novas medidas a serem tomadas para reforçar a dissuasão à guerra para a auto-defesa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, o campo da investigação científica da RDPC irá no futuro efectuar um teste nuclear sob condições em que a segurança será firmemente garantida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDPC foi obrigada a abandonar o TNP quando a actual administração dos EUA sucateou (scrapped) a Estrutura Acordada RDPC-EUA (DPRK-US Agreed Framework) e ameaçou seriamente a soberania da RDPC e o seu direito à existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDPC anunciou oficialmente que fabricou armas nucleares actualizadas depois de passar através de processos transparentes legítimos para enfrentar a ameaça agravada dos EUA de uma guerra nuclear e de sanções e pressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posse já declarada de armas nucleares pressupõe o teste nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ameaça extrema dos EUA de uma guerra nuclear e de sanções e pressões obriga da RDPC a efectuar um teste nuclear, um processo essencial para reforçar a dissuasão nuclear, como uma medida correspondente para a defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como segundo ponto, a RDPC nunca utilizará armas nucleares em primeiro lugar e proíbe estritamente qualquer ameaça de armas nucleares e transferência nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um povo sem um dissuasor confiável da guerra está obrigado a esperar uma morte trágica e a soberania do seu país está destinada a ser desenfreadamente (wantonly) desrespeitada. Isto é uma amarga lição ensinada pelos banhos de sangues resultantes da lei da selva em diferentes partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As armas nucleares da RDPC servirão como um confiável dissuasor da guerra a fim de proteger os supremos interesses do Estado e da segurança da nação coreana em relação à ameaça americana de agressão e para prevenir uma nova guerra e salvaguardar firmemente a paz e a estabilidade sobre a península coreana sob quaisquer circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDPC sempre implementará sinceramente seu compromisso internacional no campo da não proliferação nuclear como um estado com armas nucleares responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, a RDPC fará tudo o que puder para realizar a desnuclearização da península e dar impulso ao desarmamento nuclear à escala mundial e finalmente à eliminação de armas nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a RDPC tem sido exposta à ameaça nuclear e à chantagem americana ao longo de mais de meio século, ela propôs a desnuclearização da península antes de quaisquer outros [lugares] e tem feito o máximo esforço para este fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA, contudo, abusaram da ideia de desnuclearização lançada pela RDPC para isolar e sufocar a ideologia e o sistema escolhido pelo seu povo, enquanto sistematicamente permaneciam indiferentes a toda a sua magnanimidade e sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo final da RDPC é não uma "desnuclearização" a ser seguida pelo seu desarmamento unilateral mas sim um destinado a ajustar as relações hostis entre a RDPC e os EUA, e a remoção da própria fonte de todas as ameaças nucleares da Península Coreana e da sua vizinhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há alteração na posição de princípio da RDPC de concretizar a desnuclearização da península através do diálogo e da negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDPC fará esforços positivos para desnuclearizar a península do seu próprio modo e sem falha apesar de todos os desafios e dificuldades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/kim_il_sung.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/kim_il_sung.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A versão em inglês encontra-se em &lt;a href="http://www.korea-np.co.jp/pk/"&gt;http://www.korea-np.co.jp/pk/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Contributo de José Lança&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115997240353043430?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115997240353043430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115997240353043430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115997240353043430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115997240353043430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/ai-como-est-o-mundo-bem-acompanhado.html' title='Ai como está o mundo bem acompanhado...'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115996950668080902</id><published>2006-10-04T13:42:00.000Z</published><updated>2006-10-04T13:46:39.046Z</updated><title type='text'>Meen Erhabe?</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gEQSWeqilB0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gEQSWeqilB0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115996950668080902?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115996950668080902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115996950668080902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996950668080902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996950668080902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/meen-erhabe.html' title='Meen Erhabe?'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115996921078177971</id><published>2006-10-04T13:28:00.000Z</published><updated>2006-10-04T13:41:46.196Z</updated><title type='text'>Abu-Ghraib - Para que não nos falte a memória! Parte II</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/c1-n4.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Assim é a guerra ao terrorismo.&lt;br /&gt;Superioridade ocidental?&lt;br /&gt;Democracia?&lt;br /&gt;Muitas perguntas, poucas respostas...&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Made in USA&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/dead-iraqi2.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/dead-iraqi2.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/dogs2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/dogs2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/iraqi-pow3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/iraqi-pow3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/iraqis_tortured.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/iraqis_tortured.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/m38.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/m38.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/new-toture6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/new-toture6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/ny21105091628.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/ny21105091628.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/SEALS_PRISONER_PHOTOS.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/SEALS_PRISONER_PHOTOS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/torture1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/torture1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115996921078177971?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115996921078177971/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115996921078177971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996921078177971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996921078177971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/abu-ghraib-para-que-no-nos-falte_04.html' title='Abu-Ghraib - Para que não nos falte a memória! Parte II'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115996849368288432</id><published>2006-10-04T13:16:00.000Z</published><updated>2006-10-04T13:28:13.693Z</updated><title type='text'>Abu-Ghraib - Para que não nos falte a memória! Parte I</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/c1-n4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/c1-n4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/abu.4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/abu.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/abu.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/abu.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/abu-ghraib.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/abu-ghraib.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/abu%20ghraib.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/abu%20ghraib.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/040510onslpo_prison_08_p350.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/040510onslpo_prison_08_p350.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/1213370.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/1213370.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/1213369.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/1213369.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/040510onslpo_prison_06_p350.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/040510onslpo_prison_06_p350.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/040510onslpo_prison_07_p350.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/040510onslpo_prison_07_p350.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/0009DF21-4C67-1093-953F80BFB6FA0000.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/0009DF21-4C67-1093-953F80BFB6FA0000.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/0,1020,354401,00.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/0%2C1020%2C354401%2C00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115996849368288432?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115996849368288432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115996849368288432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996849368288432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996849368288432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/abu-ghraib-para-que-no-nos-falte.html' title='Abu-Ghraib - Para que não nos falte a memória! Parte I'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115996426519379737</id><published>2006-10-04T11:53:00.000Z</published><updated>2006-10-04T12:17:45.213Z</updated><title type='text'>Luís Afonso - Uma homenagem ao melhor cartoonista português</title><content type='html'>&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/LA-1.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/webbartoon20040125.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/webbartoon20040125.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/webbartoon20040907.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/webbartoon20040907.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/la2.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/la2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/bartoon.0.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/bartoon.0.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Afinsa.0.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Afinsa.0.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115996426519379737?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115996426519379737/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115996426519379737' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996426519379737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996426519379737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/lus-afonso-uma-homenagem-ao-melhor.html' title='Luís Afonso - Uma homenagem ao melhor cartoonista português'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115996035073407163</id><published>2006-10-04T11:09:00.000Z</published><updated>2006-10-04T11:46:56.706Z</updated><title type='text'>Propaganda e propaganda!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Misuse_of_anti_Semitism_by_Latuff2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Misuse_of_anti_Semitism_by_Latuff2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Misuse_of_anti_Semitism_2_by_Latuff2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Misuse_of_anti_Semitism_2_by_Latuff2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Porque tem coisas que ninguém pode falar...&lt;br /&gt;e opiniões impossiveis de escrever.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É bonito ser-se anti-fascista ou anti-comunista,&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;pode-se clamar contra o capitalismo ou o socialismo,&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;mas já não é fácil ser anti-americano (e não estou a falar do povo que tem Steinbeck ou Reed, e que tem manifestações gigantescas de imigrantes ou hispano-afro-americanos),&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;nem anti-democrata-burguês como lembrou bem um militante da PO (política operária) numa das tertúlias do partido,&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;muito menos anti-sionista. Estes são logo carimbados de Nazis.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;a questão é que os sionistas são uma coisa, os israelitas são outra.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Grande-Israel é um projecto imperialista, que pretende levar Israel até ao Cairo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Israel é um Estado racista, uma vez que há quotas para Arabes e Católicos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Israel há pacifistas, marxistas, gays e feministas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há até quem de Israel seja, e esteja contra o "seu" próprio Estado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas sionista é outra coisa. Outra coisa perto dos fascistas!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sem medos eu cá sou anti-sionista.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde muito novo, no tempo das leituras pré-adolescentes, do Diario de Ane Frank. Nesse diario, descobri que a Internacional Sionista, sediada em Washington à data da 2ª Grande Guerra, nunca respondeu aos apelos da resistência nem aos apelos dos comités de defesa dos judeus.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim se vê o que pesa mais, se a solidariedade de classe se a solidariedade de credo. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115996035073407163?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115996035073407163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115996035073407163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996035073407163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115996035073407163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/propaganda-e-propaganda.html' title='Propaganda e propaganda!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115988241779897263</id><published>2006-10-03T13:07:00.000Z</published><updated>2006-10-03T14:15:24.686Z</updated><title type='text'>A crise da verdade e da memória no oligopólio mundial</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/memo2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/memo2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Renato Prá-ky&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(a propósito da discussão lançada por José Mário Branco)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Introdução \ Objectivos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Marenches não deveria estar muito preocupado: se as democracias são moles não hão-de faltar espíritos fortes para lhes restituírem o músculo”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito deste pequeno trabalho é a abordagem central de duas das grandes questões que hoje se levantam, mais do que nunca, desde a fundação de uma nova fase da modernidade, fundada a partir na nova ordem mundial na Sociedade das Nações e aprofundada com a queda do Muro de Berlim, há já mais de 15 anos atrás. Com o triunfo do liberalismo económico e da economia de mercado, com a revolução informática, e com o advento, tantas vezes antagónico, da globalização, as tecnologias da informação e da comunicação estão como nunca antes no epicentro da geopolítica mundial. Seguro que, tal como E. Obsbauwm, a última era foi a era dos extremos, em que seguramente grandes projectos de dominação foram felizmente vencidos, a minha inquietação recai sobre a época extrema que se começa a esboçar neste fim/começo em que habitamos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A economia total, como lhe costumo chamar, bem como a sociedade que esta produz, transforma a comunicação entre os indivíduos num complexo código comunicacional. O ser humano apresenta-se ao seu igual como a melhor das cobaias para ensaiar a cyborgização dos tempos ultra-modernos. Vale tudo, são as únicas palavras que deveriam estar escritas em tudo o que são tratados ou leis, declarações de princípios de qualquer das organizações de gestão internacional (da OMC ao G8, da ONU à União Europeia), como artigo único.&lt;br /&gt;“Vale tudo” é a palavra de ordem da filosofia política e a cartilha económica da Nova Ordem Mundial.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação social encontram-se no coração desta que se tornou a estratégia do homem “novo” da última vaga revolucionária mundial, e que pôs fim aos extremos a que Obsbauwm se referia.&lt;br /&gt;Os média, tal como a riqueza mundial, e possivelmente de forma ainda mais estratificada, encontram-se perigosamente concentrados num grupo extremamente reduzido de pessoas. Como se não bastasse a concentração cruzada, que as novas tecnologias vieram impor, dominam também o mercado de um conjunto vastíssimo de mercadorias, serviços, e mesmo direitos (com a nova fase do liberalismo). O Jornal, a Rádio, a TV e a Net que consumimos, pertencem aos mesmos que nos fornecem os alimentos, os automóveis, as casas, os telemóveis, o acesso ao cabo ou à produção e distribuição cinematográfica. Além do domínio em “linha” passam também a dominar o “mercado em rede”. Os poucos senhores da comunicação, passam a ser os mesmos que têm interesses no material ou no petróleo da guerra, nas alfândegas e no controlo das migrações mundiais, no negócio da ajuda humanitária, no ouro, no marfim, na cocaína, enfim, passam também a ser aqueles que nos governam, e a esse poder acumulam e concentram o papel de vanguarda na finança mundial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não fosse o bastante, têm ainda na mão o que ficar de História para contar e se aprender nos amanhãs do silêncio ou da mentira. Têm assim as palavras e os suportes que nos hão-de contar a História.&lt;br /&gt;A verdade e a memória sofrem neste contexto uma metamorfose notável que a sociedade parece dar mostras de não saber estar preparada para lidar. Com a velocidade alucinante com que tudo avança, o tempo útil e necessário para a racionalização e reenquadramento, bem como na definição de limites e regras aos tempos do “vale tudo”, são a razão profunda da incapacidade de superação esquemática deste trabalho.&lt;br /&gt;Fica contudo a singela garantia que será, da minha parte, uma investigação interminável na tentativa que farei para ser um (J)jornalista, para quem a verdade e a memória são objecto central da sua ciência, na difícil trincheira da resistência global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da plutocracia industrial à plutocracia virtual.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Propriedade, concentração concêntrica e multimédia, domínio da rede, as TIC. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Mesmo aqueles que duvidaram do carácter revolucionário de ondas anteriores de mudança técnica não mostram grande dificuldade em aceitar que se vive presentemente uma enorme revolução tecnológica, baseada no computador electrónico, no software na micro-electrónica, na Internet e nos telemóveis.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Um em cada Francês lê uma publicação de Hersant…; Três editores controlam sozinhos dois terços dos títulos diários e dominicais na Grã-Bretanha…; na Austrália Rupert Murdoch é dono de dois terços da tiragem global da Imprensa…; na RFA três grupos dominam a imprensa não diária, Bauer, Burda e Gruner und Jahr (a última filial do maior grupo multimédia da Europa, o Bertelsmann) e um único, Axel Springer, a imprensa quotidiana…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquietante a análise de M. Palmer, no início dos anos 80, data em que a evidência anunciada por F. Louçã e C. Freeman era ainda motivo da maior controvérsia. A concentração do capital financeiro passou à sua fase mais alucinante de crescimento e concentração, de todos os ciclos, da já longa história das Revoluções Industriais.&lt;br /&gt;O carvão e a máquina a vapor de outrora, bem como os avanços que permitiram cada novo arranque de cada fase da Revolução Industrial, apesar de terem equivalência do ponto de vista do papel que operam ao nível das possibilidades tecnológicas de cada episódio industrial, em nada se comparam do ponto de vista da sua transversalidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No novo ciclo do capitalismo global, as Tecnologias de Informação e da Comunicação, não têm exclusivamente um papel inaugural, como aconteceu com grande parte das tecnologias do século XIX e XX, essas tecnologias desempenham um papel condutor e omnipresente, não só ao nível do mercado, mas ao nível profundo da existência humana.&lt;br /&gt;Digamos que, e para terminar o paralelo, os comboios e as fábricas do século XIX, apesar do seu carácter revolucionário, passaram ao lado da grande esmagadora maioria da população e das sociedades mundiais. Quantos anos levaram até que saísse das fronteiras da Europa central? Apesar de determinante para a ciência e a economia, e com elas para os seus agentes, quantas vidas terão de facto mudado num tão curto espaço de tempo?&lt;br /&gt;Nos últimos 25 anos, o desenvolvimento tecnológico em geral e as Tecnologias da Informação e da Comunicação em particular, imprimiram tal velocidade e ritmo à transformação de todo o ambiente social que não se conhecem pensadores e intelectuais sérios que se atrevam a fazer prognósticos rígidos.&lt;br /&gt;Paralelamente a esse mesmo desenvolvimento, material e capital, as sociedades mundiais mergulham no pântano em termos de igualdade social, acesso aos mais básicos direitos fundamentais, guerra generalizada, barbárie ambiental, sobre especulação e sobre exploração do trabalho, fome, epidemias, enfim, todo um cenário de degradação humanitária, que deixa sem palavra os que do estudo da história preservem igual seriedade na análise.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto para dizer, com a insuspeita fonte da Forbes, que um terço dos 25 bilionários mais ricos do planeta têm como área de investimento financeiro os Meios de Comunicação Social, seja ao nível do software seja ao nível da produção de conteúdos. A totalidade destes senhores do capital mundial tem negócios cruzados pelas mais diversas áreas do mercado, do retalho ao petróleo, do software à Indústria de Armamento, da microelectrónica à indústria da floresta, muitos deles com relações promíscuas com o poder central.&lt;br /&gt;Um exemplo extremo e caricatural desse fenómeno será o senhor S. Berlusconi, vigésimo quinto bilionário do mundo, que a partir do negócio imobiliário, detém hoje, directa e indirectamente (directa por via da propriedade ou indirecta por via na nomeação politica da RAI por ser chefe de governo) o monopólio quase absoluto dos meios de comunicação social italianos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta estratégia de crescimento, que teve como factor catalizador a chamada nova economia, que foi capaz, do ponto de vista do volume de negócios de pôr a economia real a um canto. Ignacio Ramonet, dizia num dos seus editoriais do Le Monde Diplomatic, que à escala de um copo de água apenas uma colher de café representa a economia real, sendo que tudo o resto são títulos financeiros.&lt;br /&gt;Depois do boom dos anos 80 e principalmente 90, densificado pela crise financeira do mercado asiático bem como pelo agravar da geopolítica mundial a partir do 11 de Setembro, parece que o entusiasmo inaugural, quase messiânico, deu lugar ao pessimismo. O discurso da crise, apesar de contrariado pelo balancete económico das grandes empresas mundiais, bem como pelo índice de consumo de produtos de luxo, generaliza-se. Acentuam-se os conflitos sociais e a vanguarda do capital financeiro dá sinais de retracção táctica. A estratégia da concentração, apesar de não deixar de ser um indício bem claro do darwinismo sócio-económico onde vivemos, transparece também como um sinal de defesa do capital global, onde a estratégia mono(oligo)polista parece proteger todos os grandes, ao invés, de vitalizar o mercado da concorrência, beneficiadora dos demais ao seu acesso.&lt;br /&gt;Independentemente da multiplicidade de análises que possam ser feitas, os números falam por si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais atacante ou mais defensiva, a concentração apresenta-se como uma estratégia com ganhos para ambos as partes, sendo que além dos que através das fusões passam a jogar na mesma equipa e muitas vezes num terreno que fica sem adversários, onde invariavelmente quem irá pagar a factura serão os consumidores. Do transporte marítimo do Canal da Mancha, ao vinho, dos cereais à produção de conteúdos, aos mais diversos órgãos de comunicação social, a concentração é sempre feita com o acordo das duas partes, com óbvios ganhos para ambos os negociadores. Aqui representadas como partes aqueles envolvidos directamente no negócio.&lt;br /&gt;O número de fusões, bem como a sua dimensão, supera os índices do tolerável pelos próprios gestores e pensadores do liberalismo económico. Um estudo da OCDE, já de 1992, conclui que “a competição monopolista e a interacção estratégica entre as empresas e os governos, mais do que a mão invisível das forças do mercado, são os factores que hoje em dia condicionam a competitividade e a divisão internacional do trabalho.” Alan Greenspan, homem forte da reserva federal americana, dizia-se preocupado com o comportamento desenfreado dos mercados financeiros. Quarenta por cento do comércio mundial pura e simplesmente não é comércio, consiste em operações fictícias realizadas dentro dos próprios grupos económicos, onde o dinheiro circula e cresce, indefinidamente. Virtual é a operação, selvagem, a deslocação obrigatória ou o desemprego de milhões de pessoas no mundo.&lt;br /&gt;Os GATT´s são também, do ponto de vista dos acordos financeiros, um expoente máximo dos estranhos acordos de preçários com entidades que deveriam ter interesses antagónicos, como são os governos e as empresas. São o acordo que permite a fome das quotas de mercado.&lt;br /&gt;Como disse Viviane Forrester no seu ensaio O Horror Económico, “O lucro, claro, lucrará.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cruzamento entre capital e poder é de tal ordem angustiante que depois de vermos durante toda a Guerra Fria duas locomotivas sem freio, a disputar o mundo palmo a palmo para ver qual dos dois o maior Imperialismo, a liquidarem-se mutuamente com as suas próprias armas, onde tantas vezes inimigos da trincheira foram amigos de negócios, a concentração concêntrica e multimédia ameaça atingir níveis ainda mais repugnantes de actuação. Como exemplo ficam também as relações financeiras de Washington com a família Laden (antes e depois do 11 de Setembro), o envolvimento editorial cada vez mais feroz com a cultura e a ideologia ocidental, bem como, e pasme-se, a recente suspeita lançada sobre a família de Yasser Arafat por causa de interesses directos na construção do muro que o executivo de Ariel Sharon mandou construir à volta do enclave de Israel e do “arquipélago apartheidarizado” da Palestina.&lt;br /&gt;Mais uma vez, e dramaticamente, “o lucro, claro, lucrará”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/memoria.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da propriedade ao poder, o monopólio da verdade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um novo imperialismo, da concentração económica à concentração de poderes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“A imprensa é livre. Só por virtude desta liberdade comercial desaparecem jornais que tiveram o seu tempo de glória…, reforça-se a lei da natureza…, em França e fora dela quantas metrópoles regionais dispõem de apenas um jornal? (…) Deste modo a sociedade dá um passo decisivo para esse falso consenso baseado não sobre o debate aprofundado, mas numa confusa referência comum a vagas opções mergulhadas no nevoeiro de argumentos esbatidos. A liberdade do espírito é subjugada à vontade do comércio, ao triunfo do dinheiro. Primeira vítima: a liberdade do leitor-cidadão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A General Electric compra a companhia RCA (Radio Corporation of America) e a network NBC, uma das três grandes redes de radiotelevisão dos Estados Unidos. A RCA/records foi revendida por 300 milhões de dólares, ao grupo multimédia alemão Bertelsmann. Bertelsmann, que ao comprar também a Doubleday, subiu ao primeiro lugar mundial dos grupos de comunicação.&lt;br /&gt;A compra da cadeia de radiotelevisão ABC, pelo gigante trust de comunicações multimédia Capital Cities.&lt;br /&gt;A compra da UIP, pelo magnata mexicano Mário Vasquez Rana. O Império da News Corporation que sozinho detém dois terços da tiragem mundial.&lt;br /&gt;A Deutsche Telecom, a Telecom Itália (principal grupo de rádio italiano), a Telefónica/Prisa (principal grupo de comunicação espanhol), a France Telecom, a Bouygues, a Lyonnaise des Eaux, a Vivendi, que domina também o Canal Plus e a Havas, a Matra-Hachete.&lt;br /&gt;A AT&amp;T (que domina a rádio a nível planetário), a dupla MCI.BT (segunda rede telefónica americana e ex-British Telecom), a Sprint, Cable &amp;amp; Wireless, a Bell Atlantic, a Nysex, a NTT, a Dysney, a Viacom, a AOL-Time-Warner, a IBM, a Microsoft, a Sony, a Westinghouse (que comprou a CBS), a Intel.&lt;br /&gt;Estes são alguns exemplos dos inúmeros intérpretes da concentração económica que encheram as primeiras páginas do jornalismo económico na última década. A soma do Capital Financeiro de cada um destes grupos supera o PIB de qualquer país de média dimensão, como Portugal. À escala de países como o nosso, a PT, a Impresa de Balsemão, e a Sonae.Com de Belmiro de Azevedo, pequenos grandes aprendizes do capitalismo selvagem, vão dando os primeiros passos no mercado internacional.&lt;br /&gt;Todo este poderio, que em número de títulos atinge níveis impensáveis até há poucas décadas atrás e que, em 30 anos, produziu mais informação do que nos 5000 anos precedentes, onde 20 milhões de palavras são difundidas nos mais diversos suportes, deita por terra o ideal humanista do conhecimento total.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Contraditoriamente, acoplado aos números absolutos em termos de edições, à variedade informativa, ao boom comunicacional da Internet e dos telemóveis, está a indecifrável realidade da uniformização do conhecimento.&lt;br /&gt;Roda-se o globo em vinte e quatro horas, as mais variadas praças do mundo, seja qual for o grupo económico dominante, sabemos que a catástrofe do dia é a mesma, como as mesmas são as manchetes internacionais, como clones são os conteúdos informativos, como parecida é a utilização da net e dos telemóveis. Chora-se e ri-se pelo mesmo e ao mesmo tempo em todo o mundo.&lt;br /&gt;A pluralidade pregada na fundação da democracia moderna, a visão romântica difundida pelo liberalismo dos meios de comunicação e informação como pilares estruturantes da cidadania, são promessas que já não se esperam, ao esbarrar na realidade comunicacional contemporânea.&lt;br /&gt;As consequências da concentração do poder económico, a sua promiscuidade com o poder político, a sua invisibilidade judicial, o seu carácter transnacional, transforma estes impérios de hoje, nos impérios mais poderosos que a História conheceu, bem como levanta um infindável conjunto de questões, que este trabalho não se propõe a aprofundar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No duplo movimento que os Média conhecem hoje, concentração e integração em grupos multimédia, bem como da homogeneização dos seus produtos e da consequente implosão da pluralidade, chegou a pensar-se que a lógica económica e a lógica democrática se enfrentariam no espaço da comunicação.&lt;br /&gt;Ao contrário das previsões de Palmer, a realidade foi no sentido do entendimento dos dois poderes, sendo que o espaço mediático, tem servido acima de tudo para transformar o público num elemento subserviente a ambos, ou seja, ao poder económico transformando o público em consumidor da rede de produtos do grupo proprietário ou dos grupos investidores, ao poder “democrático” para vender o pensamento único, o terror, o medo e a tão pacífica e sustentada inércia social. É a maior fusão dos “mercados”, a “holding” mais assustadora, um grupo transnacional para governar o mundo. A primeira greve em meio século de existência (e lembremo-nos das greves do último meio século), levada a cabo pelos jornalistas do magazine francês L’Express, contra a prepotência do grupo económico que do qual é propriedade, e tem como cabeça o industrial aeronáutico Serge Dassault. Como se daria bem De Gaulle com esta democracia…, esse que apesar da orientação contra a aventura Argelina do L’Express, não teve direito sequer a uma greve.&lt;br /&gt;Venha de lá outro Maio, parece ser o sinal emitido pela redacção em causa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As consequências para a verdade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O consenso forjado, a censura e os novos policias do pensamento.&lt;br /&gt;“Os livros escolares pagam Iva, quando as publicações sentimentais dele são isentas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G. Orwell e A. Huxley estariam longe de imaginar a que ponto chegou a capacidade censória da sociedade. Mais ainda se pensarmos que essa mesma censura implementa-se tão mais profundamente quanto democrático se apresenta o seu Estado, e liberal o seu governo. Ao nível especialmente da produção de necessidades de consumo, bem como da construção do “indivíduo legume”, resultado da maquiavélica fusão entre o poder económico o poder político e o poder judicial, a censura adquire, além da já bem conhecida imposição extrínseca, antes uma condição intrínseca.&lt;br /&gt;Contrariamente às máquinas censórias do século XIX e XX, que se impunham acima de tudo através do bastão e da tortura, a censura contemporânea passa também a emergir de dentro dos próprios indivíduos. A maioria absoluta da população mundial é excluída dos processos comunicativos. Mas os que se dirigem a esses processos como profissionais são igualmente excluídos, se não fizerem o pacto de sangue com o consenso forjado, ou com a pluralidade razoável.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para qualquer estudante de Jornalismo, esta realidade é uma evidência. Os processos comunicativos estão restritos a uma elite de bons alunos do status quo, que cristalizam opiniões e amplificam os estereótipos, cruzam de forma irrecuperável o entretenimento e a informação, que sacralizam o espectáculo e dependem da ideologia e do dinheiro da publicidade, transferem para a esfera pública no mesmo plano, o que interessa e o que não interessa, imprimem a mesma emoção ao relato desportivo, à morte do Papa e à guerra do Iraque, escravizam-se sob a pressão do directo destruindo o conceito de jornalista “olhos do mundo” (analítico) para construir o conceito do jornalista “espelho” (descritivo), absorvem como dogma a razão profunda da propaganda proto-democrata a partir da máscara do paradigma da neutralidade.&lt;br /&gt;Coloca-se o lucro acima da verdade. Só conta o impacto visual e moral da informação. Contam as sensações que a notícia provoca no público, apenas necessitando de ligeira verosimilhança. Vence o sensacionalismo, perde o rigor e a objectividade. Leva-se à prática o lema: “não deixes que uma má verdade estrague uma boa mentira” ou o lema: “O bom jornalista não tem compromisso com a verdade mas sim com a notícia; e se a noticia é boa não interessa que seja verdadeira”. A taylorização do jornalismo, que deita por terra a visão do jornalista investigador (que se celebrizou em variadíssimos filmes e personagem históricas como J. Reed ou G. Orwell), e concretiza a visão do jornalista “pé de microfone”, “adaptador de telex” e “máquina de telefonemas”, a diluição do papel e do trabalho jornalístico a um mero elemento de auxiliar técnico das tecnologias operantes, escravo dos interesses do proprietário ou das fontes.&lt;br /&gt;“Os terroristas e os aliados”, “Os gangs varreram a praia de Carcavelos”, “imigrante de leste rouba loja de telemóveis”, “mais um ataque fundamentalista palestiniano e mais uma retaliação israelita”, constituem manchetes tornadas verdades, que, além de se manifestarem ao nível das crenças e da fantasia, têm repercussões profundas do ponto de vista sócio político.&lt;br /&gt;O paradigma da neutralidade, que transforma a prática de jornalista em espelho, mais não é do que a forma de o tornar um reflexo do visível, sendo que não deve haver realidade informativa cuja aparência se realize do ponto de vista da verdade. Ora, quem domina a aparência define a verdade que o jornalista há-de contar. As razões profundas, as implicações, a historia das coisas, já não importam para compreender a informação.&lt;br /&gt;Após a cimeira de Camp David, E. Mubarak, B. Clinton e Y. Arafat correram o mundo numa imagem plena de paz e harmonia diplomática…. Meses depois, rebentou a segunda Intifada Palestiniana. Não foi a imagem que mentiu. Foi o facto de ser só imagem, ou descrições dela.&lt;br /&gt;É assim com quase todas as notícias. O derrube da estátua de Saddam Hussein, bem no centro de Bagdad, marcava o fim oficial da guerra. Desde então, já morreram duas vezes mais soldados anglo-americanos. Tinha acabado ou começado a guerra? Mais uma vez, não foi a imagem que mentiu, antes e apenas a sua aparência iconográfica. E o relatório americano sobre armas de destruição massiva? Quantos o divulgaram com um alarmismo sem contraditório? E o caso Lewinsky que, para sair do topo de vendas teve que pôr a Jugoslávia a sangrar? E o 11 de Março e as manchetes que culpabilizaram “sem provas” a ETA pelo mundo fora?&lt;br /&gt;Quantos títulos nos mentem? A mando de quem? Com que interesses?&lt;br /&gt;Dos exemplos que não ficam conhecidos, sobre mentiras tornadas verdades, ainda mais perigosas se tornam as suas consequências. Assim, e em Jornalismo, as piores mentiras são os silêncios.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Podemos individualmente sair desta redoma, é por ventura até tarefa fácil e estimulante para estudantes, professores ou investigadores. Mas e o resto do mundo? O que vai ele fazer amanhã se a grande parte do seu conhecimento não for verdadeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A impossibilidade redactorial do Jornalismo.&lt;br /&gt;Que alternativas?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“ As novas antenas continuam a difundir as velhas asneiras, a sabedoria essa, continua a passar de Boca em boca”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo que não será interpretado à letra que este excerto da poesia de Brecht tem validade, é certo que dele ainda transpira um fundo de razão. Se não bastará a boca para difundir “sabedoria”, é certo que das velhas antenas não só teremos asneiras como mentiras.&lt;br /&gt;A impossibilidade quase total do jornalismo redactorial, acima de tudo para aqueles que acabem de chegar às redacções, é confrangedor para os que nasceram a ouvir falar em sociedades democráticas e de informação. Já durante os séculos XIX e XX, o jornalismo redactorial esteve sempre bem amestrado pela verdade forjada do sistema dominante.&lt;br /&gt;Reed, para escrever os 10 Dias Que Abalaram o Mundo teve de ter a sorte de ter nascido numa família aristocrática dos EUA, para que a sua viagem fosse financiada e a história registrada. Não tivesse aquele momento a importância que teve, Reed seria hoje um ilustre desconhecido. Se Reed não estivesse lá estado, toda a informação daqueles dias tinha sido controlada ora pelos Bolcheviques ora pela inteligência Ocidental.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quantas redacções estão hoje dispostas a financiar o jornalismo de investigação? Qual o grupo económico que envie jornalistas além fronteiras e não o faça pela procura da história e dos seus factos, mas antes para alimentar a máquina de propaganda. Porque é que temos de saber todos os últimos suspiros do Papa, cada excentricidade dos VIP´s no Verão tolo, cada caloria dos futebolistas, cada declaração pública de cada governante, mesmo que seja para não dizer nada? Porque é que cada ciclo do ano tem já uma agenda própria de temas? Onde fica o papel da realidade na definição da agenda.&lt;br /&gt;O colapso económico da Argentina, o aclamado bom aluno das teses neo-liberais, e a realidade de Guantanamo? Onde nos podemos informar sobre o colapso governamental da Bolívia, ou sobre os novos movimentos contra a globalização capitalista? Quantos minutos tiveram as vítimas do 11 de Setembro e quantos tiveram todas as outras, do Vietename à Nicarágua pelo exército americano?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O mundo da comunicação alternativa tem dado passos importantes, especialmente desde a generalização da Internet. Organizações de informação alternativas como o Indymedia, ou a partir dos sites das mais variadas organizações não–governamentais e das organizações populares de Base, ensaiam possibilidades informativas além das difundidas pelo poder central.&lt;br /&gt;A importância destas experiências não esconde no entanto as suas limitações.&lt;br /&gt;Na Televisão, na Rádio e nos Jornais de grande tiragem, dado o investimento inaugural que é necessário, bem como pela despesa corrente, não existem organizações nem mecenas capazes de fazer face a tal investimento. A Internet apresenta-se como o interface de todos os suportes para todos os produtores de informação alternativa.&lt;br /&gt;Em Junho de 2001, aquando do G8 em Génova, este movimento de informação alternativo ensaiou o seu primeiro teste de cobertura praticamente em directo. O poder, na sua forma armada, agiu sem hesitações. Além da carga sobre os manifestantes, que no marco da análise política pode até ser discutida, o centro de informação independente, que ficara alojado numa escola com autorização do governo da cidade, foi literalmente destruído e brutalmente agredido quem nele trabalhava e o tentava proteger. Apesar de uma boa parte do material ter sido quase de imediato posto no mundo, via net, os originais de todos os materiais desapareceram.&lt;br /&gt;Foi provavelmente uma das provas mais vivas de censura armada em solo ocidental no passado recente. No país de quem? Berlusconi, claro. Sob a égide dos 8 mais poderosos do planeta. Com os Carabinieri dirigidos por uma força de comando da NATO… mais palavras para quê?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/memoria2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sobre a memória ou a ausência dela.&lt;br /&gt;Das tensões pós-modernas ao ataque à dialéctica.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"À força de observar, esquece-se que também está a ser observado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que respeita à memória, não só pelas consequências que advêm do escamoteamento da verdade com óbvias manipulações ao nível do que fica registado, o problema de fundo reside nos formatos em que é armazenada. O papel, o som, o diapositivo, a película deram lugar aos registos electrónicos.&lt;br /&gt;A informação disponível a prazo sobre a cultura estará em grande medida disposta virtualmente, vulnerável a essa mesma condição. Partindo de um exemplo doméstico, na República em que habito, nos últimos três anos, foram guardados todos os seus registos em formato digital. Fotografias dos Centenários, documentos do Conselho de Repúblicas, escritos vários, recolhas e investigações na Internet, todos os registos perdidos com a danificação do disco rígido do computador da Associação. Três anos de memória perdidos. Se isto é assim ao nível da comunicação interpessoal e vida associativa, onde está em risco um património cultural incalculável, imagine-se em termos de conteúdos globais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Jornal, a prazo, ameaça perder o suporte em papel a grande maioria das rádios profissionais já estão completamente digitalizadas, o mesmo sucedendo com as televisões, que com a implosão do serviço público poucas são as que devem guardar as suas emissões e as que são guardadas estão sujeitas à violência da propriedade e à vulnerabilidade dos suportes. Vivemos numa época em que a comunicação se torna progressivamente em patente, com todas as consequências que daqui advêm. Da carta ao e-mail, da fotografia ao pixel, do segredo à SMS, do olhar à MMS…&lt;br /&gt;A linguagem, ainda que codificada em 0 e 1, será, ao que parece, uma das ferramentas que menos se transformará, ou onde essa transformação levará mais tempo. Ainda assim, não se relativizem os seus efeitos. Em particular no Jornalismo, com dogmas como a neutralidade, tendo como tirano os intelectuais do pós-modernismo, que liquidam a dialéctica recusando toda a experiência semântica carregada de sentido, o cenário é difícil para os que não desistirem de comunicar. Não bastasse já a ideia sinistra de afirmar o fim de uma época no seu apogeu, a tentativa de nos conduzirem ao grau “zero da língua” constitui uma ameaça onde uma vez mais quem sai ferido de morte é a memória.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Onde nos encontraremos no futuro? Encontraremos os vindouros a estudar o seu passado numa espécie de portal &lt;a href="http://www.ser_humano.com/"&gt;http://www.ser_humano.com/&lt;/a&gt;? Estaremos perante uma estratégia de branqueamento arquitectada? Ou é apenas mais uma consequência colateral do maravilhoso mundo novo das TIC?&lt;br /&gt;A resposta, ou o procurar de mais questões, deve, na minha opinião, ser um dos trilhos da investigação que urge fazer.&lt;br /&gt;A sociedade da informação é mais uma mentira da qual não haverá memória?&lt;br /&gt;Cabe-nos a todos restituir de músculo a resistência a tal fatalidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;DECORNOY Jacques, “Para nos vermos livres da verdade” in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;LOUÇÃ, Francisco, FREEMAN, Chris, Ciclos e Crises no Capitalismo Global, Afrontamento, 2001.&lt;br /&gt;PALMER, Michael, A Ofensiva dos Grandes Grupos, in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.forbes.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.forbes.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;. Revista especializada da alta finança, anexos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.poferries.com"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.poferries.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.norfolkline.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.norfolkline.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;; www.seafrance.com.&lt;br /&gt;Mondovino; Documentário de Jonathan Nossiter, sobre os efeitos da globalização na produção mundial de vinho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.monsanto.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.monsanto.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;JULIEN, Claude, “Liberdade” in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;Acordo Geral de tarifas e comercio, em vigor desde 48, mas aprofundado em 94 com a criação da OMC, na que veio a ficar conhecida pelo Uruguai round.&lt;br /&gt;FORRESTER, Viviane, O Horror Económico, Terramar, 1997.&lt;br /&gt;JULIEN, Claude, “Liberdade” in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;PALMER, Michael, A Ofensiva dos Grandes Grupos, in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;MESQUITA, Mário, “Greve dos Jornalistas contra as ideias sãs”, in; Público, 12 de Junho de 2005.&lt;br /&gt;SANTINI, André, in: RAMONET, Ignacio, (org.), A Comunicação Social Vítima dos Negociantes, Editorial Caminho, Lisboa, 1992.&lt;br /&gt;RAWLS, J, Teoria da Justiça.&lt;br /&gt;DEBORD, Guy, Sociedade do Espectáculo.&lt;br /&gt;Revolta ou insurreição contra a ocupação Israelita&lt;br /&gt;Anexo sobre pedido de desculpas do El País.&lt;br /&gt;BRECHT, Bertolt, Antologia Poética, Campo das Letras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.Indymedia.org"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.Indymedia.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;.&lt;br /&gt;BARTHES, Roland, Grau Zero da Escrita, Edições 70, Lisboa.&lt;br /&gt;BARTHES, Roland, Grau Zero da Escrita, Edições 70, Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/memo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115988241779897263?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115988241779897263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115988241779897263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115988241779897263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115988241779897263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/crise-da-verdade-e-da-memria-no.html' title='A crise da verdade e da memória no oligopólio mundial'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115988058705302287</id><published>2006-10-03T12:45:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:31:55.843Z</updated><title type='text'>Manifestação pró-globalização</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/global.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/global.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para quem pensa que eles não se reúnem...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neoconservadores de México, Canadá y EEUU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La reunión secreta de los globalizadores por Gaston Pardo&lt;a class="titre7" title="Periodista mexicano. Es coresponsal de la Red Voltaire en México." href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#auteur4181" rel="nofollow"&gt;*&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los neoconservadores estadounidenses tienen hoy en día firmes aliados en el mundo. La prueba es la reunión secreta de los globalizadores mexicanos, canadienses juntos a ellos en el lujoso hotel de Banff Springs. La estrategia es consolidar su dominación en las elites del continente norteamericano y más tarde en Latinoamérica. Esta penetración se realiza gracias a una entidad norteamericana de asistencia con fachada pública llamada NED, pero que no es otra cosa que una dependencia de la CIA. El caso mexicano presentado a continuación es un buen ejemplo del control que pueden ejercer.&lt;br /&gt;30 de septiembre de 2006DesdeCiudad de México (México)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hotel de Banff Springs, provincia de Alberta, Canadá, lugar donde se llevó a cabo la reunión secreta de los globalizadores y su locura de querer controlar el mundo.&lt;br /&gt;Entre la fecha de su fundación, septiembre de 1939 y el año 1976 la ideología del partido político mexicano PAN [Partido de Acción Nacional, de tendencia conservadora y católica] -de donde han emergido los dos últimos presidentes aztecas, Vicente Fox y el fraudulento Calderón, estaba inspirada en los pensadores políticos de la derecha española, concretamente en Donoso Cortés [&lt;a class="spip_note" title="[1] Juan Donoso Cortés (Valle de la Serena, Badajoz, 6 de mayo de 1809- † (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nb1" rel="nofollow" name="nh1"&gt;1&lt;/a&gt;], José Antonio Primo de Rivera [&lt;a class="spip_note" title="[2] José Antonio Primo de Rivera y Sáenz de Heredia (Madrid, 24 de abril de (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nb2" rel="nofollow" name="nh2"&gt;2&lt;/a&gt;] Juan Vázquez de Mella [&lt;a class="spip_note" title="[3] Juan Vázquez de Mella Fanjul (1861, Cangas de Onís, Asturias - 1928, (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nb3" rel="nofollow" name="nh3"&gt;3&lt;/a&gt;], Ramiro de Maeztu [&lt;a class="spip_note" title="[4] Ramiro de Maeztu Whitney, (Vitoria, Álava, 4 de mayo de 1875 - Aravaca, (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nb4" rel="nofollow" name="nh4"&gt;4&lt;/a&gt;], José Vasconcelos [&lt;a class="spip_note" title="[5] José Vasconcelos Calderón (Oaxaca, 1882 - Ciudad de México, 1959) (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nb5" rel="nofollow" name="nh5"&gt;5&lt;/a&gt;], Manuel Gómez Morín [&lt;a class="spip_note" title="[6] Manuel Gómez Morín (Batopilas, Chihuahua, México, el 27 de febrero de (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nb6" rel="nofollow" name="nh6"&gt;6&lt;/a&gt;] y otros. A partir de 1976 comenzó un viraje hacia el pensamiento norteamericano neoceonservador, hacia la escuela económica neoliberal de los llamados Chicago Boys representada por el economista estadounidense Milton Friedman y las tesis escalofriantes de Luis Pazos [&lt;a class="spip_note" title="[7] Luis Alberto Pazos de la Torre (Veracruz, Veracruz de Ignacio de la (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nb7" rel="nofollow" name="nh7"&gt;7&lt;/a&gt;] y la Asociación &lt;a class="spip_out" href="http://www.voltairenet.org/article123311.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Mont Pélerin&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La reunión secreta que sostuvieron en Canadá hace unos días los globalizadores mexicanos en el marco del Foro de América del Norte revela que se tratará de imponer el modelo «democrático» estilo NED. Esto pone a México al borde de la confrontación social por las grandes desigualdades socio-económicas que genera dicho sistema político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunos antecedentes del gran viraje panista&lt;br /&gt;Entre 1970 y 1985 los comités estatales del PAN en lugar de recibir apoyo del comité nacional [mexicano] empezaron a ser autosuficientes. Se había comenzado a aceptar el dinero gubernamental para propaganda. Este apoyo se transformó en un derecho reconocido por las disposiciones legales en materia electoral, y de esa manera el PAN comenzó a recibir estímulos gubernamentales.&lt;br /&gt;Pero los apoyos se multiplicaron en cuantía. En el libro La mancha azul, informa su autor Eugenio Ortiz-Gallegos que el diario El Universal, de México, entrevistó hace 16 años a Jeanine Perfit, secretaria de Keith E. Schuette, presidente del National Republican Institute for International Affairs (NRIIA), quien le dijo: Hemos patrocinado la reunión para celebrar su 50 aniversario que realizó el PAN en la ciudad de México en julio último (1989). A ella asistieron dirigentes de muchos países, todos con los gastos pagados por nosotros. Gastamos por lo menos 50 mil dólares".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la misma ocasión la ex embajadora de EEUU en la ONU, Jeanne Kirkpatrick, miembro del consejo consultivo del NRIIA declaró que la ayuda financiera al PAN no se fundaba en afinidades ideológicas...El PAN sí recibe ayuda económica nuestra pero eso no puede interpretarse como intervencionismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1990 Lawrence R. Birns, director del Consejo sobre Asuntos Hemisféricos, con sede en la ciudad de Washington, refirió cuatro años el Partido Republicano hizo llegar al PAN 500 mil dólares. Estas aportaciones no se hacen directamente de las oficinas del Partido Republicano, sino a través de mecanismos que tienen por objetivo el de «promover la democracia más allá de nuestras fronteras», sobre todo la &lt;a class="spip_out" href="http://www.voltairenet.org/article122880.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Fundación Nacional por la Democracia (NED)&lt;/a&gt;. Este organismo distribuye los fondos de apoyo al extranjero entre organismos como el Center for International and Private Enterprise, la US Chamber of Commerce, el Free Trade Union Institute, el National Democratic Institute of International Affairs (NDIIA), institución del Partido demócrata y el NRIIA republicano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La labor globalizadora del Consejo Mexicano de Asuntos Internacionales que preside Andrés Rozental Gutman [&lt;a class="spip_note" title="[8] Andrés Rozental Gutman es medio hermano de Jorge Castañeda Gutman, (...)" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nb8" rel="nofollow" name="nh8"&gt;8&lt;/a&gt;], quien es el aspirante con mayor número de puntos y credenciales para ocupar la secretaría de Relaciones Exteriores del gabinete de Felipe Calderón se explica como la enredadera lógica de la NED con el PAN. La NED que financia al PAN recibe a la vez sus fondos destinados al patrocinio de la democracia por los canales de la CIA, de acuerdo con un artículo firmado por Thierry Meyssan, aparecido en el número 1 de la revista Voltaire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficialmente creada el 6 de noviembre de 1982, la NED está regulada por un estatuto que la define como asociación con objetivo no lucrativo. Sin embargo, su financiamiento es votado por el Congreso y figura en el capítulo presupuestal del Departamento de Estado destinado a la &lt;a class="spip_out" href="http://www.voltairenet.org/article121344.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Agencia por el Desarrollo Internacional (USAID)&lt;/a&gt;. Para mantener la imagen de organización privada, la NED recibe además otras aportaciones de tres asociaciones indirectamente financiadas con recursos federales: la Smith Richardson Foundation, la John M. Olin Foundation y la Lynde and Harry Bradley Foundation.&lt;br /&gt;La NED no es más que la continuación de las acciones secretas de la CIA por otros medios. Gran Bretaña y Canadá lo mismo que otros países anglosajones están asociados a sus objetivos en acatamiento al acuerdo que vincula a los servicios secretos militares de esos estados. Por ello, si el PAN está financiado por la NED, como lo demuestra Ortiz-Gallegos, se transforma por ese solo hecho en vehículo transmisor de los intereses de la inteligencia militar de los países anglosajones mencionados en el artículo de Meyssan. Países que se entreveran con el globalismo promovido por el Consejo Mexicano de Asuntos Internacionales que encabeza Andrés Rozental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunos de los selectos participantes a la reunión secreta de los globalizadores. De izquierda a derecha: Arturo Sarukhan asesor personal del fraudulento presidente mexicano Felipe Calderón y antiguo cónsul mexicano en New York, el secretario de Defensa de Estados Unidos, Donald Rumsfeld y el general Rick Hillier, comandante de las fuerzas armadas canadienses.&lt;br /&gt;La aspiración común de los asistentes a la reunión en la provincia de Alberta, Canadá, a la que asistieron globalizadores de los tres países del continente norteamericano [México, EEUU y Canadá] es la de crear una zona «segura» de abasto de petróleo para la economía de Washington. Juan Antonio Muriño, uno de los hombres que merecen la mayor confianza de Felipe Calderón y cuya familia se ha enriquecido con negocios a la sombra de Petróleos Mexicanos, fue uno de los invitados por parte de México al Foro de América del Norte. El encuentro se llevó a cabo en el lujoso y exclusivo hotel Banff Springs, en el parque nacional Banff, en la provincia de Alberta, Canadá.&lt;br /&gt;La reunión secreta de Alberta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre el 12 y el 14 de septiembre último, con la asistencia, además, de dos asesores de Felipe Calderón: Arturo Sarukhan y Ernesto Cordero, encargados de preparar su política exterior y los asuntos económicos de su gobierno, el encuentro se desarrolló estando copresidido por Pedro Aspe Armella, quien fue secretario de Hacienda en el gobierno globalizador de Carlos Salinas (1988-1994); George Schultz, ex secretario de Estado estadounidense y Meter Loughheed, ex jefe del gobierno de Alberta.&lt;br /&gt;Estos tres mencionados en último término son los directores del Foro de&lt;br /&gt;América del Norte, que de acuerdo con las informaciones proporcionadas por los analistas canadienses, no cuenta con sede oficial. El público canadiense ha dado a conocer su inconformidad con el carácter secreto de la reunión que, en consecuencia, negó sus objetivos a los medios informativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acuerdo con documentos que escaparon al control de los organizadores, y que fueron recibidos por el diario mexicano La Jornada, «en la lista de asistentes estuvieron prominentes figuras como el secretario de Defensa de Estados Unidos, Donald Rumsfeld; el secretario mexicano de Seguridad Pública, Eduardo Medina Mora, y el general Rick Hillier, comandante de las fuerzas armadas canadienses». De tal manera, es notorio el vínculo de la estrategia de seguridad impuesta por Estados Unidos a sus dos vecinos norteamericanos con el afán estratégico de controlar los energéticos.&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" rel="nofollow" name="auteur4181"&gt;&lt;/a&gt;Gaston PardoPeriodista mexicano. Es coresponsal de la Red Voltaire en México.&lt;a class="texte2" href="http://www.voltairenet.org/auteur4181.html?lang=es" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Los artículos de esta autora o autor &lt;/a&gt;&lt;a class="texte2" href="http://www.voltairenet.org/email4181.html?lang=es" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Enviar un mensaje &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acaba de salir publicado en México el libro Prian, un partido bicéfalo, obra de nuestra colaboradora y amiga Manou Dornbierer, en el que describe el proceso de descomposición moral del PAN y del PRI y cómo el presidente Carlos Salinas de Gortari hizo con ambos una aplanadora arrolladora, capaz de demoler el nacionalismo mexicano y sus estructuras jurídicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nh1" rel="nofollow" name="nb1"&gt;1&lt;/a&gt;] Juan Donoso Cortés (Valle de la Serena, Badajoz, 6 de mayo de 1809- † París, Francia, 3 de mayo de 1853) fue un filósofo, político y diplomático español. Estudió Derecho en las universidades de Salamanca y Sevilla. En 1832 se instaló en Madrid, donde publicó Memoria sobre la monarquía, de línea liberal-conservadora, y donde dio comienzo su actividad como periodista político, influido por el liberalismo de Royer-Collard. En 1833 ingresó en la secretaría de Estado e inició su carrera política, que le llevó a ser secretario del gabinete y de la presidencia del consejo en 1836, con el gobierno de Mendizábal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1837 fue elegido diputado por Cádiz y en 1840 marchó a Francia, poco antes de que fuese depuesta la regente María Cristina. Donoso se convirtió en hombre de confianza y agente de María Cristina y no volvió a instalarse en España hasta la caída de Espartero, en 1843, como diputado por Badajoz. Apoyó a los isabelinos en la Guerra Carlista y participó en la reforma constitucional de Narváez en 1845. Contactó en Francia con movimientos católicos reaccionarios y eso determinó su evolución hacia una actitud conservadora. Escribió Ensayo sobre el catolicismo, el liberalismo y el socialismo en 1851. Fue nombrado Marques de Valdegamas y embajador en París, donde murió.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nh2" rel="nofollow" name="nb2"&gt;2&lt;/a&gt;] José Antonio Primo de Rivera y Sáenz de Heredia (Madrid, 24 de abril de 1903 - Alicante, 20 de noviembre de 1936). Político español, fundador junto con Julio Ruíz de Alda de Falange Española&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nh3" rel="nofollow" name="nb3"&gt;3&lt;/a&gt;] Juan Vázquez de Mella Fanjul (1861, Cangas de Onís, Asturias - 1928, Madrid), político tradicionalista, escritor y filósofo católico español.&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nh4" rel="nofollow" name="nb4"&gt;4&lt;/a&gt;] Ramiro de Maeztu Whitney, (Vitoria, Álava, 4 de mayo de 1875 - Aravaca, Madrid, 29 de octubre de 1936), escritor español.&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nh5" rel="nofollow" name="nb5"&gt;5&lt;/a&gt;] José Vasconcelos Calderón (Oaxaca, 1882 - Ciudad de México, 1959) Político, pensador y escritor mexicano.&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;head=&amp;box=Inbox#nh6" rel="nofollow" name="nb6"&gt;6&lt;/a&gt;] Manuel Gómez Morín (Batopilas, Chihuahua, México, el 27 de febrero de 1897 – ciudad de México, 19 de abril de 1972) fue un político mexicano que fundó el Partido Acción Nacional.&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;Idx=1&amp;YY=17789&amp;amp;y5beta=yes&amp;y5beta=yes&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;inc=25&amp;order=down&amp;amp;sort=date&amp;pos=0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;view=&amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nh7" rel="nofollow" name="nb7"&gt;7&lt;/a&gt;] Luis Alberto Pazos de la Torre (Veracruz, Veracruz de Ignacio de la Llave, 25 de agosto de 1947). Es un economista y político mexicano, miembro del Partido Acción Nacional es Director del Banco Nacional de Obras y Servicios Públicos (BANOBRAS).&lt;br /&gt;[&lt;a class="spip_note" href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/ShowLetter?MsgId=4522_13663563_110741_1374_8783_0_16818_23927_602811426&amp;Idx=1&amp;amp;YY=17789&amp;y5beta=yes&amp;amp;y5beta=yes&amp;inc=25&amp;amp;order=down&amp;sort=date&amp;amp;pos=0&amp;view=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;head=&amp;amp;box=Inbox#nh8" rel="nofollow" name="nb8"&gt;8&lt;/a&gt;] Andrés Rozental Gutman es medio hermano de Jorge Castañeda Gutman, político mexicano que ocupó el cargo de Secretario de Relaciones Exteriores de 2000 a 2003 durante el gobierno de Vicente Fox. A Jorge Castañeda Gutman se le ha acusado de ser un agente de la CIA, el periodista Raymundo Riva Palacio documentó que durante su juventud Castañeda actuó como agente de los norteamericanos, lo que no ha sido desmentido por el ex canciller ni por el gobierno estadounidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Voltairenet.org&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Contributo de Délio Prá-ky&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115988058705302287?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115988058705302287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115988058705302287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115988058705302287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115988058705302287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/manifestao-pr-globalizao.html' title='Manifestação pró-globalização'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115980881840863723</id><published>2006-10-02T17:00:00.000Z</published><updated>2006-10-02T17:13:28.590Z</updated><title type='text'>Arte mural e liberdade de expressão</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;a href="http://http://www.fotolog.com/el_rafi"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://http://www.fotolog.com/el_rafi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Policias impediram a pintura de um mural a 25 de Abril de 2006&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rafa2.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/rafa2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Conselho de Repúblicas e o Mário Silva lá continuaram!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/raaf6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/raaf6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rafa4.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/rafa4.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rafa3.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/rafa3.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rafa5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/rafa5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Uma recolha, vários pintores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fotolog para a memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço aos solidários e outro aos que estiveram presentes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por Outro Abril!&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115980881840863723?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115980881840863723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115980881840863723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980881840863723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980881840863723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/arte-mural-e-liberdade-de-expresso.html' title='Arte mural e liberdade de expressão'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115980386014856177</id><published>2006-10-02T15:42:00.000Z</published><updated>2006-10-03T14:18:57.356Z</updated><title type='text'>"Contra a Repressão, Liberdade de Expressão!"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rafa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/rafa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Arte e Poder&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Afonso Prá-ky&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podendo a arte ser passível de uma análise puramente estética ou até formal, também é sempre passível de uma análise política – usando este termo no seu mais lato sentido. Há, no entanto, arte que exige ser analisada no seu sentido político, esta arte distingue-se por se definir politicamente logo na hora da sua criação, ou seja é a arte a cujos autores, por intenção consciente, prendem um significado político, é a arte chamada de intervenção ou empenhada. A nível mais particular será possível analisar a relação da arte com o poder e o dinheiro – que não sendo o mesmo se confundem. Antes de mais esta análise impõe-se porque a arte exige meios materiais que, por mais parcos que sejam, terão um valor monetário, e também porque, sendo a arte uma forma de comunicação, e não me cabe aqui dissertar sobre se toda a arte o é, esta será uma forma de poder que se relaciona com outras a elas exteriores.&lt;br /&gt;Torna-se interessante observar como a própria arte joga por vezes com os conceitos de dinheiro e poder, mesmo quando não se assume como politicamente empenhada – e são exemplos disto tanto os retratos que Warhol fez de Mao ou Kennedy como as tiras do Tio Patinhas. Mas encontramos obras politicamente empenhada que se assumem como elementos de poder ou contra-poder exemplos disso serão os romances de George Orwell ou os murais de Diego Rivera. A arte mural, em particular, tem uma grande tradição de intervenção política – e não será que por acaso que neste campo se distingue entre as artes plásticas. Esta forma de arte, devido às características que a definem, tem evidentes potencialidades de intervenção política e também não será por acaso que Kim Jong Il expõe a sua propaganda em murais ou que Rivera pintasse as suas obras de carácter político em murais e as outras em tela.&lt;br /&gt;Antes de mais a pintura mural tem evidentes possibilidades de comunicação aberta com a comunidade e de intervenção a nível arquitectónico. E a relação entre pintura mural e arquitectura é do maior interesse, porque se a primeira é uma assumida forma de intervenção política na comunidade a segunda será a mais subtil forma de coerção política das comunidades, tendo resultados poderosíssimos na vida colectiva, tanto mais por o seu poder não ser evidente. Além disso a pintura mural tem um poder de intervenção que ultrapassa o próprio conteúdo plástico, formal ou escrito que manifesta, isto porque, como já foi dito, intervém directamente no espaço físico comunitário, trazendo potenciais conteúdos políticos para a vivência quotidiana e assumindo-se a pintura como acção política em si, o que lhe transmite um carácter performativo. Pode-se dizer que a pintura de um mural é uma performance artística de intervenção na comunidade que, ao contrário de outros actos performativos, não tem sentido na efemeridade, porque exige a permanência dos conteúdos manifestados. Existem casos em que a consciência desta faceta da pintura é assumida, particularmente quando se pinta em espaços sujeitos a censura, aí pintar é em si um acto político, seja qual for o conteúdo pintado – isso passa-se no caso analisado adiante. Para terminar, e antes de introduzir a análise de um caso particular, é de interesse relacionar o que temos vindo a tratar como pintura mural com o grafiti. Analisando sem preconceitos redutores ambas as formas de expressão verificamos que em muito se confundem, porque não podem ser distinguidas por conteúdos, nem por meios técnicos de produção, nem por aspectos formais ou plásticos, as diferenças prendem-se unicamente com as relações institucionais que estabelecem: o mural é integrado num contexto institucional (Diego Rivera pintava para o partido comunista mexicano, por exemplo) e o grafiti é livre de qualquer vínculo institucional, pelo menos no que toca a instituições convencionais. Isto torna o grafiti muito mais interessante na sua relação com o poder, pois estabelece com este uma relação de tensão permanente que o caracteriza. Assim sendo o grafiti é, possivelmente, a arte plástica de maior interesse político, por permitir ao indivíduo intervenção no texto urbano que o envolve contornando ou sobrepondo-se aos poderes autoritários que impõem a arquitectura, a publicidade ou a propaganda. O acesso a uma boa caneta ou a uma lata de tinta são as únicas coisas que impedem o indivíduo de transformar a cidade num espaço cuja a única comparação será a Internet, ambos espaços de expressão livre, que embora dominados, regulados ou censurados por entidades autoritárias, permitem ao indivíduo a expressão livre e imediata – o grafiti faz das paredes blogues de betão e nesse sentido é radicalmente democrático ou até anarquista.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte da Universidade de Coimbra é construída numa arquitectura fascista, recentemente decorada de rectângulos brancos, que parecendo talvez uma decoração geométrica abstraccionista, não são mais que o nevoeiro da censura, tão bem adequado às paredes que embeleza.&lt;br /&gt;Todos os dias milhares de jovens estudam sob uma das mais físicas manifestações da ideologia salazarista – a arquitectura da Universidade. No entanto um grupo desses estudantes decidiu organizar, como comemorações do 25 de Abril, três dias de actividades culturais assumidamente políticas e reivindicativas, que incluíam debates, concertos, teatro ou distribuição de refeições gratuitas. Estes eventos, organizados pelo Conselho das Repúblicas e intitulados como “Rés Públicas Por Outro Abril”, visavam não só comemorar a revolução como protestar contra medidas políticas que afectam a comunidade estudantil e coimbrã, como os possíveis cortes nos subsídios sociais, a lei do arrendamento, o tratado de Bolonha ou a referida censura branca que se propaga da reitoria a toda a alta. Uma das últimas actividades programadas terá sido a realização de um debate aberto sobre pintura mural e liberdade de expressão que finalizaria com a pintura de uma parede do Departamento de Física. Essa pintura fora programada antecipadamente e visava inscrever nas paredes de uma instituição um protesto contra esta, mas também marcar as actividades denominadas “Rés Públicas Por Outro Abril” que finalizavam nesse dia e ainda desafiar a reitoria que havia recentemente massificado o seu processo de homogeneização branca das paredes universitárias. Na pintura desse mural participariam todos os estudantes presentes que o quisessem –isto na parte do mural constituída pela frase “Rés Públicas Por Outro Abril” que era executada em stancil – e outros três artistas, dois deles estudantes envolvidos no movimento de arte urbana, e um último o conceituado pintor Mário Silva.&lt;br /&gt;Após o debate deu-se, como previsto, a pintura, de forma progressivamente atribulada. Primeiramente os estudantes deparam-se com um pintor contratado pela reitoria, que se preparava para pintar de novo aquela parede de branco, que após uns minutos de conversa e um telefonema se afastou. De seguida sucederam-se conflitos internos de análise interessante: houve um estudante que, algo descontextualizado, começou a pintar, com materiais próprios, uma pintura não programada, juntamente com o mural que se preparava. Então houve uma discussão e esse estudante foi impedido de pintar ali, tendo sido posteriormente coberto de branco os traços iniciais que este chegou a fazer. Aqui assiste-se a como os próprios estudantes actuam como instituição – e recorde-se que esta era no fundo uma actividade de pendor institucional, pois programada pelo Concelho das Repúblicas – e usam uma autoridade coerciva para impedir um colega de pintar aquela parede, naquele momento. Independentemente dos juízos morais a tirar desta atitude, podemos aqui constatar que esta pintura não pode ser definida como vandalismo, pois obedece a um programa definido com objectivos artísticos e políticos democraticamente preparados, que se realizam de forma organizada e eficaz. O afastamento do colega acima referido coincide com a chegada da polícia.&lt;br /&gt;Um carro patrulha estaciona então junto aos alunos - e convém dizer que a reitoria, posteriormente, afirmou aos meios de comunicação social não ter chamado as “autoridades” – e dois ou três agentes dirigem-se àqueles que pintam. Os agentes esperariam que os alunos dispersassem, como fazem normalmente todos aqueles apanhados em flagrante a pintar paredes, por temerem as forças policiais e por lhes reconhecerem autoridade. Mas quem pintava ignorou os agentes que agiram de forma atabalhoada, revelando a falta de preparação e de inteligência a que já nos habituaram, pedindo identificações que não conseguiram, enquanto eram calados pelos instrumentos musicais e cânticos dos estudantes.&lt;br /&gt;Tendo sido negada a autoridade e o poder convencionais da polícia convencional foi por esta requerida outra autoridade e poder que podem ser combatidos mas não negados: a violência. Logo chegou uma carrinha do corpo de intervenção da PSP que à força de empurrões e spray pimenta afastou os estudantes do mural, enquanto apreendia o material dos artistas. Os alunos uniram-se em grupo e, guiados por aqueles que, tendo tido a experiência recente de cargas policiais na universidade, conseguiram evitar a dispersão e a carga policial, permanecendo em frente aos agentes gritando palavras de ordem como “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais!” ou “Contra a repressão, liberdade de expressão!”. Os estudantes permaneceram sempre pacíficos, sem provocações de maior aos agentes da autoridade, e contactaram tanto com um advogado como com os meios de comunicação social de forma a evitar mais violência por parte da polícia, o que de resto pareceu iminente até à chegada das televisões.&lt;br /&gt;Após uma espera pacífica ante da polícia, que permanecia em frente ao mural, parecendo querer protegê-lo dos seus autores ou até da censura da reitoria, os estudantes decidiram em plenário abandonar o local para prosseguir com as actividades programadas. O mural pintado permanece ainda nas paredes do edifício, destacando-se graças ao branco absurdo que a reitoria impôs às paredes universitárias.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destes acontecimentos em particular e do objecto plástico resultante é inevitável uma conclusão: aqui não se assistiu ao processo habitual de pintura grafiti, aqui a tentação do uso da palavra vandalismo, também reveladora de um conservadorismo atroz noutras situações, revela, mais que nunca demagogia e ignorância. Aqui assistimos a um grupo de estudantes conscientes política e culturalmente de toda uma conjuntura que envolve o seu espaço de estudo, a Universidade de Coimbra, que decidem agir sobre ele, organizados democraticamente como instituição – e pela sua história o Conselho das Repúblicas é uma instituição destaque como vanguarda em Coimbra. E a distinção entre este mural e os outros grafitis reside no facto de este escapar à censura da reitoria. As próprias autoridades detentoras do poder no microcosmo estudantil coimbrão, como a reitoria ou a PSP (e é bizarro verificar a necessidade que a primeira parece ter da segunda) fazem assim desta pintura um caso de excepção. Verificando-se uma ausência total de diálogo entre os intervenientes, resta especular sobre um possível critério existente na censura do reitor que poupou esta obra. E antes de mais convém destacar que parte do mural em questão foi pintada e assinada por Mário Silva, artista reconhecido pela Sociedade Portuguesa de Autores o que impede que a sua obra seja apagada e que revela como os intervenientes nesta pintura se apoiam assim num poder institucional que se sobrepõe à censura que os oprime. Demonstra-se assim que esta pintura resulta de um acto colectivo de tensão entre vários poderes institucionalizados, e não um acto individual virado de costas para o poder convencional, que seria igualmente legítimo.&lt;br /&gt;Quanto a um possível critério revelado pela a ausência de tinta branca sobre os referidos murais adivinhamos desde já o medo de um processo apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores contra a reitoria da Universidade de Coimbra. Devemos também levantar a hipótese de uma concessão pontual da reitoria aos estudantes, por esta ter noção de que uma censura de uma pintura de destaque, inclusive televisivo, poderia fomentar a luta dos estudantes contra a própria reitoria. Mais remotamente podemos acreditar que a reitoria reconhece ao Concelho das Repúblicas como instituição e aos intervenientes como artistas, um crédito que não reconhece ao habitual grafiter que pinta as paredes da Universidade para logo ver a sua obra coberta de branco convidativo. Seja qualquer destes o critério que salva o mural aqui tratado da lambidela alva do reitor Seabra Santos, verifica-se que esta pintura revela que, num momento de alguma tensão entre estudantes e reitoria, se dá um reequilibrar dos poderes para o lado daqueles que são a maioria e a razão de ser da Universidade: os estudantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115980386014856177?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115980386014856177/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115980386014856177' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980386014856177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980386014856177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/contra-represso-liberdade-de-expresso.html' title='&quot;Contra a Repressão, Liberdade de Expressão!&quot;'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115980333035078381</id><published>2006-10-02T15:33:00.000Z</published><updated>2006-10-03T14:18:02.603Z</updated><title type='text'>Coimbra exala estupidez</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;por Afonso Prá-ky&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coimbra exala estupidez. Uma estupidez negra e deformante chamada praxe, deveras perigosa. E uma estupidez autocne, fútil, que se importa mais com a brancura das batas exibidas pelos alunos de medicina e farmácia do que pelas manchas de sangue nas batas dos médicos, dos médicos que, chegados a casa, cultivam essa estupidez bafienta de mofo. E uma estupidez intelectual, que procura o monopólio pedante do conhecimento, acabando por separar o mesmo da inteligência, formando elites quadradas de professores que se esquecem que o são. Essas estupidezes várias são só uma, são a estupidez necessária numa cidade universitária, onde haveria condições para se propagar uma inteligência perigosa, alegre de vida. Mas a inteligência resiste, não apenas a inteligência pragmática e quotidiana de quem procura sobreviver à vida, gastando-a nessa luta, mas também a incisiva e estratosférica inteligência dos estudantes – que fundindo-se casualmente com a primeira se completa numa criatividade prometedora.&lt;br /&gt;Numa cidade em que a estupidez, leia-se praxe, é arma duma batalha declarada contra a inteligência toda a inteligência é resistência – e toda a resistência inteligência. E descubro esta inteligência não apenas nela própria, mas principalmente na descoberta dos espaços onde ela vive – espaços que em Coimbra morrem menos que em outros sítios, nascendo até, por vezes. Há uma inteligência subjacente em Coimbra, a que apenas uma estupidez cobarde como a praxe pode responder, e responde efectivamente. A praxe, como o militarismo ou as claques de futebol e até determinados géneros de militância política, não passa de uma reacção à inteligência. Um mecanismo inconsciente do social, defesa do status quo – leia-se a estupidez totalitária de quem manda mandado. Daí fenómenos como os acima referidos atacarem faixas etárias potencialmente perigosas por natureza. Daí fenómenos como a praxe terem abandonado Coimbra para se disseminarem pelo país, acompanhando a abertura de Universidades por todo o território, permitindo entorpecer potenciais focos de inteligência, quem sabe focos até descontentes, até resistentes, quem sabe.&lt;br /&gt;Assim a praxe não passa de um mecanismo que resolve um dilema criado pelas universidades. Sendo este o dilema: a sociedade precisa de uma elite inteligente, precisa assim das universidades, mas é necessário também um controle sobre essa elite, sobre essa inteligência perigosa, que confunde as competências necessárias com o conhecimento desnecessário (leiamos o tratado de Bolonha), então aí surge a praxe – uma repressão tanto mais eficaz pois é reproduzida por aqueles que ataca. Daí a praxe se ligar historicamente à Polícia académica, aos bufos da PIDE, à direita e ao fascismo. Daí Coimbra, berço nacional do conflito entre inteligência e estupidez, ser uma cidade onde tudo pode acontecer, mas onde, em geral, nada acontece, como diz um amigo meu – ele próprio exemplo de uma inteligência abundante feita humilde sensatez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115980333035078381?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115980333035078381/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115980333035078381' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980333035078381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115980333035078381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/coimbra-exala-estupidez.html' title='Coimbra exala estupidez'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115979964473490016</id><published>2006-10-02T14:31:00.000Z</published><updated>2006-10-02T14:54:41.836Z</updated><title type='text'>"Somos quatro gatos"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Nd1q_JIR_B8" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles não estão assim tão protegidos!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em pleno congresso de deputados do Estado espanhol, eis que tudo é possivel!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só vendo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A desobediência em acção!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115979964473490016?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115979964473490016/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115979964473490016' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115979964473490016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115979964473490016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/somos-quatro-gatos.html' title='&quot;Somos quatro gatos&quot;'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115978736470830700</id><published>2006-10-02T11:02:00.000Z</published><updated>2006-10-03T14:19:35.736Z</updated><title type='text'>O silêncio ensurdecedor dos jornalistas portugueses</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/ze.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/ze.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;por: José Mário Branco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a falta de coragem e o acomodamento, em tempo de "informação espectáculo", os jornalistas portugueses – aqueles que poderiam ainda merecer esse nome – dão-nos o espectáculo patético da sua agonia.&lt;br /&gt;Há quem sustente que já não há jornalismo, como o teórico situacionista francês Guy Debord. Já em 1988, no seu livro "Comentários à Sociedade do Espectáculo", ele escalpelizara o processo de transformação da função informativa e formativa dos médias. Esse processo teria acabado por edificar um sistema, altamente profissionalizado, tecnológico e capitalizado, que embebeu totalmente o nosso quotidiano naquilo que designa por "espectáculo mediático integrado" – uma forma de fabricar, para desvitalizar as nossas mentes, uma ficção que tem por função ser a nossa realidade, permanente, hegemónica e global. E já nessa altura Debord realçava que o mais importante e grave não se situava na evolução tecnológica dos médias, mas sim no facto de que esse sistema proto-totalitário do "espectacular integrado" já produzira toda uma geração submetida às suas leis. Esta visão, que chegou ao meu conhecimento através dum excelente trabalho do jornalista Rui Pereira (que se espera ver um dia publicado), parte, portanto, do princípio de que já não há jornalismo nem jornalistas, tal como os entendíamos e muita gente ainda entende. Mais: como escreve Rui Pereira, "as potencialidades [da televisão] no domínio da domesticação social superaram sempre e em muito os seus putativos usos de difusora de conhecimentos problematizadores ou de instigadora de possíveis gestos de dissidência cultural e de transgressão intelectual".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um certo jornalismo humanista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me, todavia, legítimo perguntarmos o que é feito dos jornalistas e do jornalismo que outrora representaram algo de emancipador nas nossas vidas. No tempo do exílio, antes de 1974, ciclicamente discutíamos a questão da "objectividade" e da "isenção" do "bom" jornalismo, em geral em torno dos exemplos que nos estavam mais próximos: o Le Monde, a BBC e o New York Times. Os que tínhamos convicções comunistas ou marxistas, sustentávamos – creio que com razão – que não existe objectividade nem isenção que escape ao filtro dos interesses de classe. Mas aceitávamos o papel positivo de um certo jornalismo "de qualidade", o qual, duma forma geral, em nome de princípios como a democracia e os direitos humanos, se esforçava por dar à opinião pública um retrato honesto e quanto possível verdadeiro da realidade dos factos. Uma deontologia específica, cujo símbolo vivo, em França, era Hubert Beuve-Méry, fundador do Le Monde, então uma "sociedade de jornalistas" autónoma do grande capital, aliás pouco dependente, nessa época, da própria publicidade. Sem esquecermos que há nisto alguma relatividade, não devemos subestimar, sob pena de ingratidão e de inverdade, o papel desse jornalismo em grandes causas da esquerda do séc.XX, como o antifascismo, o anticolonialismo, os direitos cívicos dos negros estadunidenses, a luta contra a guerra do Vietname, etc.. O "bom" jornalismo, dizia-se, era um "quarto poder", autónomo, que exercia um papel crítico e de controlo dos outros poderes: o político, o económico e o judicial-repressivo.&lt;br /&gt;O mundo mediático mudou, o seu papel na sociedade também&lt;br /&gt;Ao longo do tempo transcorrido, e mais intensa ou rapidamente nuns países do que noutros, vários factores foram transformando profundamente o mundo mediático e a sua específica função no quotidiano das pessoas. À medida que, pelo mundo fora, se foram operando as grandes concentrações do capital, a grande burguesia mundial percebeu o seu interesse em dominar o mundo mediático; a concorrência e o peso da publicidade na gestão dos médias tornaram inevitável que eles fossem, progressivamente, parar às mãos dos conglomerados capitalistas transnacionais. Por outro lado, os governos, dependentes do poder económico mas também dependentes da manutenção de uma imagem pública favorável, passaram a encarar as televisões e rádios públicas e a imprensa estatal ou para-estatal como instrumentos essenciais de governação. Por fim, numa fase posterior, já como consequência da avalanche neoliberal pós-choque petrolífero de 73, os próprios médias públicos foram sendo progressivamente privatizados, sendo hoje residuais e dependentes dos privados – se repararmos, esta foi uma das primeiras aplicações do conceito de "serviço público" a morrer, não passando este, hoje, de conversa fiada ocasional de quadros políticos ou mediáticos. Facto é que, com a privatização e a concentração, e a desenfreada concorrência entre eles, os médias deixaram de ter, mesmo que esporádica ou temporariamente, quaisquer condições de autonomia informativa. Dum ponto de vista marxista, o papel dos médias na imposição da ideologia dominante e nas tácticas políticas da burguesia tornou-se mais explícito e mais intenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas embedded (ou "na cama com")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo pós-queda do muro de Berlim, este mundo mais declaradamente obsceno, genocida e mafioso, o mundo da ditadura do conglomerado finança-bomba-droga, o mundo da liberdade das raposas nos galinheiros, conseguiu impor o seu discurso único com a indispensável ajuda dos jornalistas, devidamente enquadrados no mundo empresarial mediático. O que nos deve preocupar não são os que gostam disso, os que lucram com isso, os que têm o preço na montra – esses são, nos dias de hoje, o que eram Moreira das Neves, Pedro Moutinho, José Augusto ou Manuel Múrias antes de 1974. São claramente megafones da ditadura, que nem pestanejam perante os terríveis crimes dos impérios, para quem mais ou menos 100.000 mortos, mais ou menos um milhão de desempregados, mais ou menos umas megatoneladas de urânio e uns milhões de cancros não aquecem nem arrefecem. São corruptos e capazes de tudo: de mentir, de caucionar os piores crimes, de censurar as informações, de caluniar e de provocar, sob a capa rota da "independência", da "isenção", e de palavras vagas ou secretas como "a nossa fonte", "o alegado criminoso", "segundo os comentadores", etc. – nas mãos deles, puras muletas para fins de impunidade judicial. Mas, talvez mais grave que o papel desses "jornalistas", é o dos que se vendem muito mais discretamente, os que não estão na montra, mas cujo silêncio é precioso para que o sistema funcione bem . Digo que "se vendem" porque, nas profissões, como esta, que deveriam implicar um particular compromisso ético ou deontológico com a sociedade – como é, por exemplo, o caso dos médicos, dos artistas e escritores, dos professores e de certos cientistas –, a cumplicidade por inacção ou por omissão é quase tão grave como a dos cúmplices directos. Esta questão colocou-se-nos claramente, aos músicos resistentes ao fascismo, logo a seguir à breve "primavera marcelista" de 70-71, quando o governo passou a impor a censura prévia aos discos de canções (que até então só eram censurados após a edição, tal como os livros e outras publicações não periódicas). Que fazer?, discutíamos. O meu segundo álbum de canções, de parceria com o escritor Álvaro Guerra, Crónica, de 1972, nunca foi publicado porque eu não admiti os cortes que a censura lhe fez. E, como sabíamos "como se faz um disco", decidimos passar a fazer (também) discos clandestinos ou marginais. Foi o caso da Ronda do Soldadinho, de que conseguimos meter 2 ou 3 mil exemplares em Portugal, que se venderam a 20 escudos por baixo das mesas de café. Assim se tentou, mal que bem, assegurar a função social das canções em disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um jornalismo de resistência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se acredita em algo, quando se é honesto e se têm valores, há sempre três níveis de resistência em condições adversas: a legalidade, a alegalidade (a que podemos chamar marginalidade), e, se necessário, a ilegalidade (ou clandestinidade). Ora – através da internet e não só – se fizermos algum esforço para, fora da comunicação social dominante, que é omissa e mentirosa, ir obtendo alguma informação credível sobre o que se passa no mundo, temos a possibilidade de aceder ao inestimável contributo de alguns jornalistas – todos estrangeiros – que ainda são jornalistas porque pagam o preço do despedimento, da marginalidade, da perseguição e por vezes da vida. Jornalistas íntegros e corajosos que preferem passar fome e arriscar a vida (embora também tenham estômago e filhos lá em casa) a serem roldanas, mesmo que silenciosas, da tenebrosa máquina de propaganda do Império. John Pilger, Danny Schechter, Kurt Nimmo, Robert Fisk, Dahr Jamail, Thierry Meyssan, Michel Colon, o colectivo Indymedia e tantos outros, para não se venderem, para não serem terroristas mediáticos, têm criado jornais, revistas, sites alternativos, redes subterrâneas de informação. Lutam para continuarem a ser jornalistas. E pagam o preço que têm de pagar. Dão provas de que prefeririram andar a lavar escadas ou a apanhar o lixo, a terem de exercer a sua profissão à custa do silèncio, da subserviência ou da comodidade. O papel dos média é, hoje, tão importante como arma da ditadura capitalista, que a profissão de jornalista não se compadece com meios-termos. Diana Andringa queixa-se de que, agora, há "jornalistas a dias", que os seus empregos são precários. Discordo: ou se é jornalista, ou se é outra coisa qualquer (mesmo que se passe por jornalista). É confrangedor verificar que, no programa Clube de Jornalistas (RTP2), Ribeiro Cardoso, Estrela Serrano ou o próprio Professor Fernando Correia são incapazes, como os seus colegas, de expor, profunda e radicalmente, a responsabilidade dos jornalistas no mundo mediático de hoje. Não assumem que, de facto, já não é possível fazer verdadeiro jornalismo nos grandes médias. Porque o que nos ensinaram é que ser jornalista é ter por profissão apurar a verdade dos factos e comunicá-la aos seus concidadãos, pelos meios necessários para o efeito. Paul Nizan (1905-1940), jornalista comunista, disse que os jornalistas devem ser os "historiadores do imediato", com o mesmo espírito de rigor na busca e na revelação da verdade dos factos que os grandes historiadores. Aqui, portanto, não se pode distinguir entre o jornalista e o cidadão. Há, ou deveria haver, na própria designação de "jornalista", uma espécie de contrato moral entre o profissional da comunicação, que é um cidadão, e os cidadãos que são os seus leitores. Temos todo o direito de os interpelar e de lhes perguntar o que andam a fazer com esse contrato.&lt;br /&gt;Onde estão os jornalistas portugueses? O que andam a fazer?&lt;br /&gt;Ora, no tempo da resistência antifascista e anticolonial, habituámo-nos a admirar um punhado de jornalistas (dos jornais e da rádio) que estavam sempre na brecha dos acontecimentos, tentando furar a censura, inventando maneiras, truques, linguagens e outros expedientes para nos transmitir a mensagem: foi o tempo de Adelino Gomes, Mário Mesquita, Joaquim Furtado, Luis Filipe Costa, José Nuno Martins, Rui Pedro, João Paulo Guerra e tantos outros. Mas, exceptuando raríssimos episódios, como a brilhante desmontagem-desmentido do "arrastão de Carcavelos" feita, via internet, por Diana Andringa e alguns colegas seus, o silêncio actual desses jornalistas portugueses é ensurdecedor. E não basta dizer que "estão na prateleira". Nem basta pretenderem que estão a lutar "lá dentro" – a lutar por quê, perguntar-se-á, se não passa nada cá para fora? E também não basta que me digam que os jornalistas não são heróis, que têm de viver e que não podem fazer grande coisa porque o movimento social que os pudesse transportar não existe. Quando não há movimento social, resta-nos (se tivermos princípios) a resistência, se necessário a rebelião. Mas entre os jornalistas há corporativismo a mais, e autoquestionamento a menos. Há falta de compromisso com o público e com a verdade. Falta de coragem e de ousadia. Não vemos surgir iniciativas jornalísticas marginais e críticas. Não se ouvem os gritos – de um jornalista que seja! – a denunciar o mundo orwelliano em que trabalha. Querem convencer-se de que os empregos dos jornalistas são empregos como os outros. Mas não são. Eles sabem escrever e comunicar, conhecem as técnicas e os canais da profissão – nós, não. Pior: eles sabem que, lá fora, há jornalistas a resistir. E isso é, para os jornalistas, uma responsabilidade terrível: não podem dizer que não sabiam, não podem dizer que não sabem como fazer, nem podem dizer que não podem fazer nada. Se são consciências acordadas, são consciências sem descanso. Se estão a dormir, nós estamos fartos de esperar que acordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Artigo do último número, 105, da revista "Política Operária"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115978736470830700?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115978736470830700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115978736470830700' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978736470830700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978736470830700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/o-silncio-ensurdecedor-dos-jornalistas.html' title='O silêncio ensurdecedor dos jornalistas portugueses'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115978617957889724</id><published>2006-10-02T10:38:00.000Z</published><updated>2006-10-02T11:00:21.213Z</updated><title type='text'>Salva-Vidas de chumbo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Campesinos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/400/Campesinos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/untitled.7.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Contributo de Raquel Varela e Valério Arcary&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;h1 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eduardo Galeano, montevideo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 1pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 1pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 1pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pelo que diz a voz de comando, nossos países devem acreditar na &lt;i&gt;liberdade do comércio &lt;/i&gt;(embora ela não exista), &lt;i&gt;honrar os compromissos &lt;/i&gt;(embora eles sejam desonrosos), &lt;i&gt;atrair investimentos &lt;/i&gt;(embora eles sejam indignos) e &lt;i&gt;ingressar no cenário internacional &lt;/i&gt;(embora pela porta dos fundos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Ingressar no cenário internacional&lt;/i&gt;: o cenário internacional é o mercado. O mercado mundial, onde compram-se países. Nada de novo. A América Latina nasceu para obedecê-lo, quando o mercado mundial nem era chamado assim, e de um jeito ou de outro continuamos atados ao dever de obediência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Esta triste rotina dos séculos começou com o ouro e a prata, e continuou com o açúcar, o tabaco, o guano, o salitre, o cobre, o estanho, a borracha, o cacau, a banana, o café, o petróleo... O que esses esplendores nos deixaram? Nos deixaram sem herança nem bonança. Jardins transformados em desertos, campos abandonados, montanhas esburacadas, águas apodrecidas, longas caravanas de infelizes condenados à morte antecipada, palácios vazios onde perambulam fantasmas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Agora, chegou a vez da soja transgênica e da celulose. E outra vez repete-se a história das glórias fugazes, que ao som de seus clarins nos anunciam longas tristezas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Será que o passado ficou mudo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Nós nos negamos a escutar as vozes que nos alertam: os sonhos do mercado mundial são os pesadelos dos países que se submetem aos seus caprichos. Continuamos aplaudindo o seqüestro dos bens naturais que Deus, ou o Diabo, nos deu, e assim trabalhamos pela nossa própria perdição e contribuímos para o extermínio da pouca natureza que nos resta neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Argentina, Brasil e outros países latino-americanos estão vivendo a febre da soja transgênica. Preços tentadores, rendimentos multiplicados. A Argentina é, e já faz tempo, o segundo maior produtor mundial de transgênicos, depois dos Estados Unidos. No Brasil, o governo de Lula executou uma dessas piruetas que pouco favor fazem à democracia, e disse sim à soja transgênica, embora seu partido tenha dito não durante toda a campanha eleitoral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Isso é pão hoje e fome amanhã, como denunciam alguns sindicatos rurais e organizações ecologistas. Mas já sabemos que os peões ignorantes se negam a entender as vantagens do pasto de plástico e da vaca a motor, e que os ecologistas são uns estraga-prazeres que não dizem coisa-com-coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os advogados dos transgênicos afirmam que não está provado que prejudiquem a saúde humana. Em todo caso, também não está provado que não a prejudiquem. E já que são assim tão inofensivos, por que os fabricantes de soja transgênica se negam a esclarecer, nas embalagens, que vendem o que vendem? A etiqueta de soja transgênica não seria sua melhor publicidade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Acontece que existem evidências de que estas invenções do Doutor Frankenstein fazem mal à saúde do solo e reduzem a soberania nacional. Exportamos soja ou exportamos solo? Estamos ou não estamos presos nas gaiolas da Monsanto e de outras grandes empresas de cujas sementes, herbicidas e pesticidas passamos a depender?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Terras que produziam de tudo para o mercado local agora se consagram a um único produto para a demanda estrangeira. Nós nos desenvolvemos para fora e nos esquecemos de dentro. O mono-cultivo é uma prisão, sempre foi, e agora, com os transgênicos, é muito mais. A diversidade, por sua vez, liberta. A independência se reduz ao hino e à bandeira, se a soberania alimentar não é assentada. A autodeterminação começa pela boca. Só a diversidade produtiva pode nos defender das súbitas despencadas de preços que são costume, mortífero costume, do mercado mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;As imensas extensões destinadas à soja transgênica estão arrasando os bosques nativos e expulsando os camponeses pobres. Poucos braços ocupam essas explorações altamente mecanizadas, que ao mesmo tempo exterminam as plantações pequenas e as hortas familiares com os venenos que fumigam. Multiplica-se o êxodo rural às grandes cidades, onde se supõe que os expulsos vão consumir, se tiverem sorte, o que antes produziam. É a agrária reforma: a reforma agrária pelo avesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A celulose também está na moda, em vários países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Agora, o Uruguai está querendo se transformar num centro mundial de produção de celulose para abastecer de matéria prima barata as longínquas fábricas de papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Trata-se de monocultivos para a exportação, na mais pura tradição colonial: imensas plantações artificiais que dizem ser bosques e se convertem em celulose num processo industrial que arroja detritos químicos nos rios e torna o ar irrespirável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Uruguai, começaram por duas fábricas enormes, uma das quais já está a meio construir. Depois surgiu outro projeto, e já se fala de outro, e outro mais, enquanto mais e mais hectares estão sendo destinados à fabricação de eucaliptos em série. As grandes empresas internacionais nos descobriram no mapa do mundo, e caíram de súbito amor por este Uruguai onde não há tecnologia capaz de controlá-las, o estado outorga subsídios e evita impostos, os salários são raquíticos e as árvores brotam num piscar de olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Tudo indica que nosso país, pequenino, não irá agüentar o asfixiante abraço desses grandalhões. Como costuma acontecer, as bênçãos da natureza se transformam em maldições da história. Nossos eucaliptos crescem dez vezes mais depressa que os da Finlândia, e isso se traduz assim: as plantações industriais serão dez vezes mais devastadoras. No ritmo de produção previsto, boa parte do território nacional está sendo espremida até a última gota de água. Os gigantes sedentos vão secar nosso solo e nosso subsolo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Trágico paradoxo: este país foi o único lugar do mundo em que a propriedade da água foi submetida a plebiscito popular. Por esmagadora maioria, os uruguaios decidiram, em 2004, que a água seria propriedade pública. Não haverá maneira de evitar o seqüestro dessa vontade popular?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A celulose, é preciso reconhecer, transformou-se em algo assim como uma causa patriótica, e a defesa da natureza não desperta entusiasmo. Pior: em nosso país, algumas palavras que não eram palavrões, como &lt;i&gt;ecologista &lt;/i&gt;e&lt;i&gt; ambientalista, &lt;/i&gt;estão se transformando em insultos que crucificam os inimigos do progresso e os sabotadores do trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Celebra-se a desgraça como se fosse boa notícia. Mais vale morrer de contaminação do que morrer de fome: muitos desempregados acreditam que não existe outro remédio além de escolher entre duas calamidades, e os mercadores de ilusões desembarcam oferecendo milhares e milhares de empregos. Acontece que uma coisa é a publicidade, e outra é a realidade. O MST, movimento dos camponeses sem terra, divulgou dados eloqüentes, e que não valem apenas para o Brasil: a celulose gera um emprego a cada 185 hectares, e a agricultura familiar cria cinco empregos a cada dez hectares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 1pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;As empresas prometem o melhor. Trabalho a rodo, investimentos milionários, controles rígidos, ar puro, água limpa, terra intacta. E eu me pergunto: já que é assim, por que não instalam essas maravilhas em Punta del Este, para melhorar a qualidade de vida e estimular o turismo em nosso balneário principal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115978617957889724?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115978617957889724/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115978617957889724' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978617957889724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978617957889724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/salva-vidas-de-chumbo.html' title='Salva-Vidas de chumbo'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115978527847997080</id><published>2006-10-02T10:12:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:23:47.743Z</updated><title type='text'>PRAXE: O "caloiro" e o Monstro!</title><content type='html'>Eles são parecidos&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/troupes.2.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/troupes.2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eles não crescem&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/untitled.6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/untitled.6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles deixam tudo&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/praxe7.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/praxe7.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Elas também&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/praxe1.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/praxe1.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se não deixam ficam de castigo&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/dunce.1.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/dunce.1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tudo possa parecer coisa de burros&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/CAGPE3K9.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/CAGPE3K9.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos estão prontos para levar a sua dosse de porrada&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/22.2.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/22.1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Praxe está caduca.A Praxe está caduca e diga-se, não é de agora.&lt;br /&gt;Há três grandes argumentos que quem defende a Praxe recorrentemente refere. São eles: a tradição, a integração e a igualdade. Vamos lá então percorrer e aprofundar a distância entre a letra e a pratica destes três conceitos.&lt;br /&gt;Sobre o paradigma tradicionalista, que radica na História todo o seu argumentário, diga-se apenas duas coisas. A primeira é que a praxe é tradicionalista no pior dos sentidos, ou seja, a cada tempo dos vários tempos que teve na História dos últimos 150 anos, a praxe esteve sempre contra as mudanças estruturais dos sistemas políticos e sociais. Com a Monarquia contra a República, contra a Revolução e pelo Estado Novo. Nas duas principais Revoluções do último século da nossa História a praxe foi suspensa, não só como forma de luta, mas acima de tudo por ela ser absolutamente contraditória com o ideal da Liberdade.&lt;br /&gt;Outro lado pernicioso quanto ao carácter das tradições académicas é o facto de elas perpetuarem e ampliarem sempre as características mais conservadoras da sociedade. Se a sociedade é machista, homofóbica, classista, punitiva, e hierárquica, sob a batuta da estranha selecção darwinista, a praxe ainda o é de forma mais brutal. As mulheres não podem ser dux(as) nem cantar o fado, o conselho é de veteran(os), os gays são figuras de gozo e de chacota (como de resto todos os que primam pela diferença), o caloiro é bicho e animal, figura infra-humana para o gáudio dos “doutores” com mais umas quantas matriculas e o código da praxe viola, sem sufrágio nem revoluções, direitos, liberdades e garantias consagradas na lei geral.&lt;br /&gt;Por fim, no que diz respeito à História, lembremos o que fez voltar a “Policia Académica” nos anos 80. Diziam os profetas da restauração: ”A democracia está conquistada, tudo está garantido, está na hora de festejar. Esqueceram-se (ou não) que a democracia era ainda uma criança prematura, que o país se afogava, como ainda se afoga hoje, no mais castrante liberal-fascismo, e que quanto a lutas por travar, só alienado ou comprometido é que não se encontram horizontes.&lt;br /&gt;Quanto ao paradigma da integração deixem-me que cite um livro curioso. Intitula-se “Coimbra Boémia”, livro este que como tantos outros livro de memorias da cidade velha, podemos constatar a violência dos relatos de antigamente, sem cosméticas nem falsas retórica. Diz o livro qualquer coisa deste género… o caloiro é para saciar os desejos dos doutores, é para entreter. Integrar, é uma palavra que vem na praxe sempre com um duplo sentido, e são os relatos que o confirmam. Ainda quanto ao livro, dos anos 40, percebe-se bem o terror das repúblicas praxistas, as perseguições, as milícias, a arrogância ante os trabalhadores (vulgos futricas) bem como a simpatia do fascismo pelas trupes e vice-versa. O argumento da integração, usado muitas vezes pelos românticos da praxe, não é mais do que isso mesmo, uma visão romântica na plena etimologia da palavra. Mandar, rapar, bater, humilhar, perseguir a diferença, nada tem de romântico e muito menos integra, especialmente quem mais necessita. Permite isso sim, que a violência fique disponível nas mãos de tantos que para ai andam tão pouco sensatos, e que usam da praxe como uma auto-estrada ruma à cura das mais recônditas frustrações. Bateram-me…, pois baterei; raparam-me…, pois raparei, e assim sucessivamente, olho por olho dente por dente, até à derrota final, no ano da cartola e do juízo.&lt;br /&gt;Por último o paradigma da igualdade. “Com o traje todos somos iguais” advogam os pseudo igualitaristas. Pobres e ricos serão iguais aos olhos da Universidade. A última das mentiras. No dia em que o traje, seja ele qual for, tornar iguais as pessoas, o mundo vai ter só uma cor. Como se o poder económico não estivesse antes na carteira e nas suas potencialidades. Entre os estudantes, por mais que todos andassem trajados, distinguir-se-ia o carro, a casa, o trabalho que teriam que ter (ou não), os litros de álcool no sangue por semana (e o tipo de álcool que lá circula), os outros consumos e vícios que poderiam ter ou não, as férias em família, na Indochina, ou o trabalho precário na costa balnear. Quanto à principal diferenciação que o traje impõe, é entre a cidade e os estudantes. Entre quem estuda e lhes dá o pão, os cafés, as refeições, lhes limpa a casa, as ruas ou a própria escola, lhes constrói os estádios, as Universidade e os Hospitais, em quem no fundo lhes garante a vida, e eles sem reconhecimento e com vaidade exacerbada, não retribuem.&lt;br /&gt;Uma Universidade sem praxe seria com certeza uma academia melhor. Mais livre, mais humana, mais igualitária, fraterna e integradora. Uma academia sem praxe traria por fim mais tempo para as lutas, que se não tiverem sucesso, porão os filhos de quem trabalha, no olho da rua da Universidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/caveira.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A praxe, mata.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando não mata, magoa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando não magoa, oprime.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se não te oprime, força!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estás bom para ela...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115978527847997080?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115978527847997080/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115978527847997080' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978527847997080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115978527847997080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/10/praxe-o-caloiro-e-o-monstro.html' title='PRAXE: O &quot;caloiro&quot; e o Monstro!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115954666514260009</id><published>2006-09-29T16:04:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:24:48.776Z</updated><title type='text'>O verdadeiro Terrorista: O capitalismo"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/untitled.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/untitled.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;INTRODUÇÃO&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As corporações levam a cabo algumas das mais horríveis violações de direitos humanos dos tempos modernos, mas é cada vez mais difícil responsabilizá-las pelos seus actos. A globalização económica e a ascensão de um poder corporativo transnacional criaram o clima favorável para os violadores corporativos de direitos humanos, que são governados principalmente pelos códigos de oferta-procura e que mostram lealdade genuína apenas aos seus accionistas. Apesar de não ser fácil, podemos verificar o poder das corporações - e os cidadãos em todo o mundo estão a deitar mãos à obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Global Exchange desenvolveu esta lista de alguns dos piores violadores corporativos do mundo para ilustrar que em tópicos tão diversos como o assassinato, a tortura, o rapto, a degradação ambiental, o aproveitamento de fundos públicos, a repressão violenta de direitos políticos, a libertação de toxinas em meios ambientes imaculados, a destruição de lares, a discriminação, e a provocação da disseminação de problemas de saúde, companhias familiares como a Dow Chemical, a Coca Cola, a Caterpillar, a Lockheed, a Philip Morris, e a Wal-Mart desempenham um grande papel. Agora precisamos que você actue! Várias das companhias abaixo estão a ser processadas sob a Alien Tort Claims Act [Lei de Reclamação de Danos Estrangeiros], uma lei que permite a cidadãos de qualquer nacionalidade processar em tribunais federais estadunidenses por violações dos direitos ou tratados internacionais. Quando as corporações agem como criminosas, nós temos o direito e o poder de detê-las, prendendo tanto dirigentes como empresas multinacionais aos acordos que assinaram. Em todo o mundo - na Venezuela, na Argentina, na Índia e mesmo aqui nos Estados Unidos - os cidadãos estão a avançar para criar democracia e responsabilizar as corporações à luz do direito internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista das "MAIS PROCURADAS" corporações criminosas fornece-lhe informação acerca do comportamento abusivo do top catorze das piores corporações, diz-lhe quem é responsável, e como contactar e apoiar pessoas que estão a fazer alguma coisa acerca disso. Quanto mais souber, menos as corporações poderão continuar as suas violações fora do olhar do público: por isso partilhe esta informação com os seus amigos, ponha-se ao telefone com os próprios Presidentes Executivos, e exerça os seus direitos como cidadão e consumidor hoje.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/56983724.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;CATERPILLAR&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Presidente executivo: James OwensContacte a Empresa: Caterpillar Inc.100 NE Adams St.Peoria, IL 61629Telefone: 309-675-1000Fax: 309-675-1182Violações de direitos humanos: contratar com conhecidos violadores de direitos humanos, permitindo a demolição de casas, fornecendo equipamento que mata civis palestinianos activistas da paz americanos.&lt;br /&gt;Durante anos, a Caterpillar providenciou Israel com as escavadoras usadas para destruir residências palestinianas. Apesar da condenação mundial, a Caterpillar recusou-se a acabar com a sua participação corporativa na demolição de casas através de cortes nas vendas dos especialmente modificados modelos D9 e D10 para a força militar Israelita. Israel procura retratar a destruição de lares como necessária para a sua autodefesa, mas nada poderia estar mais afastado da verdade.&lt;br /&gt;Como o Comité Israelita Contra a Demolição de Residências documentou rigorosamente, a destruição de casas é parte da intenção de Israel de transformar a anexação de Jerusalém Este e outras áreas ocupadas num facto concreto ( &lt;a href="http://www.icahd.org/eng" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.icahd.org/eng&lt;/a&gt;).Numa carta para o Presidente Executivo da Caterpillar James Owens, o escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU afirmou: «permitir a entrega das vossas . escavadoras ao exército Israelita . com a certeza absoluta de que elas estão a ser usadas para tais acções, poderá envolver cumplicidade ou aceitação da parte da vossa companhia de violações actuais ou potenciais de direitos humanos .» A activista pela paz Rachel Corrie foi morta por uma escavadora militar D-9 da Caterpillar em 2003. Ela foi atropelada quando tentava bloquear a destruição da casa de uma família em Gaza. A sua família processou a Caterpillar em Março de 2005 acusando a Caterpillar de vender máquinas sabendo que elas seriam usadas para violar direitos humanos. Desde a morte de Rachel pelo menos mais três palestinianos foram mortos em suas casas pelas demolições das escavadoras israelitas. Quem está a trabalhar nisto:- Amnesty International- Jewish Voice for Peace- Human Rights Watch- US Campaign to End Israeli Occupation&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/smash%20capitalism.2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;CHEVRON&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Presidente e Presidente Executivo: David O'ReillyContacte a Empresa: Chevron Corp.6001 Bollinger Canyon Rd.San Ramon, CA 94583Violações de direitos humanos: destruição ambiental, violações de saúde, e assassinatos violentos. A companhia petroquímica Chevron é culpada de algumas das piores violações ambientais e de direitos humanos no mundo. De 1964 a 1992, a Texaco (que transferiu as suas operações para a Chevron depois de ter sido adquirida em 2001), libertou uma "Floresta Tropical Chernobil" tóxica no Equador deixando mais de 600 fossas de petróleo desalinhados na imaculada floresta tropical da Amazónia setentrional e vertendo 18 mil milhões de galões de água de produção tóxica para rios usados para a higiene. O crude tóxico e a água sedimentada infiltraram-se no subsolo, contaminando a água fresca circundante e a terra de cultivo. Como resultado, as comunidades locais sofreram graves efeitos de saúde, incluindo cancro, lesões de pele, defeitos de nascimento, e abortos espontâneos. As comunidades indígenas foram espoliadas das suas terras, e milhões de hectares de floresta tropical foram destruídos para abrir caminho aos oleodutos e poços de petróleo da companhia. A Chevron é também responsável pela repressão violenta da oposição pacífica à extracção de petróleo.&lt;br /&gt;Na Nigéria, a Chevron colaborou com a polícia e com os militares nigerianos que abriram fogo contra manifestantes pacíficos que se opõem à extracção de petróleo no Delta do Níger. Em 1998, dois activistas indígenas Ilaje foram mortos por responsáveis militares nigerianos levados de helicóptero pela companhia, enquanto protestavam numa plataforma petrolífera no estado de Ondo. Em 1999, duas pessoas da aldeia Opia foram mortos por pessoal militar pago pela Chevron, depois de terem solicitado uma reunião para se queixarem sobre os efeitos danosos da companhia sobre a pesca local. E em 2005, soldados nigerianos dispararam sobre manifestantes no terminal de petróleo de Escravos, deixando um manifestante morto. Adicionalmente, a Chevron é responsável por problemas de saúde disseminadas em Richmond, na Califórnia, onde está localizada uma das maiores refinarias da Chevron. Processando 350.000 barris de petróleo por dia, a refinaria de Richmond produz chamas de petróleo e lixo tóxico na área de Richmond. Como resultado, os residentes locais sofrem de altas taxas de lúpus, erupções cutâneas, febre reumática, problemas de fígado, problemas de rins, tumores, cancro, asma e problemas nos olhos. Em Dezembro de 2004, a companhia Unocal, que recentemente se tornou uma subsidiária da Chevron, é uma companhia de petróleo e gás sediada na Califórnia com operações à volta do mundo. Em Dezembro de 2004, a companhia resolveu uma acção judicial apresentada por 15 aldeões birmaneses, na qual os aldeões alegaram a cumplicidade da Unocal num leque de violações dos direitos humanos na Birmânia, incluindo violação, execução sumária, tortura, trabalho forçado e migração forçada. Apesar do acordo, as violações de direitos humanos continuam ao longo do oleoduto na Birmânia, que "guardado" pelos militares birmaneses.&lt;br /&gt;A Chevron é responsável pelos riscos associados com este oleoduto. Quem está a trabalhar nisto:- Acción Ecológica- Amazon Watch- Amazon Defense Front- Amnesty International- Center for Constitutional Rights- EarthRights International - Human Rights Watch- Oil Change International- Oil Watch International- Richmond Greens&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/coke.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;COCA-COLA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: E. Neville IsdellContacte a Empresa: Coca-ColaOne Coca Cola PlazaP.O. Box 1734Atlanta, GA 30301Phone: 404-676-2121Violações de direitos humanos: assassinatos violentos, rapto e tortura, privatização da água, violações da saúde, e práticas discriminatórias. A Coca-Cola Company é talvez o mais amplamente reconhecido símbolo corporativo do planeta. A companhia também lidera na violação dos direitos dos trabalhadores, assassinatos, privatização da água e discriminação de trabalhadores. Entre 1989 e 2002, oito líderes sindicais das fábricas da Coca-Cola na Colômbia foram mortos após protestarem contra as práticas laborais da companhia.&lt;br /&gt;Centenas de outros trabalhadores da Coca-Cola que se juntaram ou consideraram juntar-se ao sindicato colombiano SINALTRAINAL foram raptados, torturados e detidos por grupos paramilitares que intimidam trabalhadores para os impedir de se sindicalizarem. Na Turquia, 14 motoristas de camião da Coca-Cola e as suas famílias foram severamente espancados por polícias turcos contratados pela companhia, enquanto protestavam por um despedimento de 1000 trabalhadores de uma fábrica de engarrafamento local em 2005. Na Índia, a Coca-Cola destrói a agricultura local ao privatizar os recursos de água do país. Em Plachimada, Kerala, a Coca-Cola extraiu 1,5 milhões de litros de água de poços de água profunda, que engarrafaram e venderam sob os nomes Dasani e BonAgua.&lt;br /&gt;A água debaixo da terra foi severamente reduzida, afectando milhares de comunidades com a escassez de água e a destruição da actividade agrícola. Como resultado, a restante água ficou contaminada com altos níveis de cloretos e bacterianos, originando crostas, problemas nos olhos e dores de estômago na população local. A escassez de água também ocorreu em Varanasi, Thane e Tamil Nadu. A companhia é também culpada de revender o lixo industrial das suas fábricas a agricultores como fertilizantes, apesar de conter níveis perigosos de chumbo e cádmio. A Coca-Cola é uma das empresas mais discriminatórias do mundo. No ano 2000, 2000 empregados afro-americanos nos EUA processaram a companhia pelas disparidades nos salários e promoções com base na raça. No México, a Coca-Cola FEMSA, a maior engarrafadora da Coca-Cola na América Latina, despediu um gerente sénior de engarrafamento por ser homossexual. Finalmente, ao negar regularmente cuidados de saúde aos empregados e às suas famílias, a Coca-Cola falhou em ajudar a parar a disseminação da SIDA em África.&lt;br /&gt;A companhia é uma das maiores empregadoras privadas do continente, e no entanto só parcialmente cobre medicamente caros, ao mesmo tempo que não cobre de todo medicamentos genéricos. Quem está a trabalhar nisto:- Coke Watch- Corp Watch- India Resource Center- Killer Coke- Polaris Institute- Public Citizen- Students Against Sweatshops - USLEAPDOW&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/capitalism2_01.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;CHEMICAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Andrew N. LiverisContacte a Empresa: Dow Chemical Co.2030 Dow CenterMidland, MI 48674Violações de direitos humanos: criação de armas químicas, comercialização de químicos venenosos, despejos de toxinas em áreas povoadas, destruição ambiental, problemas de saúde, morteA Dow Chemical tem vindo a destruir vidas e a envenenar o planeta há décadas. A companhia é mais conhecida pela devastação e desastre de saúde para milhões de vietnamitas e veteranos estadunidenses causados pelo desfolhante da Guerra do Vietname, o Agente Laranja.&lt;br /&gt;O padrão de negócios "invente primeiro, faça perguntas depois" da Dow levou a companhia multinacional a desenvolver e a aperfeiçoar o Napalm, uma brutal arma química que A Dow também desenvolveu e aperfeiçoou o Napalm, uma arma química brutal que queimou muitos inocentes até à morte no Vietname e em outras guerras. Em 1988, a Dow providenciou pesticidas a Saddam Hussein apesar dos avisos de que eles poderiam ser usados para produzir armas químicas. Em 2001, a Dow herdou o legado tóxico do pior desastre químico em tempo de paz na história quando adquiriu a Union Carbide Corporation (UCC) e o seu passivo extraordinário em Bhopal, na Índia. Como relata o sítio web dos Students for Bhopal, «A 3 de Dezembro de 1984, milhares de pessoas em Bhopal, na Índia, foram gaseados até à morte após uma fuga química catastrófica numa fábrica de pesticidas da UCC.&lt;br /&gt;Mais de 150.000 pessoas foram deixadas com severas deficiências - num desastre agora amplamente reconhecido como o pior de sempre no mundo».A Dow recusa-se a encarar as suas responsabilidades em Bhopal ou mesmo a admitir a sua existência, prosseguindo a tradição da Union Carbide de lucrar com a extrema irresponsabilidade corporativa. Na Índia, a subsidiária da Dow enfrenta acusações de homicídio involuntário e é considerada uma fugitiva à justiça por um caso criminal pendente relacionado com a explosão química de 1984. A falta de responsabilização da Dow e da UCC no desastre continua a afectar as vidas em Bhopal até hoje. Em todo o mundo, a Dow está envolvida em violações dos direitos humanos: destruição ambiental, contaminação da água e do solo, violações da saúde, envenenamento químico, e guerra química. O impacto da Dow Chemical é sentido globalmente dos seus quartéis-generais em Midland, no Michigan, até New Plymouth, na Nova Zelândia. Em Midland, a Dow tem vindo a produzir químicos clorados e a queimar e a enterrar o seu lixo incluindo os químicos que compõem o Agente Laranja. Em New Plymouth, na Nova Zelândia, 500.000 galões de Agente Laranja foram produzidos e milhares de toneladas de lixo de dioxinas foram despejadas em campos agrícolas. Os legados tóxicos de violações de direitos humanos da Dow atravessam para os campos agrícolas da América central para onde a Dow exportou o pesticida DBPC banido pela EPA [Agência de Protecção Ambiental] para utilização em plantações de banana e ananás. Como resultado, milhares de trabalhadores da banana foram expostos ao DBCP e tornaram-se estéreis. Em mercados retalhistas por todo o mundo os perigoso químicos da Dow são apresentados como vulgares produtos farmacêuticos e solventes, plásticos e tintas para a casa. Quem está a trabalhar nisto:- Dow Accountability Network- EarthRights International- Vietnam Relief and Responsibility Campaign- Fund for Reconciliation and Development- The Vietnam Dioxin Collective- International Campaign for Justice In Bhopal- Students For Bhopal- Amnesty International-USA- Greenpeace International- Ecology Center- Tittabawassee River Watch -&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/56590124.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Beyond PesticidesDYNCORP/CSC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Van HoneycuttContacte a Empresa: DynCorp/CSC2100 East Grand AvenueEl Segundo, CA 90245 USA Telefone: 310.615.0311Violações de direitos humanos: provocação de problemas de saúde, devastação ambiental e morte; pôr vidas em perigo; maltrato físico de pessoas; tráfico sexual.As empresas de segurança privada tornaram-se o sector de crescimento mais rápido na economia global durante a última década - uma indústria quase desregulada de 100 mil milhões de dólares por ano. A DynCorp, uma das fornecedoras destes serviços mercenários, demonstra o poder e o potencial da indústria para abusar dos direitos humanos. Enquanto guarda homens de Estado no Afeganistão e poços de petróleo africanos, treina forças de polícia iraquianas, erradica plantas de coca na Colômbia e protege os interesses de negócio da Nova Orleães devastada pelo furacão, estas armas alugadas sustentam a segurança de governos e de organizações à custa dos direitos humanos de muitas pessoas. As fumigações das plantações de coca ao longo da fronteira colombiana-equatoriana levou camponeses equatorianos a processar a DynCorp em 2001. Os queixosos argumentaram que a Dyncorp sabia - ou devia saber - que os herbicidas eram altamente tóxicos, e portanto devia ser responsabilizada pelos problemas de saúde e pelas mortes entre a população local e pelos disseminados danos ambientais para a sua agricultura de subsistência.&lt;br /&gt;Um semanário colombiano chamou à DynCopr - que também pulveriza herbicidas no Peru e na Bolívia - «Rambos fora-da-lei». Em 2001, um mecânico que trabalhava para a DynCorp denunciou que os empregados da DynCorp na Bósnia violavam e traficavam raparigas tão novas quanto 12 anos de idade para a escravatura sexual. De acordo com uma queixa apresentada pelo mecânico, «empregados e supervisores estavam a dedicar-se a comportamentos perversos, ilegais e desumanos [e] andavam a comprar armas ilegais, mulheres [e] a falsificar passaportes». O mecânico observou viu empregados da DynCopr comprar e vender mulheres e gabar-se acerca das idades e dos talentos das suas escravas. A DynCorp despediu o denunciante, que mais tarde afirmou que «A DynCorp é tão imoral e elitista quanto possível, e transgride todas as leis que pode». A companhia transferiu os empregados acusados de tráfico sexual para fora do país, eventualmente despedindo alguns. Nenhum foi processado. Quem está a trabalhar nisto:- CorpWatch- International Labor Rights Fund e os Escritórios de Advogados de Cristobal Bonifaz estão a tratar do processo dos equatorianos, com a ajuda de EarthRights International, Amazon Alliance, e Friends of the Earth.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/shell.2.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;FORD MOTOR COMPANY&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Presidente Executivo: William Clay Ford, Jr.Contacte a Empresa: Ford Motor CompanyP.O. Box 685Dearborn, MI 48126-0685Email: &lt;a href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=wford@ford.com" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=wford@ford.com&lt;/a&gt;Violações de direitos humanos: degradação ambiental, alteração climática, fomentação de guerras pelo petróleo. A indústria de automóveis dos EUA está a fomentar a dependência dos Estados Unidos pelo petróleo. Os automóveis são o maior consumidor de petróleo nos EUA, um país que constitui menos de cinco porcento da população mundial mas consome 25 porcento do seu petróleo. A dependência dos EUA em relação ao petróleo está ligada a uma multidão de problemas ambientais e de direitos humanos, incluindo violações de direitos humanos em países como a Nigéria, o Equador, o Sudão, a África do Sul e a Indonésia. A dependência dos EUA em relação ao petróleo incitou o governo dos EUA a conluiar-se com governos violadores dos direitos humanos como o da Arábia Saudita. Expulsou indígenas das suas terras e destruiu centenas de milhares de acres de florestas tropicais, que são o habitat de metade das espécies vegetais e animais do planeta. Fomentou guerras pelo petróleo, como a guerra do Iraque, que até agora provocou a morte de mais de 2.100 soldados dos EUA e uma estimativa de 27.000 a 100.000 iraquianos. Poluiu cidades, pondo em perigo a saúde de milhões de pessoas que vivem em comunidades com níveis altos de ozono e levando a centenas de milhares de casos de asma infantil. E, sendo um dos principais contribuintes para o aquecimento global, fez aumentar a probabilidade de eventos climáticos extremos como o furacão Katrina, que matou pelo menos 1.289 pessoas.Entre os fabricantes de automóveis, a Ford Motor Company é a pior. Todos os anos, desde 1999, a Agência de Protecção Ambiental dos EUA, colocou no ranking os carros, carrinhas e todo-o-terreno (SUVs) da Ford como sendo os que mais gastam combustível entre todos os fabricantes de automóveis americanos. A actual frota de carros e carrinhas da Ford tem uma eficiência de gasto médio de combustível mais baixa do que o Modelo T original da Ford. A Ford também está em último lugar quando se trata das emissões de gases efeito de estufa dos veículos. De acordo com um relatório recente do Sindicato dos Cientistas Preocupados, a Ford tem «absolutamente o pior desempenho na retenção do calor dos gases efeito de estufa de todos os Seis Grandes fabricantes de automóveis». Na verdade, se a Ford fosse um país, seria o 10º maior poluidor do aquecimento global do mundo, atrás da Itália. Surpreendentemente, apesar da recente campanha de relações públicas de "lavagem verde" da companhia, os seus registros na realidade pioraram. De acordo com o próprio relatório de sustentabilidade da Ford, entre 2003 e 2004, a economia de combustível da frota estadunidense da companhia baixou e as emissões de CO2 subiram. A Ford também fez pressão para impedir que os governos dos EUA e dos estados melhorassem a situação: a companhia fez pressão contra os esforços dos legisladores para aumentar as normas de economia de combustível a nível nacional e está também envolvida numa processo contra as normas de economia de combustível da Califórnia. Quem está a trabalhar nisto:- Bluewater Action Network- Energy Action- Jumpstart Ford, uma coligação entre a Global Exchange, a Rainforest Action Network e a Ruckus SocietyKBR (KELLOGG, BROWN AND ROOT):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;UMA SUBSIDIÁRIA DA HALLIBURTON CORPORATION&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Presidente e Presidente Executivo: Andrew LaneContacte a Empresa: KBR601 Jefferson StreetHouston, TX 77002Telefone: (713) 753-2000Violações de direitos humanos: Preços excessivos e fornecimento de serviços desnecessários à custa do dinheiro dos contribuintes, suborno, exploração de cidadãos de países terceiros. A KBR é uma companhia privada que presta serviços de apoio militares. Notória pela sua questionável contabilidade, práticas de facturação desonestas, e contratos sem licitação (no-bid contracts) [1], a KBR violou os direitos humanos à custa do dólar americano. A KBR fornece apoio logístico chave para a guerra, a ocupação e a detenção ilegal. A companhia fornece os serviços de apoio críticos de que as tropas dos EUA necessitam para poderem continuar a sua ocupação do Iraque. A KBR também construiu as instalações de detenção na Baía de Guantánamo, onde centenas de detidos definharam durante mais de três anos, muitos dos quais sofreram tortura e morte. A contabilidade dúbia da KBR no Iraque veio à luz do dia em Dezembro de 2003 quando os auditores do Pentágono questionaram os preços excessivos da gasolina importada. Antigos empregados testemunharam que a KBR facturou sacos de lavandaria de 100 dólares e caixas de refrigerantes de 45 dólares, falhando em fornecer simples partes mecânicas para filtros de óleo, dando como alimento a soldados rações fora do prazo de validade, e cobrando por refeições que nunca serviu. Em Junho de 2005, uma auditoria anteriormente secreta do Pentágono criticou 1,4 mil milhões de dólares em gastos «suspeitos» e «indocumentados». No entanto, dada a história da KBR, isto não constitui surpresa. Em 2002, a companhia pagou 2 milhões de dólares para finalizar um processo com o Departamento de Justiça que acusava a KBR de inflacionar os preços dos contratos em Fort Ord, na Califórnia. Em 2000, o GAO [Government Accountability Office] escrutinou a KBR por preços excessivos e por fornecer serviços desnecessários nos Balcãs. Subornos a responsáveis locais (tal como na Nigéria) ou a subcontratistas também parecem ser parte do modus operandi da KBR. Muitos cidadãos de países terceiros (TCN, das siglas em inglês) foram contratados pela KBR para "reconstruir" o Iraque. Geralmente oriundos de países pobres da Ásia, tornaram-se inesperadamente parte da maior força de trabalho civil jamais contratada para o apoio a uma guerra estadunidense. Uma rede intrincada de subcontratistas que recrutam e empregam a maioria dos TCN baixa os custos dos principais contratistas e impede qualquer inspecção por parte de auditores de contratos. Os trabalhadores contraem frequentemente empréstimos usurários para pagar a comissão de um intermediário pelos trabalhos no ultramar. Uma vez no estrangeiro, os trabalhadores encontram-se com poucas protecções e com um estatuto legal incerto. Os TCN frequentemente dormem em reboques superlotados e esperam fora sob um calor escaldante para comer "zurrapa". Muitos têm falta de cuidados médicos adequados e são colocados em trabalhos árduos sete dias por semana, 10 horas ou mais por dia. Poucos recebem equipamento apropriado de segurança no local de trabalho ou protecção adequada morteiros e rockets próximos. A KBR é agora acusada de perpetuar o mesmo sistema em áreas destruídas ou danificadas pelo furacão Katrina. Vieram a público relatórios dando conta de subcontratistas da KBR que exploram TCN (desta vez, latinos), muitos dos quais não são pagos, nem alimentados, vivendo em condições precárias e sofrendo de doenças não tratadas. Quem está a trabalhar nisto:- Corpwatch- Center for Corporate Policy-&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/mfi058.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Halliburton Watch&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Houston Global AwarenessLOCKHEED MARTIN&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Robert StevensContacte a Corporation: Lockheed Martin Corp6801 Rockledge DrBethesda, MD 20817Telefone: (301) 897-6000Violações de direitos humanos: mercantilismo de guerra, apologia da guerra. A Lockheed Martin é a maior contratista militar do mundo. Em 2003, o ano da invasão do Iraque, a companhia arrecadou 21,9 mil milhões de dólares em contractos com o Pentágono. O fornecimento de satélites, aviões, mísseis e outros itens de alta tecnologia ao Pentágono, mantém os lucros a rodar. Desde 2000, ano em que Bush foi eleito, o valor de bolsa da companhia triplicou. Uma grande companhia como a Lockheed martin tem a capacidade de moldar o seu ambiente de negócios, e o mercantilismo de guerra é muito benéfico para o rendimento líquido. Como aponta o Center for Corporate Policy, não é coincidência que o vice-presidente da Lockheed, Bruce Jackson - que ajudou a redigir a plataforma de política estrangeira republicana em 2000 - seja um jogador chave no Projecto para um Novo Século Americano, a incubadora intelectual da Guerra do Iraque. A Lockheed Martin não é a única contratista de defesa que joga nos bastidores para influenciar as políticas públicas, mas é uma das piores. Stephen J. Hadley, que tem agora o antigo cargo de Condoleezza Rice como assistente do Presidente para Assuntos de Segurança Nacional, foi um antigo parceiro numa firma de advocacia em Washington que representava a Lokheed Martin. Ele é só um dos beneficiários da chamada "porta de retorno" entre as indústrias militares e o aparato "civil" da segurança nacional. Estes mercantilistas da guerra - os fabricantes do míssil Trident; de aviões como o F-16, o F/A-22 e o C-130 Hercules, bem como de componentes militares de alta tecnologia para o espaço como o satélite DSCS-3 - têm uma profunda e ilegítima influência nas decisões das políticas internacionais do nosso país. Quem está a trabalhar nisto:- Brandywine Peace Community- Center for Corporate Policy- War Resisters League&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;MONSANTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Hugh Grant Contacte a Empresa: c/o Kathleen Klepfer, Chief of Staff for Hugh Grant800 North Lindbergh BoulevardSt. Louis, MO 63167Telefone: (314) 694-1000Fax: (314) 694-8394&lt;a href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=kathleen.lee.klepfer@monsanto.com" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=kathleen.lee.klepfer@monsanto.com&lt;/a&gt;Violações de direitos humanos: Deslocamento, violações da saúde e trabalho infantil.A Monsanto é, de longe, o maior produtor de sementes geneticamente modificadas no mundo, dominando 70% a 100% do mercado de colheitas como soja, algodão, trigo e milho. A companhia é também um dos mais chocantes violadores dos direitos humanos da soberania alimentar, do acesso à terra e da saúde. A Monsanto promove a monocultura - a prática de cobrir grandes extensões de terra com uma única colheita. Esta prática expulsa os cultivos de subsistência e destrói terra arável ao reduzir drasticamente a qualidade do solo e da água ao longo de anos, drenando o solo de nutrientes essenciais. A companhia também faz baixar os preços dos alimentos ao inundar países como o México, a Índia e o Brasil com alimentos geneticamente modificados baratos, o que resulta no deslocamento de milhões de agricultores, que são forçados a migrar para as cidades ou a trabalhar como camponeses sem-terra ou cultivadores associados. A Monsanto é o líder mundial de produção do herbicida glifosato, comercializado como "Roundup". O Roundup é vendido a pequenos agricultores como sendo um pesticida, contudo prejudica as colheitas a longo prazo uma vez que as toxinas se acumulam no solo. As plantas eventualmente tornam-se inférteis, forçando os agricultores a comprar semente Roundup Ready geneticamente modificada, uma semente que resiste ao herbicida. Isto cria um ciclo de dependência em relação à Monsanto tanto para o herbicida como para a única semente que lhe consegue resistir. Ambos os produtos estão patenteados e são vendidos a preços inflacionados.&lt;br /&gt;O Roundup Ultra, uma versão do pesticida não disponível no mercado comercial, é regularmente empregado na fumigação de áreas de produção de colheitas ilícitas. No entanto, enquanto destrói campos de plantas de drogas, também destrói cultivos de subsistência como a banana, o palmito e o café. Está documentado que a exposição ao pesticida causa cancros, distúrbios de pele, abortos espontâneos, nascimentos prematuros e danos nos sistemas gastrointestinal e nervoso. De acordo com o Comité Indiano da Holanda e com o Fundo dos Direitos de Trabalho Internacional, a Monsanto também utiliza trabalho infantil. Na Índia, cerca de 12.375 crianças trabalham na produção de sementes de algodão para agricultores pagos por companhias de sementes indianas e multinacionais, incluindo a Monsanto. Várias crianças morreram ou ficaram seriamente doentes devido à exposição aos pesticidas. Os lucros anuais da Monsanto totalizam 5,4 mil milhões de dólares.Quem está a trabalhar nisto:- Food First- GM Watch- GRAIN- India Resource Center- Institute for Agriculture and Trade Policy - Landless Workers' Movement- Organic Consumers' Association- Via Campesina&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/DLF61099.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;NESTLÉ USA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Joe WellerContacte a Empresa: Nestlé USA 800 N. Brand Blvd.Glendale, CA 91203Telefone: 818-549-6000Fax: 818-549-6952Violações de direitos humanos: trabalho infantil abusivo, repressão dos direitos dos trabalhadores, comercialização de produtos prejudiciais, violação de leis ambientais e sanitárias nacionais. Há um segredo na indústria do chocolate, e assim que as pessoas o descobrem, o seu chocolate já não sabe tão bem: muito do chocolate consumido em todo o mundo é feito de grãos de cacau que foram colhidos com trabalho infantil ilegal, incluindo trabalho escravo infantil. O problema do trabalho infantil forçado e ilegal é desenfreado na indústria do chocolate, porque mais de 40% do fornecimento mundial de cacau vem da Costa do Marfim, um país que, segundo estima o Departamento de Estado estadunidense, tem aproximadamente 109.000 crianças a trabalhar em condições perigosas nas plantações de cacau, no que foi descrito como a pior forma de trabalho infantil. Em 2001, a Save The Children Canada reportou que 15.000 crianças entre os 9 e os 12 anos, muitas delas do paupérrimo Mali, foram enganadas ou vendidas para escravatura nos campos de cacau da África Ocidental, muitas por apenas 30 dólares cada. Só neste Verão, o Fundo dos Direitos de Trabalho Internacional e uma companhia de advogados de Birmingham apresentaram uma acção judicial popular contra a Nestlé e vários dos seus fornecedores a favor de antigas crianças escravas. A Nestlé é o alvo desta acção judicial e é assinalada por activistas no âmbito corporativo porque é o terceiro maior comprador de cacau da Costa do Marfim, tem instalações de processamento, armazenamento e exportação lá, e está bem consciente das praticas laborais tragicamente injustas que têm lugar nas plantações com as quais continua a fazer negócio. A Nestlé e outros fabricantes de chocolate acordaram em acabar com a utilização de trabalho infantil forçado e abusivo nas plantações de cacau em 1 de Julho de 2005, mas falharam em cumpri-lo. A Nestlé é também notória pelo seu marketing agressivo da fórmula para bebés em países pobres desde os anos 1980, a qual pode ter levado à morte de incontáveis crianças que não receberam os nutrientes que estariam presentes no leite materno. Por causa desta prática, a Nestlé é ainda uma das empresas mais boicotadas no mundo e a sua fórmula para bebés ainda é controversa. Em Itália em 2005, a polícia apreendeu mais de dois milhões de litros da fórmula para bebés da Nestlé que estavam contaminados com o químico isopropylthioxantone (ITX), um componente da tinta da embalagem. Revelou-se que a companhia sabia da contaminação há meses, mas não recolheu a fórmula. Adicionalmente, violações dos direitos dos trabalhadores são reportadas de fábricas da Nestlé em numerosos países. Na Colômbia, a Nestlé substituiu todo o pessoal da fábrica por trabalhadores de salários baixos e não renovou o contrato de emprego colectivo.&lt;br /&gt;Em Cabuyao Laguna, nas Filipinas, uma greve de 3 anos contra a Nestlé foi parcialmente precipitada pela recusa da Nestlé a incluir os benefícios de reforma dos trabalhadores no acordo de negociação colectiva, apesar de o Supremo Tribunal ter deliberado a favor dos trabalhadores. A companhia tentou quebrar brutalmente a greve; este ano, dois sindicalistas, incluindo o destacado líder trabalhista Diosdado Fortuna, foram assassinados. Quem está a trabalhar nisto:- Global Exchange- International Baby Milk Action-International Labor Rights Fund&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;PHILIP MORRIS USA E PHILIP MORRIS INTERNATIONAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(TAMBÉM CONHECIDAS COMO ALTRIA GROUP INC.) Presidente e presidente Executivo: Louis C. CamilleriContacte a Empresa: Philip Morris USAConsumer Response CenterP.O. Box 26603Richmond, Virginia 23261&lt;a href="http://www.philipmorrisusa.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.philipmorrisusa.com/&lt;/a&gt;Email FormConsumer ServiceCase Postale 11711001 Lausanne, Switzerland&lt;a href="http://www.philipmorrisinternational.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.philipmorrisinternational.com/&lt;/a&gt;Violações de direitos humanos: Marketing agressivo de produtos letais.De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o tabaco é a segunda maior causa de morte prevenível do mundo. Perto de cinco milhões de vidas por ano são reclamadas pela indústria do tabaco, cujos produtos resultam em morte prematura para metade das pessoas que os utilizam. De entre as tabaqueiras, a Philip Morris é notória. Agora chamada Altria, é a maior e mais rentável empresa de cigarros e fabricante de Marlboro, Virginia Slims, Parliament, Basic e muitas outras marcas de cigarros. A Philip Morris é também líder em incentivar o fumo entre os jovens em todo o mundo. A Philip Morris induziu consistentemente em erro os concumidores acerca dos perigos dos seus produtos. Documentos revelados numa acção judicial apresentada contra a indústria tabaqueira pelo Estado do Minnesota, mostraram que a Phillip Morris e outras tabaqueiras líderes sabiam muito bem dos perigos dos produtos de tabaco e do vício da nicotina, contudo continuaram a negar estas realidades em público até que os documentos internos da companhia foram trazidos a público. Até hoje, a Phillip Morris engana os consumidores acerca do mal dos seus produtos oferecendo cigarros gama light, suave e de baixo teor que dão aos consumidores a ilusão de que estas marcas são mais "saudáveis" do que os cigarros tradicionais. A Philip Morris alvejou activamente a juventude mundial investigando padrões e atitudes de fumo e alvejando os jovens como potenciais consumidores. Os cigarros Marlboro são a marca de topo para a juventude nos estados Unidos. Apesar de a companhia dizer que não quer que as crianças fumem, gasta milhares de dólares todos os dias publicitando e promovendo cigarros para a juventude. No estrangeiro, até contratou raparigas Marlboro menores de idade para distribuir cigarros grátis a outras crianças e patrocinou concertos onde cigarros foram entregues a menores. À medida que as campanhas anti-tabaco e as regulações governamentais estão a diminuir o uso do tabaco nos países ocidentais, a Phillip Morris mudou-se agressivamente para mercados de países em vias de desenvolvimento, onde o fumo e as mortes relacionadas com o tabaco estão em ascensão. De acordo com um estudo da Harvard School of Public Health, os campos de morte do tabaco estão a mudar-se para o mundo em vias de desenvolvimento e para a Europa do Leste, onde a maioria dos fumadores do mundo agora vive. Números preliminares disponibilizados pela Organização Mundial de Saúde prevêem que as mortes globais devido a doenças relacionadas com o tabaco quase duplicarão em 2020, com mais de três quartos dessas mortes nos países em vias de desenvolvimento. Entretanto, os lucros da Philip Morris continuam a crescer. Só no terceiro quadrimestre de 2005, o rendimenmto líquido da Altria foi de 25 mil milhões de dólares, acima de 2004 em larga medida devido ao alto desempenho da Philip Morris USA e da Philip Morris International. Quem está a trabalhar nisto:- Campaign for Tobacco-Free Kids- Essential Action- Framework Convention Alliance- World Health OrganizationPFIZER Presidente Executivo: Henry A. McKinnellContacte a Companhia: Pfizer235 East 42nd StreetNY, NY 10017-5755Telefone: 212-573-1000 (switchboard)Fax: 212-573-7851Violações de direitos humanos: Preços especulativos assassinos.A Pfizer é uma das maiores e mais lucrativas companhias farmacêuticas do mundo, com rendimentos de 52,5 mil milhões de dólares em 2004. Além do Viagra, do Zoloft, do Zithromax e do Norvasc, a Pfizer produz os fármacos Rescriptor, Viracept e Diflucan (fluconazole) relacionados com a HIV/SIDA. Tal como outras companhias farmacêuticas, vende estes fármacos a preços que as pessoas pobres não podem suportar e combate agressivamente os esforços para tornar mais fácil a entrada de medicamentos genéricos no mercado. Inclusive cortou o envio de medicamentos para as farmácias canadianas que vendiam fármacos da Pfizer a doentes nos Estados Unidos a custos mais acessíveis do que aqueles oferecidos nas farmácias dos EUA. Para assegurar os seus lucros, a Pfizer investe massivamente nas contribuições de campanha estadunidenses. Embora não possa parecer ter capacidade para oferecer medicamentos que salvam vidas a preços suportáveis, foi capaz de arrancar 544.900 dólares principalmente para candidatos republicanos no ciclo eleitoral de 2006 (ainda em progresso) e 1.630.556 no ciclo eleitoral de 2004.A recusa das companhias farmacêuticas em pôr os seres humanos à frente da sua própria avidez e lucros é especialmente mortal para pessoas com HIV/SIDA. A SIDA matou 3,1 milhões de pessoas em 2004, uma taxa de mortalidade chocante que poderia ser bastante reduzida se o tratamento fosse disponibilizado para pessoas que neste momento não o podem pagar. A Pfizer e outras companhias farmacêuticas recusaram-se a conceder licenças de genéricos para fármacos da HIV/SIDA a países como o Brasil, a África do Sul e a República Dominicana, onde os doentes são forçados a pagar 20 dólares por cada comprimido semanal de fármacos como o fluconazole, embora o salário médio seja apenas de 120 dólares por mês. Em vez de ajudar a erradicar a maior pandemia da história do mundo, a Organização Mundial do Comércio tornou as coisas piores. Começando em 1995, o Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados com o Comércio (TRIPS, nas siglas em inglês) protegeu as companhias ao impedir os países membros da OMC de produzir versões genéricas dos seus fármacos. Devido à pressão pública, a OMC anunciou um novo acordo em 2003 para permitir a países pobres aceder a fármacos anti-retrovirais genéricos baratos, mas, na prática, os fármacos são tão inacessíveis a países pobres como eram antes. Quem está a trabalhar nisto:- ACTUP: New York, Philadelphia, Paris- Consumer Project on Technology- Doctors Without Borders- Generics Now- Health GAP- Interfaith Center on Corporate Responsibility - Treatment Action Campaign&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Capitalism_kill_sm.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;SUEZ-LYONNAISE DES EAUX (SLDE)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Mr. Gérard MestralletContacte a Empresa: Suez16, rue de la Ville-l'Evêque 75383 PARIS Cedex 08FranceTelefone: +33 1 40 06 64 00&lt;a href="http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=gerard.mestrallet@suez.com" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://us.f530.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=gerard.mestrallet@suez.com&lt;/a&gt;Violações de direitos humanos: Privatização da água.A privatização da água tem tido um impacto desastroso no direito humano a água limpa, e a companhia francesa Suez é a pior perpetradora desta violação. Os milhares de milhões de dólares de lucros da empresa são obtidos à custa de pessoas pobres vivendo em países onde milhares não têm acesso a água potável, e, devido aos contratos de privatização da água, estão também a enfrentar preços da água astronómicos. A Suez possui vários nomes à volta do mundo - Ondeo, SITA e outros - para mascarar a sua rede mundial de actividades controversas. Mas nenhuma prestidigitação pode esconder o facto de que a Suez, que é uma das maiores companhias de água do mundo, tem sido um líder em transformar o direito humano à água num luxo inacessível. De acordo com a Public Citizen, a Suez elevou as taxas de água, cortou a água a pessoas incapazes de pagar, recusou estender serviços a bairros atingidos pela pobreza, e depois ameaçou com acções legais quando os contratos foram terminados. Por exemplo, em Manila, nas Filipinas, depois de sete anos de privatização da água sob um contrato de uma companhia da Suez (Maynilad Water), estudos demonstraram que as taxas da água aumentaram em alguns bairros de 400 a 700 porcento. Estes estudos também demonstraram que a negligência da companhia resultou em surtos de cólera e gastroenterite que mataram 6 pessoas e adoentaram severamente 725, no distrito Tondo de Manila. Na Argentina, as companhias mistas da Suez recusaram-se a fazer investimentos prometidos na infra-estrutura da água, o que resultou em problemas sérios de poluição da água. Também cobram altas taxas de consumo e cortam o acesso da água a cidadãos incapazes de pagar, deixando aqueles com maiores carências sem acesso a um recurso natural de sustentação da vida. Na Bolívia, uma companhia da Suez (Aguas de Illimani) deixou 200.000 pessoas sem acesso à água e causou uma revolta quando tentou cobrar entre 335 e 445 dólares para ligar uma casa particular ao abastecimento de água. Inúmeras pessoas não conseguiram suportar este custo num país onde o rendimento anual per capita é de 915 dólares. Infelizmente, o FMI e o Banco Mundial estão a desempenhar um papel chave em pressionar a privatização da água em todo o mundo. Foi exigido a muitos países que abrissem o seu abastecimento de água a companhias privadas como condição para obterem empréstimos do FMI, e o Banco Mundial aprovou milhões de dólares em empréstimos para a privatização dos sistemas de água. Quem está a trabalhar nisto:- Corporate Accountability International- Food and Water Watch- Stop Suez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;WAL-MART&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Presidente Executivo: Lee Scott Contacte a Empresa: Wal-Mart Stores, Inc.702 Southwest 8th StreetBentonville, AR 72716Tel. (479) 273-4000Email para a sede da companhia: &lt;a href="http://walmartstores.com/GlobalWMStoresWeb/navigate.do?catg=221" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://walmartstores.com/GlobalWMStoresWeb/navigate.do?catg=221&lt;/a&gt;Violações de direitos humanos: violações dos direitos dos trabalhadores, discriminação laboral, destruição de sindicatos.A Wal-Mart é a maior empresa do mundo. Possui 5.100 lojas em todo o mundo e emprega 1,3 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos e 400.000 no estrangeiro, bem como mais alguns milhões nas fábricas dos seus fornecedores. Por causa da enormidade da companhia, o seu modelo de negócios tem uma imensa influência sobre os trabalhadores e os negócios em todo o mundo; até agora, a Wal-Mart usou essa influência para baixar implacavelmente os custos como meio de fazer lucro, violando um vasto leque de direitos humanos e de direitos laborais pelo caminho. Muitas pessoas ouviram falar da forma como a Wal-Mart abre caminho em qualquer cidade, destruindo supermercados locais e incontáveis pequenos negócios. Também ouvimos falar sobre o longo registo de abusos de trabalhadores, desde as horas extraordinárias forçadas a discriminação sexual, a trabalho infantil ilegal e a destruição implacável de sindicatos. A Wal-Mart também falha notoriamente em providenciar seguro de saúde a mais de metade dos seus empregados, que são pois deixados à sua mercê ou à mercê dos contribuintes, que providenciam uma porção das suas necessidades de cuidados de saúde através da Medicaid governamental. Menos conhecido é o facto da Wal-Mart manter o nível dos seus preços baixos ao permitir condições laborais abaixo dos padrões nas fábricas no estrangeiro que produzem a maioria dos seus bens. A companhia exige continuamente preços mais baixos dos seus fornecedores, os quais, em troca, fazem mais exigências ultrajantes e abusivas aos seus trabalhadores para cumprir os requerimentos da Wal-Mart. Em Setembro de 2005, o Fundo dos Direitos de Trabalho Internacional apresentou uma acção judicial em nome dos trabalhadores das sweatshops [fábricas de exploração] fornecedoras da Wal-Mart na China, sweatshops Indonésia, Bangladesh, Nicarágua e Suazilândia. Os cuidados de saúde obrigatórios por lei e os salários mínimos eram negados aos trabalhadores, forçados a trabalhar horas extraordinárias sem compensação. Outras violações dos direitos dos trabalhadores que foram encontradas em fábricas estrangeiras que produzem bens para a Wal-Mart incluem casas de banho fechadas, salários de fome, testes de gravidez, negação do acesso a cuidados de saúde e trabalhadores despedidos e colocados na lista negra se tentam defender os seus direitos. Adicionalmente, perto de 70% dos bens da Wal-Mart são feitos em fábricas na China, um país onde trabalhadores do vestuário são frequentemente mantidos 24 horas por dia sob vigilância e podem ser despedidos por simplesmente discutirem as condições da fábrica. O governo chinês não permite a existência de grupos de direitos humanos independentes e todas as tentativas para formar sindicatos independentes foram esmagadas. A Wal-Mart recusa-se a revelar os seus contratistas chineses e não permitirá inspecções independentes e não-anunciadas das instalações dos seus contratistas. Quem está a trabalhar nisto:- Wal-Mart Watch- ACORN- Business Ethics International- Sierra Club- Wake-Up Wal-Mart- International Labor Rights Fund- United Students Against Sweatshops&lt;br /&gt;Um "no-bid contract" é um contrato militar que é normalmente celebrado directamente com uma companhia, ultrapassando os processos base de hasta pública. Estes contratos podem ser celebrados de uma forma muito mais rápida do que os contratos típicos; no entanto, estes contratos são sempre olhados com alguma suspeição quando a companhia com quem o contrato é celebrado tem alguma ligação com a administração do poder governamental no momento em que é celebrado.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/capitalism.1.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Traduzido por Bruno Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115954666514260009?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115954666514260009/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115954666514260009' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115954666514260009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115954666514260009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/o-verdadeiro-terrorista-o-capitalismo.html' title='O verdadeiro Terrorista: O capitalismo&quot;'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115953994036703792</id><published>2006-09-29T14:23:00.000Z</published><updated>2006-09-29T14:25:40.373Z</updated><title type='text'>Balanço de uma guerra ganha!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/hezbollah_logo.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/hezbollah_logo.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUA e Israel perdem a Guerra contra o Líbano.&lt;br /&gt;O grande vencedor é o Hezbollah e o povo Libanês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hezbollah utilizou, entre combatentes e reservistas, seis mil homens e armamento militar rudimentar, como Rockets e tácticas de guerrilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exército Israelita gastou 9 biliões de dólares (com a preciosa ajuda da Casa Branca), mobilizou 30 mil soldados, bem como a mais moderna tecnologia militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diariamente Israel disparou 200 foguetes e mísseis diários, matando um número indiscriminado de civis. Os próprios Israelitas reconheceram não ter conseguido atingir a infra-estrutura do Hezbollah, sendo que o número de militantes mortos é insignificante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário, na trincheira Israelita, morreram oficialmente, 114 soldados e 52 civis, numa proporção inédita neste tipo de conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista The Economist foi clara: “Nasrallah ganhou a guerra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto é propaganda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115953994036703792?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115953994036703792/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115953994036703792' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953994036703792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953994036703792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/balano-de-uma-guerra-ganha.html' title='Balanço de uma guerra ganha!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115953907906751008</id><published>2006-09-29T14:07:00.000Z</published><updated>2006-09-29T14:11:19.076Z</updated><title type='text'>Bandeiras traumáticas</title><content type='html'>Vietname&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/140px-Flag_of_Vietnam.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Afeganistão&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/250px-Flag_of_Afghanistan.png" border="0" /&gt;Iraque&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/iraque_bandeira.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/iraque_bandeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Libano&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/libano.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt; Irão&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/irao_bandeira.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/irao_bandeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais Império, mais perderão!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115953907906751008?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115953907906751008/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115953907906751008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953907906751008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953907906751008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/bandeiras-traumticas.html' title='Bandeiras traumáticas'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115953593551981930</id><published>2006-09-29T12:59:00.000Z</published><updated>2006-09-29T13:25:54.103Z</updated><title type='text'>Um intelectual consistente!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/rogeiro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/rogeiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Nuno Rogeiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentador.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(apologista da CIA, da Mossad, e de tudo quanto for organização terrorista do capital)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falem-lhe de aviões: ele sabe até o que é a fuselagem. Falem-lhe de submarinos: ele já comandou três. Falem-lhe de filosofia: o Heidegger pedia-lhe conselhos. Falem-lhe de geoestratégia: o Pentágono não dá um passo sem a sua autorização. As televisões não abrem os telejornais importantes sem a sua presença. Os seus comentários deixam-nos de boca aberta. O homem sabe tudo... dêem-lhe apenas 24 horas para se documentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem esteve na linha da frente na defesa de todas as acções militares da Casa Branca, comentou em êxtase cada tiro americano, cada muculmano assassinado, cada golpada militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um belicista nato, sem complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para espanto de todos, o homem, convidado ontem à noite a cometar, uma vez mais o mundo, disse na SIC Notícias coisas incriveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim vai a crise de quadros da direita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A propósito da possível suspensão da ópera de Mozart, na Alemanha, por suspeita de terrorismo. O Nuno, apresentou-se indignado com o facto de a Chanceler Alemã ter contrariado a polícia, manifestando-se contra o cancelamento do espetáculo. Para Nuno, se a policia diz que há ameaça, então devemos fazer o que manda a autoridade. Para que é que eles lá estão?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E depois concluiu maravilhosamente:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;"Não se trata de saber quem é menhor, se os muculmanos se os cristãos. Trata-se de saber quem é a favor das bombas e quem é a favor da discussão!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(o povo é que é estupido, que o Nuno ao defender a guerra do Iraque e do Afganistão (e mais as que o Bush fizesse), o homem estava a defender a discussão.) Só espero o dia em que possamos polemizar juntos. Ao invés de papel e caneta, levo uma UZI ou uma G3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a pérola não acaba aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dotada de alguma esperteza, logo a seguir a jornalista pergunta ao Nuno a sua opinião sobre as novas leis anti terroristas que o congresso americano aprovou, e que legalizam a tortura)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E vai daí o Nuninho esquece a sua veia pacifista e dialogante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"essas práctica pouco macias, que podem ser chamadas de tortura" serão para o Nuninho um mal necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um artolas tuga, que deve muito pouco à honestidade intelectual!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115953593551981930?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115953593551981930/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115953593551981930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953593551981930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115953593551981930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/um-intelectual-consistente.html' title='Um intelectual consistente!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115946132245025600</id><published>2006-09-28T16:33:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:29:50.536Z</updated><title type='text'>Era uma vez (alguma) esquerda</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/che.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/che.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Por Renato Prá-ky&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não pude esperar mais tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Nestes tempos acríticos, onde qualquer tomada de posição é esquerdista, mesmo que tomada em defesa de corporação ou classe própria, decidi mandar umas postas a malhar na esquerda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Sim, porque esquerda que é esquerda, também malha na esquerda!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em tempos de avanço do império, diz-se na gíria marxista, que grandes avanços não são possíveis ao movimento social. Há então que ser táctico. Para que amanhã, talvez, venha a estratégia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E desta forma, desde o 11 de Setembro, também em gíria marxista, temos que ser defensivos porque o movimento de massas sofreu uma pesada derrota; antes do 11 de Setembro foi a queda do muro que fez desabar as esperanças (como é que alguém ainda as guardava nos interpretes do muro?) e assim guardar no bolso a propaganda, que isso de revolução foi coisa que os trabalhadores deixaram de querer ouvir falar; antes da queda do muro foi a época das vitórias das democracias burguesas, que na pós-guerra (2ª entenda-se) forram derrotando fascismos mais ou menos radicais; e os movimentos independentistas não lhes podíamos fazer propaganda pois a tarefa revolucionária era derrotar o fascismo, e nisto das prioridades há que ser sério; antes foi a derrota da guerra civil espanhola; e antes ainda a burocratização da Rússia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ele há pessimistas, na esquerda, que nem olhos nos olhos querem ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas a sério a sério, aos olhos destes pessimistas, as condições revolucionárias ficaram enterradas no século IXX, ou, na melhor das hipóteses poucos anos depois da Revolução Russa, antes do estupor do Estaline ter posto os trabalhadores no rumo do Império.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas olhemos a realidade de forma objectiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Quantos movimentos de libertação (sabemos a merda que fizeram quase todos eles depois de ganhas as diferentes independências) venceram? Quantos exércitos imperiais não foram derrotados? Quantas conquistas (nada defensivas) não teve a classe operária? E quantos governos burgueses caíram? E quantos estudantes se empenharam, do Maio francês ao Chile moderno? E quantos hectares de terra os camponeses ocuparam? Do pequenino PREC aos Sem Terra? E as centrais sindicais, quantas fábricas pararam? E outras tantas ocuparam?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mesmo depois, na decadência dos anos 90 e na paranóia do mudar de século, um exército de desobedientes (com todos os movimentos à mistura), se dispuseram a impedir o funcionamento das organizações da burguesia mundial? De Seattle a Génova? &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Quanto às possibilidades, ofensiva, do movimento, estamos conversados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Qual é então o problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Digo eu: Os pessimistas e os oportunistas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E quem são esses? Perguntaram vocês?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Aqueles que não acreditam no movimento e os que se apressam à cabeça do movimento sem por ele nada fazer, para que lhes caia no colo um lugar ao sol da representatividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Vejamos: lá longe, no mapa e no tempo, Pancho Villa, de guerrilheiro a fazendeiro; mais a sul e mais perto no tempo: os Sandinistas do Mato para o Parlamento, e Lulinha paz e amor de pançudo metalúrgico a pançudo de Estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E na Europa quantos? Ele é Soares, Mitterrand e outros quantos que da rua a fura greves foi apenas um piscar de olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E como é irónico. Os do Fórum do outro mundo possível. O Fórum Social Mundial, bateu o recorde da rua aos palácios. Primeiro Lula, depois Livingstone, mais tarde Chaves e Evo o Cocallero. Bem se via que não era à toa que a Petrobrás financiava Porto Alegre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E neste país plantado, que dizer. Se o Almada fosse de esquerda, ai como estaria esta esquerda mal tratada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A UGT, que apesar de todos a saberem fora desta trincheira, representa muitos trabalhadores de esquerda, e depois do PSD a fazer o pacto da justiça, veio UGT fazer o pacto Social. A CGTP, coitadinha, só não quer que as reformas não desçam, porque senão até que assinava. Sim que isto de ser defensivo não é teoria. Vai-se lá saber que livros anda Carvalho da Silva a ler, mas de tanto mediar o seu nível de consciência com a retaguarda ele próprio lá se entrincheirou. E vamos ver quantos vêem para a rua assim, tão defensivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E os partidos, ai os partidos, que tristeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O PS, é de direita, não merece grandes linhas por estas bandas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O PCP lá anda, “Pão, Pão, Queijo, Queijo!” e sempre, sempre, sem marmelada. Que isso de marmelada é pequeno burguês e o povo que é estúpido, não entende.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O BE anda a fazer marchas, pelo BE! Sim, que isso do senhor Louçã, andar a dizer que a culpa de ter ido pouca gente é da policia, não convence a inteligência de ninguém, antes a insulta. Qual seria o trabalhador que ia marchar pelo desemprego, ou mesmo pelo emprego, com a estrelinha com cabeça pendurada na bandeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Na esquerda não parlamentar, ainda por lá anda gente séria, do Chico à Ana, mas os operários, nem sindicato têm quanto mais politica operária…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Valha-nos o Zé Mário, para ir cantando. E o movimento, que insiste em ser ofensivo na época que todos o querem enterrar… defensivamente! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115946132245025600?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115946132245025600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115946132245025600' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115946132245025600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115946132245025600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/era-uma-vez-alguma-esquerda.html' title='Era uma vez (alguma) esquerda'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115945509126874916</id><published>2006-09-28T14:23:00.000Z</published><updated>2006-09-28T14:51:31.276Z</updated><title type='text'>Televisão</title><content type='html'>&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/11111111111.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/killyourtv.1.png"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/killyourtv.1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/tvdroguacadixjuillet2002-2.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/tvdroguacadixjuillet2002-2.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/kill_tv.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/kill_tv.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Anti-TV.0.png" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115945509126874916?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115945509126874916/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115945509126874916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115945509126874916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115945509126874916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/televiso.html' title='Televisão'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115944875988267850</id><published>2006-09-28T13:01:00.000Z</published><updated>2006-09-28T13:11:00.030Z</updated><title type='text'>OPA sobre a inteligência</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Kill-Your-TV.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Kill-Your-TV.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A impossibilidade do jornalismo na economia de Mercado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As recentes movimentações no mercado jornalístico, têm deixado muita gente pasmada.&lt;br /&gt;A extinção do Independente (que desculpem a franqueza não tira o sono a ninguém), o despedimento de pessoal no Público, a redução das vendas da maioria dos jornais diários, o novo semanário Sol que a partir logo do segundo número começou a engrossar o números de pacotes para devolução, o Expresso que pouco vendia antes das ofertas de DVD’s e pouco continuará a vender depois de acabarem as borlas (que ao que se sabe tornaram o Expresso deficitário ao longo das semanas em que existiram), a degradação do sistema público e privado da televisão, os sons da rádio que de tão pouco ouvidos dedicam já horas por dia a informação de transito (muito útil especialmente tendo em conta que só mesmo o trânsito sub urbano leva alguém a ligar o rádio), são factos que vêm provar uma, já antiga, evidência: a economia de mercado, tratando todos os mercados de forma igual, leva a que, determinados produtos, dotados de determinadas especificidades, acabem a definhar.&lt;br /&gt;Deixando por agora a problemática em torno da televisão e da rádio, concentremos a nossa atenção na imprensa.&lt;br /&gt;No campo dos semanários, Sol e Expresso, disputam o mesmo nicho de mercado: o centro-direita. Como não há nenhum de centro-esquerda, um dos dois (pelos primeiros números seguramente o Expresso) vai acabar por sacar uns quantos leitores esquerdistas. As vendas do Expresso há muito que não eram grande coisa. Porque era grande, porque era chato e porque não fazia investigação, pelo que os resumos que faziam do que já tinha saído durante uma semana, em todo o lado, cativava muito pouco os leitores. O Sol, veio fazer pior. Na primeira manchete veio fazer uma denúncia com um ano de “frigorifico”: que lá o fora da lei de Oeiras tinha uma casa sob penhora no Algarve, pôs o Paulo Portas (que já percebe pouco de politica) a escrever sobre cinema, deu uma página à reaccionária Filomena Mónica e outra ao Chico esperto do Marcelo (não é possível ninguém saber de tudo com tanta propriedade). E pasme-se que à esquerda escolheram (só) o Miguel Portas, que como é sabido (e a sua honestidade há-de o reconhecer) é a figura mais à direita na esquerda além PS. Isto para não falar da publicidade, de um mau gosto extremo e com recortes politicamente inqualificáveis. “em cada nascimento uma nova esperança” com um bebé a ser pegado ao colo (o que em tempos de novo referendo ao aborto é no mínimo um mau prenúncio), e mais o velho fascista Hermano Saraiva, e mais o Eusébio, o Figo e o Cristiano… Só lá não apareceu a Amália e a nossa senhora de Fátima por esquecimento.&lt;br /&gt;Devido ao facto do Almada Negreiros ter razão, quando diz que “os que os burgueses de Portugal têm de piores que os outros é o serem portugueses”, nenhum investidor quis (ou conseguiu) perceber que, a haver espaço na indústria semanal da imprensa era à esquerda, não à direita do Expresso.&lt;br /&gt;Mas passemos aos diários. Os económicos são mais oferecidos que vendidos, e funcionam pelo que escrevem, mais como puros órgão de propaganda do que como jornais de economia. Mas como os leitores parecem ter especial gosto por órgão de propaganda lá foram os ditos de referência atrás do prejuízo. O DN criou um suplemento económico e o Público o Dia D, “com a economia que interessa”. Sabe-se lá a quem, mas que interessa, interessa.&lt;br /&gt;Quase não há correspondentes estrangeiros, e portanto pouca informação credenciada do que se passa lá fora…&lt;br /&gt;Mas não era sobre conteúdos que eu queria falar…&lt;br /&gt;Na economia de mercado o que não vende, morre. Eu não concordo, mas não percebo o espanto, dos que liberais de gema ou conservadores, se interroguem pelo colapso da imprensa.&lt;br /&gt;Na recente redução de gastos do Público fica muita coisa por perceber.&lt;br /&gt;Como é que uma administração de uma das empresas mais lucrativas do país pode despedir gente por motivos ditos financeiros?&lt;br /&gt;Como é que, ao mostrar a intenção de o fazer, ninguém diz nada? Nem Governo, nem Direcção do Jornal, nem a Organização dos Trabalhadores (uma vez que o sindicato se limitou a emitir comunicados)?&lt;br /&gt;Como é que uma empresa com pretensões expansionistas (OPA sobre a PT) diz ter necessidade de poupar migalhas (que é o que é para a Sonae a poupança em curso no Público)?&lt;br /&gt;E por fim, como é possível que, no meio disto tudo, ainda se possa defender que o mercado se auto-regula?&lt;br /&gt;Hoje por hoje, o jornalismo está menos capaz que ontem. Onde é que hoje poderia a imprensa desencadear um Watergate? Ou pagar, como pagou, para que Reed e outros tantos génios, pudessem trazer da Revolução Russa, da Guerra Civil Espanhola ou mesmo das Guerras Mundiais, mais do que as histórias que traziam os vencedores?&lt;br /&gt;Pobre Marx, que o tempo segue dando-lhe razão…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115944875988267850?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115944875988267850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115944875988267850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115944875988267850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115944875988267850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/opa-sobre-inteligncia.html' title='OPA sobre a inteligência'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115937357667780741</id><published>2006-09-27T16:01:00.001Z</published><updated>2006-10-03T15:33:17.573Z</updated><title type='text'>Rap é compromisso</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/pra2.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Sabotage &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/sabotage.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/sabotage.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(assassinado, já não ladra mas ainda morde!)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Favela Sinistra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favela Sinistra, na madrugada, filho da puta, assassino de farda, se eles te vê, tenta correr, de qualquer forma se proteger.&lt;br /&gt;Seja firmeza, mantenha atitude, chega na área, mas nunca se ilude, rato na toca,tem língua solta, o cagueta morre pela sua boca, e foi nessa noite, o mano de toca, que foi encontrado com um tiro na boca.&lt;br /&gt;Eu tento zarpar, disparatina, mais tem polícia por todo lugar, agora não dá, vou esperar, a cara é ficar, se não vai sujar.&lt;br /&gt;O desespero daquela mulher, que bebe veneno para se matar.&lt;br /&gt;Tinha um filho, tinha um lar, e depois deixou o mundo criar.&lt;br /&gt;E é lamentável aqui na vila, gente que morre por que vacila.&lt;br /&gt;Depois que vacila tem o cuzão, de Ranger nova 'chei' de prestação, paga de gatão, mais é vacilão, na banca não fica por que senão, vai ser diferente eu vou falar, na minha não cola porque se pá,não tem carro novo não tem prestação, mané é mané e ladrão é ladrão, a fita é essa certo jão?&lt;br /&gt;Pra sobreviver aqui no capão.&lt;br /&gt;Infelizmente quem sofre é a gente, nunca se sabe o que vem pela frente.&lt;br /&gt;Um esqueleto na escuridão, coisa do tempo decomposição.&lt;br /&gt;Miséria em ação, mas um ser então, que a violência derrubou no chão, o pai desse cara não tem nada a ver, mas sofre ao vivo depois na Tv.&lt;br /&gt;Os ossos do filho Caniggia filmou, depois mais tarde na tela passou.&lt;br /&gt;Montou logo um texto para acabar, com aquela família que estava a penar.&lt;br /&gt;Moço da alma, inimigo da mente, é o sistema com seu descendente, filho da puta, bando do mau, esquece que também é mortal, pratica o mal, pena moral, pra se fuder no juizo final.&lt;br /&gt;E a família o que tem a dizer?&lt;br /&gt;Que o seu filho ninguém vai trazer.&lt;br /&gt;Na mão de Deus entreguei você, na lei da terra 'cês vão se fude.&lt;br /&gt;Quem é você, pra me dizer, tudo o que devo e não devo fazer.&lt;br /&gt;Quem é você, pra me dizer, tudo o que devo e não devo fazer.&lt;br /&gt;A favela Sinistra, na madrugada, filho da puta, assassino de farda, se eles te ve, tenta correr, se eles saca, finado é você.&lt;br /&gt;A favela Sinistra, na madrugada, filho da puta, assassino de farda, se eles te ve, tenta correr, se eles saca, finado é você.&lt;br /&gt;A dona morte, surge do nada, de lata cinza, na madrugada, com o tenente, o capitão.&lt;br /&gt;Já penso na vela já vejo um caixão, começo a rezar, faço uma oração.&lt;br /&gt;E de repente, surge na mente, uma idéia de um delinquente, se eu fosse doente com tudo no pente, e tomasse atitude de um demente.&lt;br /&gt;Matar ou morrer, veja você, de qualquer forma, vou me proteger, eu quero viver, não quero morrer, não ser uma alma que vai pra descer.&lt;br /&gt;Não quero estar realmente de novo, na mão desses caras que fede a porco.&lt;br /&gt;Se eles me pega me enchem de soco, não vou relatar esse fato de novo.&lt;br /&gt;Meu Deus tá no céu, tem pa ninguém, eu acredito na Jerusalém, que foi prometida pra quem confiar, e para o mau não se entregar.&lt;br /&gt;Moço da alma, inimigo damente, e nunca se sabe o que vem pela frente.&lt;br /&gt;Mas se você nada na fé, não leva uma de Zé Mané. Sabe qual é, não mete o migué, não vai falhar, tropeçar o seu pé, mas se cair, veja você, que Jesus Cristo vai te proteger.&lt;br /&gt;Ele já sabe, a sua sina, nunca dorme, não fica na fila.&lt;br /&gt;É mano de fé é do coração, não usa farda, não tem um oitão.&lt;br /&gt;Não é presidente, não tem eleição.Ele é o cara 'morô' sangue bom?&lt;br /&gt;A favela Sinistra, na madrugada, filho da puta, assassino de farda, se eles te ve, tenta correr, se eles saca, finado é você.&lt;br /&gt;A favela Sinistra, na madrugada, filho da puta, assassino de farda, se eles te ve, tenta correr, se eles saca, finado é você.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115937357667780741?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115937357667780741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115937357667780741' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115937357667780741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115937357667780741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/rap-compromisso.html' title='Rap é compromisso'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115935697561783705</id><published>2006-09-27T11:26:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:34:00.056Z</updated><title type='text'>Desobediência Civil</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/22.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/22.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/33.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/33.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, a massa de homens serve ao Estado não na sua qualidade de homens, mas sim como máquinas, entregando os seus corpos. Eles são o exército permanente, a milícia, os carcereiros, os polícias, posse comitatus, e assim por diante. Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Henry David Thoreau&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Não importa verdadeiramente discutir se a liberdade é natural, provado que esteja ser a escravidão uma ofensa para quem a sofre e uma injúria à natureza que em tudo quanto faz é razoável."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Etienne de la Boétie&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“o acto de desobediência como acto de liberdade é o princípio da razão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Erich Fromm&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115935697561783705?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115935697561783705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115935697561783705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935697561783705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935697561783705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/desobedincia-civil.html' title='Desobediência Civil'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115935552944049003</id><published>2006-09-27T11:05:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:34:27.783Z</updated><title type='text'>PÚBLICO em PRIVADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Sindicato dos Jornalistas (SJ) repudia a tentativa de despedimento,"eufemisticamente apresentado como rescisão por acordo mútuo", de dezenas de jornalistas e outros trabalhadores do jornal "Público". Lembra o SJ que aempresa pertence ao grupo Sonae, que tem um "elevado potencial financeiro, que lhe permite suportar as dificuldades e organizar planos de recuperação sem sacrificar postos de trabalho e sem atingir a dignidade das pessoas ao seu serviço". O SJ, em comunicado divulgado na noite de 24 de Setembro, afirma que no dia25 os trabalhadores constantes de uma lista ainda desconhecida na sua totalidade começarão a ser confrontados pela direcção da empresa compropostas de rescisão de contratos. Os trabalhadores em causa foram avisados na sexta-feira, 22, dia em que a empresa distribuiu um comunicado em que anuncia "uma política de renovação e de reestruturação", que tem como um dos objectivos "reduzir os custos fixos em 15 por cento" (comunicado incluído, na íntegra, no final desta notícia), lembra o SJ que nenhum jornalista é obrigado a aceitar de imediato qualquer proposta de rescisão e que "todos têm direito a um prazo razoável para reflectirem sobre ela, e, especialmente, todos têm direito a rejeitá-la". É o seguinte, na íntegra, o texto do comunicado do Sindicato dos Jornalistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"SJ condena despedimentos no "Público"&lt;br /&gt;1. Um conjunto de jornalistas e outros trabalhadores ainda em número indeterminado, mas que se receia possa ser significativo, começa a reunir-se amanhã, dia 25, com responsáveis do jornal "Público", propriedade dopoderoso grupo Sonae, com vista ao seu despedimento, através de um processo que o Sindicato dos Jornalistas condena inequivocamente, por afrontar o respeito pela dignidade desses profissionais.&lt;br /&gt;2. Como tem repetido noutras ocasiões e em relação a outras empresas, o SJ lamenta os efeitos graves dos processos de emagrecimento das redacções mas exige que eles respeitem os princípios da livre negociação das rescisões. As empresas são livres de iniciar processos de redução da sua mão-de-obra através de adesões voluntárias, ou seja, por adesão do próprio trabalhador a um programa que contenha uma base inicial de negociação. Assim como são livres os jornalistas de, face a uma oferta "geral e abstracta" do programa de rescisões e no seu próprio interesse (vontade de iniciar outro projectode vida, por exemplo), considerarem essa "oportunidade" e de ponderarem uma eventual negociação.&lt;br /&gt;3. Não é isto, porém, o que está a acontecer no "Público", onde um conjunto significativo de jornalistas foi confrontado, anteontem, dia 22, com a informação de que constavam de uma lista de trabalhadores a dispensar e de que deveriam apresentar-se, em determinado dia e a determinada hora, em reuniões com um elemento da Administração e uma responsável dos Recursos Humanos, a fim de lhes ser apresentada a proposta de rescisão.&lt;br /&gt;4. É provável que os responsáveis da empresa venham argumentar que se trata apenas de uma proposta de rescisão por mútuo acordo, podendo mesmo acrescentar que os jornalistas abordados poderão negociá-la e até recusá-la. Mas a realidade mostra que estamos de facto perante uma tentativa de despedimento, eufemisticamente apresentado como rescisão por acordo mútuo, e que evidencia a brutalidade do processo e das suas consequências.&lt;br /&gt;5. Esse processo consiste na colagem de um rótulo de "dispensável" à pele de um conjunto de profissionais cujo único crédito é o nome, ofendendo a sua dignidade, produzindo o efeito de um ferrete na sua imagem e prestígio pessoais e profissionais.&lt;br /&gt;6. É sabido que a empresa do grupo Sonae (cujo poder económico se não questiona tendo em conta as suas conhecidas ambições expansionistas) pretende reduzir em 15% os custos fixos. Mesmo que a empresa invoque a legitimidade do objectivo de redução de custos, tal não ilude o facto de se inserir num grupo com elevado potencial financeiro, que lhe permite suportar as dificuldades e organizar planos de recuperação sem sacrificar postos de trabalho e sem atingir a dignidade das pessoas ao seu serviço.&lt;br /&gt;7. Nestes termos, o Sindicato dos Jornalistas apela à empresa, para que cesse imediatamente qualquer abordagem individual com vista ao despedimento de jornalistas e outros trabalhadores, mesmo sob a capa de "rescisão pormútuo acordo" e procure discutir com os seus representantes, nomeadamente oSJ, soluções para os problemas que afirma ter.&lt;br /&gt;8. O Sindicato apela também aos jornalistas ao serviço do "Público" (os que estão na lista de "dispensáveis", os que dela podem vir a constar e os que tenham a sorte de nela não serem incluídos), para que se mantenham unidos na defesa dos postos de trabalho agora ameaçados, e também na defesa e na recuperação de um jornal que também é seu e que um novo emagrecimento pode vir a prejudicar.&lt;br /&gt;9. O SJ transmite aos jornalistas que a empresa pretende atingir a sua mais firme solidariedade, disponibilizando-lhes todo o apoio possível, tanto ao nível sindical como jurídico, e aconselha à maior prudência na atitude perante a "oferta" da empresa. Nenhum jornalista é obrigado a aceitá-la de imediato; todos têm direito a um prazo razoável para reflectirem sobre ela, e, especialmente, todos têm direito a rejeitá-la.&lt;br /&gt;Lisboa, 24 de Setembro de 2006&lt;br /&gt;A Direcção&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/DSCsdhfgzi.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/DSCsdhfgzi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte: Sindicato de Jornalistas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115935552944049003?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115935552944049003/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115935552944049003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935552944049003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935552944049003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/pblico-em-privado.html' title='PÚBLICO em PRIVADO'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115935500637557991</id><published>2006-09-27T11:01:00.000Z</published><updated>2006-09-27T11:03:26.376Z</updated><title type='text'>Coca-Kill-Cola II</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/CGT_Coca-Cola_final.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/CGT_Coca-Cola_final.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115935500637557991?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115935500637557991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115935500637557991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935500637557991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935500637557991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/coca-kill-cola-ii.html' title='Coca-Kill-Cola II'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115935472092681202</id><published>2006-09-27T10:46:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:34:58.386Z</updated><title type='text'>Coca-Kill-Cola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/quitindia.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/quitindia.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COCA-COLA:DESTRUINDO VIDAS, MEIOS DE SOBREVIVÊNCIA E COMUNIDADES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de pessoas em toda a Índia estão protestando contra as operações da Coca-Cola no país. Liderado principalmente pelas mulheres, pelas Adivasis (populações indígenas), pelas Daltis (castas mais baixas), por trabalhadores em agricultura e fazendeiros, um expressivo movimento de base surgiu na Índia para que a Coca-Cola seja responsabilizada pelos seus crimes no pais e internacionalmente. A campanha está crescendo e vencendo batalhas extremamente importantes na busca por justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTRA OS CRIMES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um PADRÃO de ABUSO emergiu em operações de engarrafamento de Coca-Cola na Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Coca-Cola é culpada por:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Causar severas faltas de água em comunidades por toda a Índia&lt;br /&gt;Poluir a água subterrânea e o solo nos arredores das suas plantas de engarrafamento&lt;br /&gt;Distribuir seu lixo tóxico como "fertilizante" aos agricultores&lt;br /&gt;Vender refrigerantes misturados com pesticidas na Índia - em alguns casos, em quantidades mais de 30 vezes superiores aos padrões aceitos na União Européia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DA HUMANIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunidades próximas das plantas de engarrafamento estão enfrentando severas dificuldades. A maioria dos membros das populações atingidas pelas práticas indiscriminadas da Coca-Cola são também algumas das comunidades mais marginalizadas da Índia - populações indígenas, castas mais baixas, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais.&lt;br /&gt;A água e a terra são centrais para a agricultura e mais de 70% dos indianos vivem de alguma atividade relacionada à agricultura. A escassez de água e a poluição do solo e da água originados pela Coca-Cola resultaram diretamente na quebra das colheitas - levando milhares de pessoas na Índia à PERDA de sua SOBREVIVÊNCIA.&lt;br /&gt;Mais da metade da população da Índia vive abaixo da linha da pobreza e impedir a atividade agrícola é uma questão de VIDA e MORTE para muitos no país. Ironicamente, as comunidades mais impactadas pelas operações de engarrafamento da Coca-Cola não têm sequer condições de comprar os produtos da empresa.&lt;br /&gt;A poluição indiscriminada da fonte de água subterrânea feita pela Coca-Cola é um grande problema de longo prazo. É extremamente difícil, senão impossível, limpar as fontes de água subterrâneas através da tecnologia, e as futuras gerações estão agora sujeitas a consumir água poluída - por cortesia da Coca-Cola. A alternativa é instalar o encanamento de água tratada em suas casas e pagar pelo consumo, o que a maioria das pessoas NÃO TEM CONDIÇÕES de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição de lixo tóxico como fertilizante para agricultores nas proximidades das plantas de engarrafamento criou um PESADELO PARA A SAÚDE PÚBLICA. As conseqüências de longo prazo da exposição ao lixo tóxico ainda não são conhecidas e o pior ainda está por vir.&lt;br /&gt;A Coca-Cola está cometendo crimes contra a humanidade na Índia. Mas surgiu uma força mais poderosa para desafiar a Coca-Cola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESAFIANDO A GLOBALIZAÇÃO CORPORATIVA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 22 de abril de 2002, residentes de Plachimada, Kerala, estão em vigília - 24 horas por dia, sete dias por semana - ao lado de fora das portas da planta de engarrafamento de água da Coca-Cola em seu vilarejo. A panchayat (autoridade administrativa do vilarejo) negou a licença de operação e engarrafamento para a Coca-Cola. A maior planta de engarrafamento da Coca-Cola na Índia foi "temporariamente" fechada e a luta para mantê-la fechada continua.&lt;br /&gt;Residentes locais em Mehdiganj, próximo à cidade sagrada de Varanasi, também estão liderando uma luta contra a Coca-Cola e mais de mil pessoas fizeram um protesto em junho de 2004. Em 2003, manifestantes locais foram recebidos nas portas da fábrica da Coca-Cola por cerca de 200 policiais, enviados para "proteger" a planta industrial, que somaram-se a 50 seguranças particulares armados. Isso não foi uma mera ameaça; os manifestantes foram agredidos.&lt;br /&gt;Na planta de engarrafamento da Coca-Cola em Kala Dera, perto de Jaipur, Rajasthan, as perfurações no solo geraram falta de água em mais de 50 vilarejos. Mais de duas mil pessoas marcharam em protesto contra as práticas da Coca-Cola em agosto de 2004.&lt;br /&gt;No vilarejo de Kudus, distrito de Thane, Maharashtra, moradores são forçados a viajar grandes distâncias à procura de água, que secou em suas comunidades devido às operações de engarrafamenro da Coca-Cola. A empresa construiu um sistema de encanamento para transportar água de um rio para sua &lt;strong&gt;planta&lt;/strong&gt; industrial. Os ativistas que se opõem ao transporte de água - e às próprias instalações da Coca-Cola - são regularmente hostilizados pela polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colômbia - Cola Assassina!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal engarrafadora da Coca-Cola na América Latina, Panamco, está sendo processada nos Estados Unidos por ter contratado paramilitares de direita para matar e intimidar líderes sindicais na Colômbia. Líderes sindicais e organizadores da SINALTRAINAL têm sido submetidos a um ciclo de violência macabro, iniciado pelas forças paramilitares colombianas com a cumplicidade da subsidiária da Coca-Cola.&lt;br /&gt;Desde 1989, oito líderes sindicais das plantas de engarrafamento da Coca-Cola foram assassinados por forças paramilitares, sendo que alguns ataques ocorreram dentro dos próprios portões da fábrica. Trabalhadores também relataram intimidações com ameaças de violência, seqüestros, tortura e detenções ilegais por membros das forças paramilitares trabalhando com a conivência ou em colaboração com a gerência da empresa.&lt;br /&gt;Percebendo uma tendência, mais de sete mil pessoas - a maioria mulheres - se uniram em Sivaganga, Tamil Nadu, para protestar contra um projeto de uma fábrica da Coca-Cola em seu vilarejo. Os moradores estão preocupados, e com razão, que a operação conjunta entre a Coca-Cola e uma indústria de açúcar na região trará escassez de água e contaminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.indiaresource.org/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;http://www.indiaresource.org/&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115935472092681202?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115935472092681202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115935472092681202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935472092681202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115935472092681202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/coca-kill-cola.html' title='Coca-Kill-Cola'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115929568831192380</id><published>2006-09-26T18:10:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:35:33.063Z</updated><title type='text'>Camara Municipal da Amadora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/P1010306.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/P1010306.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/P1010244.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/P1010244.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/P1010007.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/P1010007.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/P1010034.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/P1010034.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bairros Sociais de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o fim da “guerra colonial” ou “guerra de libertação” e durante a década de 80 houve uma enorme vaga de imigração para Portugal. Franca maioria dessa população imigrou clandestinamente e vem essencialmente das ex-colónias portuguesas, em condições de grande precariedade. Acabam por se instalar na periferia da cidade de Lisboa, onde havia terrenos para construir uma barraca. Nessa altura ainda não havia a especulação que há hoje e as autarquias fecharam os olhos às condições em que moravam aquelas pessoas. A partir daí os bairros foram crescendo. Mais imigrantes chegavam, assim como toda a população que vivia em condições de pobreza.&lt;br /&gt;Devido à pobreza, estes bairros foram sempre associados à violência e marginalidade, criando-se um estigma que acentua estas situações.&lt;br /&gt;Crianças crescem na rua porque os pais trabalham o dia inteiro fora de casa. Quase sempre nasceram em Portugal, mas não têm nacionalidade portuguesa e poucas conheceram o país de que têm nacionalidade. Muitas vezes crianças e adolescentes acabam por se sentir inseguras fora dos bairros porque, não poucas vezes, são discriminadas e agredidas fora deles. Acabam por ficar pelo bairro, onde se sentem integrados.&lt;br /&gt;Infelizmente a realidade objectiva destas pessoas leva algumas à marginalidade, mas essencialmente estes bairros são constituídos por trabalhadores e trabalhadoras, embora nos queiram passar constantemente a ideia de que são apenas nichos de tráfico de droga e armas. A polícia entra nestes bairros a qualquer hora, aparece com armas sofisticadas na rua, entra em casa das pessoas sem pedir licença, insulta, agride. Por isto a polícia torna-se um dos temas preferidos dos rappers. O rap é essencialmente intervenção, denúncia. E os jovens destes bairros sentem uma enorme necessidade de o fazer, e fazem-no através da música, que nem sempre é bem aceite.&lt;br /&gt;Actualmente estes bairros deixaram de ser periféricos tendo sido engolidos pela cidade. Aqueles que eram outrora bairros de barracas são agora terrenos de excelente localização, normalmente construídos em zonas altas, com vistas muito boas e acessos rápidos ao centro. Veja-se a localização do antigo “ Pedreira dos Húngaros” e do actual “ Cova da Moura”. Onde era antigamente a “Pedreira dos Húngaros” vendem-se apartamentos a cerca de 500.000 euros.&lt;br /&gt;Por isto, é urgente para o sistema desalojar estas pessoas, tirá-las destes terrenos valiosíssimos e instalá-las bem longe. Quase todos os bairros se localizam em espaços de excelência.&lt;br /&gt;A maioria destas pessoas já vivem há mais de duas décadas nestas zonas, e vêm-se agora obrigadas a abandonar as suas casas, a serem desalojadas violentamente sem perspectivas.&lt;br /&gt;Sob o argumente do ordenamento do território, e de acabar com a violência separam-se comunidades e viola-se um direito básico da constituição: o direito à habitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ana Maria&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Artigo 65-&lt;br /&gt;"1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;3. O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na Azinhaga dos Besouros há quem pense que a discussão é sobre betão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os mesmos para quem economia são números e as pessoas meros eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá, na tuga, discutem betão e cifrões, mas na Suiça referendam a xenofobia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Azinhaga dos besouros nascerá mais um cogumelo consumista, seja forum, dolce vita, besouro Shoping...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao menos a Camara Municipal da Amadora tinha que garantir um tecto aos que lá viviam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reformista, era o mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o que fizeram, é crime!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115929568831192380?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115929568831192380/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115929568831192380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115929568831192380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115929568831192380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/camara-municipal-da-amadora.html' title='Camara Municipal da Amadora'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115928890252869307</id><published>2006-09-26T16:39:00.000Z</published><updated>2006-09-26T16:44:54.866Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quando o oficial de justiça chegou,&lt;br /&gt;lá na favela,&lt;br /&gt;e contra o seu desejo,&lt;br /&gt;entregou prá seu Narciso,&lt;br /&gt;um aviso, uma ordem de despejo,&lt;br /&gt;assinada seu doutor.&lt;br /&gt;Assim dizia a petição:&lt;br /&gt;dentro de 10 dias quero as favelas vazias,&lt;br /&gt;e os barracos todos no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma ordem superior,&lt;br /&gt;oooh oooh ooh ooooh&lt;br /&gt;Meu senhor,&lt;br /&gt;é uma ordem superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem nada não, seu doutor, não tem nada não,&lt;br /&gt;Amanhã mesmo vou deixar meu barracão.&lt;br /&gt;Não tem nada não seu doutor, vou sair daqui&lt;br /&gt;Para não ouvir o ronco do trator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim não tem problema&lt;br /&gt;em qualquer canto eu me arrumo,&lt;br /&gt;de qualquer jeito eu me arranjo.&lt;br /&gt;Depois o que eu tenho é tão pouco,&lt;br /&gt;minha mudança é tão pequena que cabe no bolso de trás.&lt;br /&gt;Mas essa gente ai... hein? Como é que faz?&lt;br /&gt;Oooh oooh ooooh oooh ooh&lt;br /&gt;Meu senhor?&lt;br /&gt;Essa gente ai, como é que faz?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Adoniran Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/Barbosa.1.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/Barbosa.1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115928890252869307?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115928890252869307/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115928890252869307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115928890252869307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115928890252869307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/quando-o-oficial-de-justia-chegou-l-na_26.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115927432573788163</id><published>2006-09-26T12:37:00.000Z</published><updated>2006-09-26T12:38:45.740Z</updated><title type='text'>ONU e a paz dos cemitérios!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/4.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/4.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/5.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/5.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/1.1.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/1.1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115927432573788163?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115927432573788163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115927432573788163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927432573788163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927432573788163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/onu-e-paz-dos-cemitrios.html' title='ONU e a paz dos cemitérios!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115927416517563088</id><published>2006-09-26T12:34:00.000Z</published><updated>2006-09-26T12:36:05.176Z</updated><title type='text'>ONU: Direitos para todos ou a lei do mais forte?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115927416517563088?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115927416517563088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115927416517563088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927416517563088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927416517563088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/onu-direitos-para-todos-ou-lei-do-mais.html' title='ONU: Direitos para todos ou a lei do mais forte?'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115927393206968902</id><published>2006-09-26T12:27:00.000Z</published><updated>2006-09-26T12:32:12.070Z</updated><title type='text'>A ONU não vê, não ouve e não fala!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/7.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115927393206968902?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115927393206968902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115927393206968902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927393206968902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927393206968902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/onu-no-v-no-ouve-e-no-fala.html' title='A ONU não vê, não ouve e não fala!'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115927352477411465</id><published>2006-09-26T12:20:00.000Z</published><updated>2006-09-26T12:25:24.790Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;ONU&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;                               &lt;em&gt;a sopa dos pobres servida à mesa dos ricos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ONU transformou-se, se é que alguma vez não o foi, na organização mais hipócrita das organizações internacionais.&lt;br /&gt;O prato vazio, ou mal untado, que finge alimentar os pobres.&lt;br /&gt;A Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional, o Grupo dos 8, as Nações Unidas, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento da Europa, a Organização Internacional do Trabalho, a Organização Mundial da Saúde, a Organização dos Países Produtores de Petróleo e, em última análise, a própria Unesco, são organizações que cumprem um papel de gestão do planeta e, consequentemente da humanidade. São os bispos, os cavalos e as torres no xadrez do império.&lt;br /&gt;Não são as únicas peças, como sabemos, mas são das que me lembro de rajada, as mais importantes, e sem o derrube das quais qualquer xeque é reversível.&lt;br /&gt;Isto falando das ordem legais, que é como quem diz, dos movimentos previsíveis na ordem mundial.&lt;br /&gt;Das que têm uma maioria de Estados a sustentar-las, mais ou menos democraticamente. Sim, porque outras há, as que sem (tantã) propaganda e desprovidas de qualquer legalidade mandam significativamente mais, e que além de simples movimentos mandam na penumbra dos tabuleiros, no sangue de cada peão.&lt;br /&gt;Saberão os mais entendidos em xadrez, que muitas vezes a própria rainha justifica o seu sacrifício para poupar qualquer uma dessas peças em boa posição, senhora da situação política, e capaz de ter o rei adversário sobre ameaça permanente. Tal como na política real, se substituem déspotas eleitos por outros déspotas melhores armados (independentemente de serem mais ou menos amados), desde que, como no xadrez, se encontrem em melhor posição. Lembro Allende (se menos déspota mais tolo, vá-se lá saber o que lhe passou pela cabeça em nomear Pinochet para Ministro das “armas e dos canhões”); lembro mais perto o pobre Humberto Delgado que achou possível convencer o fascismo de Salazar a perder contando votos. E cada campo de tiro norte-americano, do Vietnam ao Iraque, de cada campo de tiro israelita, da Palestina ao Líbano. De cada campo de tiro Europeu, da Bósnia ao Afeganistão.&lt;br /&gt;A maçonaria, os neo-conservadores americanos, os seus adeptos, a CIA, boa parte dos organismos, institutos ou fundações que se dedicam à elaboração política, a Internacional Sionista e a Internacional dita Socialista, os Cartistas, a Igreja Católica, a Apostólica, a Romana ou a Universal (como diria um rapper da velha guarda, o nome não é importante desde que seja para extorquir o dizimo), mandam seguramente bem mais do que qualquer outra das organizações dotadas do poder de todos os Estados, são os verdadeiros donos do Estado. Mas o xadrez, esse começa aqui a não ter peças que cheguem para as metáforas. É um jogo de tempos dotado de guerras mais “sensatas”.&lt;br /&gt;Mas todos os mencionados mandam muito pouco se comparados aos que mandam mesmo. Aos que, sobre toda e qualquer legalidade, e pior, sobre toda e qualquer moral, mandam na Amazônia, usando da sua dádiva (supostamente universal) para fazer crescer as multinacionais da carne de vaca e da madeira; Os que mandam nas águas de todos os rios, de onde exploram, a troco de recibos especulados e de toda a eletricidade e areia que os rios têm para dar às lâmpadas e a cada pilar de betão armado que se eleva; Aos que mandam nos mares, e nele todo o peixe e gás que alimenta e aquece cada lar ou turbina industrial; Dos que mandam no subsolo e nos diamantes e nos ouros de todas as cores que enriquecem os dedos e os bolsos dos que mandam; E, acima de tudo, dos que mandam em cada horário do trabalho, dos que fazem menus aos que fazem armas, dos que talham os diamantes aos que chupam o petróleo e o ouro, dos que mudam as giratórias aos que cavam a terra, dos que ligam e desligam botões, dos que pescam e dos que (uma vez que já não caçam) alimentam os bichos, até aos que colhem as plantas. E dos que pagam os salários dos que atendem e falam como máquinas a pessoas com dúvidas telefônicas ou de cabo; Dos que passam brócolos, cenouras e couves num receptor de barras e que por eles recebem notas e dão trocos Belmiricos; Dos que limpam retretes e calçadas; Dos que moldam o barro aos que dão lições aos mais novos; E os que rapam os pêlos, dão comprimidos, e a atenção que os médicos normalmente (porque já pensam que mandam) esquecem de dar aos doentes. Dos que ligam os metropolitanos, levantam aviões e estacionam barcos de carga humanizada; De todos esses e também dos que fazem noticias ou crônicas segurando o microfone perto da agenda dos outros ou da sua consciência mercenária...   Esses, os que mandam nos salários destes todos, são os que mandam mais do que ninguém.&lt;br /&gt;São os donos da verdade e da vida. Murdoch e Gates e companhia tratam de mandar nas verdades, Annan trata de fazer crível a mentira.&lt;br /&gt;Deixando, cavalos e bispos, e todos essas novas figuras do xadrez moderno, mandar na vida.&lt;br /&gt;Os donos do Mundo, os dominantes (que valha-nos a ciência de Marx e a poesia de Brecht) passarão a dominados.&lt;br /&gt;A ONU paga os salários a quem faz tudo isso sem disparar um tiro. Ou o salários aos soldados quando os tiros deixam de ser dispensáveis. Os que pagam as bombas e levantam as fronteiras; os que revistam; os que bufam; os que invadem, ou (quando não podem) os substituem, mais ou menos discretamente, pelos que por eles se dispõem a disparar, mas em cada tiro não disparam uma idéia. Esses, o velho xadrez já conhece, são os mercenários.&lt;br /&gt;E como vimos falam todos. Lá democrática a ONU é, que é como quem diz, parece.&lt;br /&gt;E fala o conservadorismo de Bush antes do conservadorismo do Ahmadinejad, e fala o reformismo do Lula antes do reformismo do Blair, para falar depois a tolice ou a traição de Morales antes da tolice ou da traição de Chaves, que veio pôr fim ao falatório do Castro (sim porque apesar de a idade ajudar à tolice o Castro já não possa por tolo, e ninguém gosta de morrer como traidor). E já lá falou Thatcher, e Clinton, e ainda de lá falará a sua bela e amada esposa Hillary (e para que não restem dúvidas do sonho americano lá inventarão um jeitoso secretario). E só não fala a rainha de Inglaterra por pudor republicano ou o Mac Ronald por pudor capitalista. E vejam lá que até o borra-botas do Sócrates (não o filosofo dantes, mas este de agora plantado nas costas dos que mandam) pode palrar um pouco, mas sem demoras, claro. E só sobre Timor, que a Austrália anda a perder a paciência com o petróleo.&lt;br /&gt;Todos falaram, e todos falarão.&lt;br /&gt;Porque os que mandam são todos amigos, e sempre o foram, desde pelo menos a formação da Sociedade (a das Nações que agora é ONU para que ninguém pense que se trata de uma Sociedade).&lt;br /&gt; Uma cunhazita do Murdoch daqueles tempos, que o Annan, também daquele tempo, estava muito pouco preocupado com o nome). É pena é que só na ONU confraternizem. Não fosse alguém desconfiar da freqüência das comezainas.&lt;br /&gt;E lá discutem como se manda, quem manda no quê, e quanto mandar dá em dinheiro, no meio de uns brindes de caviar e champanhe...&lt;br /&gt;Não é a ONU que manda, mas é lá que eles se encontram e lá que encenam não mandar.&lt;br /&gt;Não para dar a sopa aos pobres mas para lha tirar discretamente.&lt;br /&gt;Senão, é como vimos: rouba com embargos ou às escondidas, sempre sem moral e podre de mentiras&lt;br /&gt;Rouba de esticão nos tempos de “paz” ou à mão armada em tempos de guerra, mas sempre à boca desarmada.&lt;br /&gt;Defender a ONU, ou acreditar nela é como jogar um xadrez pós-moderno:&lt;br /&gt;De um lado um tabuleiro, com as peças todas, jogam os ricos. O seu tabuleiro tem as peças toda e mais umas quantas que se podem inventar: a ONU anda para a frente e para trás, O FMI salta as casas que quiser e pode comer mais que um peão de cada vez, a OMC vale pela troca de qualquer rainha e anda sempre mais uma casa que os outros, e o G8 troca-se por oito mercenário dispostos a tudo, e pode morrer oito vezes.&lt;br /&gt;Do outro lado, jogam os pobres: têm dez vezes o número das peças do que o adversário, mas só peões. Não há casas pretas nem brancas, as casas podem ter todas a mesma cor.&lt;br /&gt;Os ricos começam sempre, claro, como antes se fazia com as brancas...&lt;br /&gt;Mas os peões ganham sempre, por mais que o jogo demore!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115927352477411465?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115927352477411465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115927352477411465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927352477411465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115927352477411465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/onu-sopa-dos-pobres-servida-mesa-dos.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115919242618787991</id><published>2006-09-25T13:51:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:36:39.226Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/11102955972e254f6269.png"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/11102955972e254f6269.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Crise? Para quem?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro semestre deste ano, os lucros financeiros das principais instituições bancárias portuguesas terão aumentado em cerca de 30%, um sinal de uma aparente prosperidade dos seus negócios. De acordo com o Relatório de de Estabilidade Financeira – 2005 do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, os lucros líquidos da banca passaram de 1.284 milhões de euros para 2.202 milhões de euros, ou seja, aumentaram 71,5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: Indymedia (portugal)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115919242618787991?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115919242618787991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115919242618787991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115919242618787991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115919242618787991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/crise-para-quem-no-primeiro-semestre.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115918960234502421</id><published>2006-09-25T12:59:00.000Z</published><updated>2006-09-26T17:18:37.800Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/51392568.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/51392568.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Socialismo(s)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejeitar as palavras que não sejam livres&lt;br /&gt;Nem aceitar os verbos que por nós conjuguem&lt;br /&gt;não aceitar as máquinas que por nós respiram&lt;br /&gt;e que alguém nos ponha a boca na comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só me lavam roupa desde que eu cozinhe&lt;br /&gt;só dividido o pão se for para dividir a fome&lt;br /&gt;só dormir, a sério, quando o sono chega&lt;br /&gt;e nunca tenho fome quando o sono pega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero um mundo livre sem meias palavras&lt;br /&gt;quero gente grande sem contar piadas&lt;br /&gt;quero um povo inteiro a gritar na rua&lt;br /&gt;a canção gigante da igualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer que o vento arrebanhe o trigo&lt;br /&gt;nem que o grito cale cada um dos sonhos&lt;br /&gt;sem sonhar com aquilo que já não germina&lt;br /&gt;só quero que os gritos tenham liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que possamos calar quem mente&lt;br /&gt;e duvidar de todas as verdades&lt;br /&gt;e estar disposto a aprender com os putos&lt;br /&gt;e ensinar sempre qualquer coisa aos argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca perder vergonha de mandar calar os velhos&lt;br /&gt;e nunca ter pudor de desafiar as maiores certezas&lt;br /&gt;ser duro com os chatos quando dizemos não&lt;br /&gt;e mole com os espertos quando dizemos sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lutar sempre lado a lado&lt;br /&gt;desde que não falemos ombro a ombro&lt;br /&gt;vamos vencer sempre com os olhos nos olhos&lt;br /&gt;vamos perder sempre com as costas voltadas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115918960234502421?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115918960234502421/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115918960234502421' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918960234502421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918960234502421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/socialismos-rejeitar-as-palavras-que.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115918493337152091</id><published>2006-09-25T11:46:00.000Z</published><updated>2006-09-25T11:51:09.460Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/mao.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/200/mao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mao disse muitas asneiras...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;mas esta está seguramente acertada.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A História demonstra que todas as guerras se dividem em dois géneros, justas e injustas. Todas as guerras que são progressistas são justas, assim como todas as guerras que impedem o progresso são injustas. Nós comunistas opomo-nos a todas as guerras injustas que impedem oprogresso, mas não nos opomos às guerras progressistas e justas. Não apenas nós comunistas não nos opomos às guerras justas, como participamos activamente nelas. Quanto a guerras injustas, a I GuerraMundial foi uma ocasião em que ambos os lados lutaram por interesses imperialistas; portanto, os comunistas de todo mundo opuseram-se firmemente a essa guerra. O modo de fazer oposição a uma guerra deste género é fazer tudo o que for possível para impedi-la antes que rebente e, uma vez que rebente, fazer guerra à guerra, opor à guerra injusta aguerra justa, sempre que possível."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115918493337152091?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115918493337152091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115918493337152091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918493337152091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918493337152091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/mao-disse-muitas-asneiras.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115918375015824873</id><published>2006-09-25T11:24:00.000Z</published><updated>2006-10-03T15:37:18.070Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/paradise-now[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/paradise-now%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Paz e Guerra&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;(a propósito do filme: Paraíso, Agora!)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pensará da paz o seringueiro da Amazónia? e o que pensará da paz os palestinianos sem fronteiras nem famílias? e o sumério sem trigo nem água? e o operário sem fabrica? e o precário sem sindicato nem partido? e da paz o que dirá o vietnamita? e o indígena da Bolívia? e os famintos da 5ª avenida? e os bombistas de Bagdad? e os pirómanos de Kabul? e os mortos de Jenin? e as prostitutas de Bangkok? e os que não podem Falar? e tu? O que pensas tu da paz? e Gandhi não se terá arrependido da paz dos cemitérios? e os que não sentem? e os que não conspiram? e a liberdade? O que acha da paz a liberdade? e a fome será terrorista? ou será esta paz parte do terror? e os que nunca viram a guerra podem falar da paz? eu não acredito na paz que se esqueceu da guerra em que foi ganha! nem das guerras que não sonham com a paz! e o que dirá da paz o gay de São Francisco? e os que respigam a prata de Potosí? e os que trocam o corpo por pão? e os que não pensam? e os que não sonham? e da paz o que pensam as Baleias e todos os bichos em guerra com os homens? Viva toda a guerra libertária!!! viva todas as guerras que façam da paz mais do que uma palavra! viva todas as guerras que façam da paz uma espingarda cheia! e com ela todas as guerras cheias de filhos! viva cada filho da guerra! viva cada um que dispare... e todos os que morreram pela paz!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115918375015824873?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115918375015824873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115918375015824873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918375015824873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115918375015824873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/paz-e-guerra-propsito-do-filme-paraso.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115893429512314927</id><published>2006-09-22T14:07:00.000Z</published><updated>2006-09-22T14:11:35.130Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/logo03.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/logo03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mais vale ser um "cão" raivoso do que um carneiro a dizer que sim ao pastor o dia inteiro ... um "cão" raivoso que sabe onde ferra olhos atentos e patas na terra. Viva o "cão" raivoso tem o pelo eriçado seu dente é guloso eo seu faro ajustado (...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115893429512314927?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115893429512314927/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115893429512314927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115893429512314927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115893429512314927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/mais-vale-ser-um-co-raivoso-do-que-um.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115893279880087746</id><published>2006-09-22T13:40:00.000Z</published><updated>2006-09-22T13:46:38.810Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/1600/51392609.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1849/3867/320/51392609.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já lá vão cinco anos...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;que os 8 mais poderosos, reuniram para vender e matar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;São praticamente os mesmo 8 que hoje mandam como ontem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Mas, há cada vez mais gente, a dizer não!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;A dizer não, não só ao vento, que esse como sabemos passa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;A dizer não aos ouvidos de quem manda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Os dois maiores exércitos que a humanidade já conheceu perdem as guerras todas. Do Afganistão, ao Iraque, ao Libano!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Pela vitoria de toda a resistência!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115893279880087746?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115893279880087746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115893279880087746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115893279880087746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115893279880087746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/j-l-vo-cinco-anos.html' title=''/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34850742.post-115892614526345204</id><published>2006-09-22T11:38:00.000Z</published><updated>2006-09-22T12:45:17.500Z</updated><title type='text'>Este é o primeiro dia...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;Este é um blogue de pensamento crítico, que se quer corrosivo, incomodo e desprovido de qualquer espécie de censura.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um bloque à esquerda, mas na esquerda que incomoda.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um bloque que quer ladrar e morder, porque se outra coisa não fizer, ladra e morde.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;Nos tempos modernos, podemos pensar que as letras ja ladram pouco, e que os parágrafos já não mordem como antigamente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um Blogue pela Resistência e contra a Resignação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um Blogue sem concessões e que não negoceia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um Bloque que vai escrever a verdade que dói, doa a quem doer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#ff0000;"&gt;É um Blogue solidário com o movimento operário em todo o mundo e que reivindica o património de todos os movimentos acção anti-capitalista.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É um Blogue que está convicto que a humanidade não tem que ter um fim tão triste, e que eleva à categoria divina, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;a dialética.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;"&gt;Elogio da Dialéctica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A injustiça avança hoje a passo firme&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os tiranos fazem planos para dez mil anos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nenhuma voz além da dos que mandam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E em todos os mercados proclama a exploração;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;isto é apenas o meu começo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem ainda está vivo não diga: nunca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que é seguro não é seguro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As coisas não continuarão a ser como são&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de falarem os dominantes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Falarão os dominados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem pois ousa dizer: nunca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De quem depende que a opressão prossiga? De nós&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De quem depende que ela acabe? Também de nós&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que é esmagado que se levante!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que está perdido, lute!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que sabe ao que se chegou, que há aì que o retenha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E nunca será: ainda hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Nada é impossível de mudar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E examinai, sobretudo, o que parece habitual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Suplicamos expressamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bertold Brecht&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;(aquele que diz rápido o que outros levam horas a dizer)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34850742-115892614526345204?l=raivosos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://raivosos.blogspot.com/feeds/115892614526345204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34850742&amp;postID=115892614526345204' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115892614526345204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34850742/posts/default/115892614526345204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://raivosos.blogspot.com/2006/09/este-o-primeiro-dia.html' title='Este é o primeiro dia...'/><author><name>Renato Prá-ky</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15798710442454701988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
